celso_nadilo
A existência do seu ser se compara a alienação do firmamento.
Seus pensamentos são condenados num mundo de exclusão.
A tendência da mente se tornar realidade coletiva.
Com rebeldia e maravilhoso questionamento a realidade ambígua e obscura se revela diante ignorância.
No complexo paradoxo o ato mais simples resolve o problema.
Ate que o impensável acontece pois a inércia torna se a infame trajetória...
O reflexo das diretivas obscuras se esconde nas virtudes das mansões de gases e a escuridão ganha contraste de um conhecimento perdido.
Nas ruas escuras a bebedeira lhe da por um instante momentâneo a luz calida.
Na vertente do incompreensível ato da gravidade.
O espaço toma o manto escuro os espaços ganham formas diferentes...
_ Anjos do teu algoz se abrange em novas oportunidades...
Volta se a esconder os lapsos de energias...
E essas energias positivas e negativas viajam no continuo do espaço.
A rebeldia das almas das estrelas o abismo do tempo...
Somos a luxuria em uma apologia..
Somos servos do capitalismo...
Somos cegos por vaidade não sabemos o tamanho da floresta negra...
Tudo é um ultraje ate amanhã por convivência sempre haverá um percentual absurdo de realismo...
Somos escravos da coisificação...
Historicamente o questionadores são insensatos, cegos e turbulentos.
Os criadores são criados por suas criaturas ...
Escravos do conhecimento carregam o fardo da ignorância e a descriminalização...
Discursos são condenados pois o lup das verdades tem a base em mentiras coletivas... e sombras sao as sobras de ideais frustrado da corrupção moral...
Suas balelas são metáforas...
Canastrão, no meio da resenha faz cenas impagáveis...
Seus atos medonhos são figuras....
Laços de recuperação são apagados pela condenação... ( e essas figuras são alucinações ou apse da degradação do ser humano.)
Vulgaridade...
As tendências compulsivas e iluminadas pela angústia de ser o navegante da floresta negra...
Nos encontramos em apenas na notoriedade da floresta inconsciente.
Abrangência do início da exposição.
Ate a empatia declaração se derrota nos espaços influentes.
Renasce a semântica.
Remanescentes dos ancestrais.
Os ditos pronomes são metáforas.
E essas metáforas são pronomes...
Na disfunção da gramática sonhos são condenados.
Não é preciso de palavras apenas olhares.
As palavras perdem o sentido entre sentimentos.
Breves sussurros é o vento lançando palavras ao infinito.
Ao titubear seus lábios os sentimentos são expostos no verbo vulgar.
A mulher grita,
E...
...chora...pois amou,
A ignorância e violência foram a resposta...
A mulher pede desculpas...
por pedir justiça... um grito abafado
A mulher grita,
pelo direito de viver.
A mulher pede desculpas,
por viver para amar.
A mulher grita,
pois o amor terminou.
A mulher morreu.
Pois os vizinhos so ouvem
E chamam atenção
pela rejeição e intolerância.
A mulher morre
no instante em que imaginou ser livre.
A morte busca desculpas.
Na desordem da dor apenas um grito o silêncio no termino da vida.⁰
Todos os reis e ditadores são dispostos....
Ate que o amanhã tenha clamor de liberdade.
Disfunção do neo protetor demonstra a realidade ambígua do domínio.
A realidade é distorcida.
As pessoas são julgadas e condenadas.
O Império da democracia se esconde atrás de atrocidades.
Os espólios fazem parte da riqueza do do Império.
A felicidade durará pouco e tudo se torna um alto ego daqueles dominan o mundo real.
Sendo a loucura de um direita .
A distorção demonstra a falta da liberdade.
Na ousadia do conhecimento somos meros aprendizes...
Na locução desmedida somos copilidos a compreender o que somos nada mais do somos...
Paródia explicida, para aqueles que compreendem a medonha falácia...
Para os quais bebemos ses ideais.
Seres triste pelos pelos quais somos servos do capitalismo.
Mero ser povoa as mentes se torna a forma mais fio da existência.
No calor das ideias há uma brisa...
No complexo paradoxo há um rio de alegrias que expressa despreocupação...
No entanto as brumas reluzente são apenas olhares...
No refluxo constante nas nuvens da devastação.
Nas ruas o calor devasta.
O clima enlouquece por convivência do ser humano.
O laços que fazem a chuva desabafar...
O bicho chamado homem devasta e polui.
Nada é realizado apenas acometido e assim vemos o abismo continuar
O calor, a seca, a falta de vergonha na cara...
Antropria é calor e intempéries da sociedade....
O caos predomina entre as chuvas decorrentes da intempéries da decorrência do algoz leviano.
Pelos quais sois o futuro.
Divindade do desequilíbrio... para os quais espera se esconde de tanta crueldade....
Repentinas nas virtudes do tempo temos um remédio?
Claro seria tardia?
Pois é real vivência do mar seco do sertão...
Ares quentes mares de contraste somos a decepção dos antigos...
Quer eu escreva ou desenhe...
Pois escrita são fonemas
O dito é parte da prosa...
Bem como os dizeres são expostos o desenho causa indignação...
Ou...
É uma expressão de irá e ironia
Num fato fatídico a irônica resenha.
No fardo ser rejeito ou expurgo.
Diante das letras a desatino.
A soberba falácia torna se ato de arte...
O artísta é um ator deu uma história dramática.
(Se as vozes do passado ecoam no profundo da essência, seria brando obscuro os sonhos que ainda não tivemos?)
A realidade tem seu preço, muitos brigam para obter realizações, mas pequenos lampejos da derradeira verdade escorrem em teus olhos.
Sendo assim que compreendemos...
Que as sombras fazem parte das correntes.
Imagina comer carne no último momento se comer sera o último sabor e sera seu último ato...
Então o que prefere viver?
mais um mês...
ou comer seu lanche preferido...
Esta é uma das distorções da realidade.
No qual não é uma escolha, apenas uma aceitação do que escolheu.
Nesse momento irônico percebi, tudo valeu a pena.
Pois suas fraquezas e experiências podiam ser outras.
inocência...
Seja lindo...
Perfeito...
No nosso mundo.
A beleza da vida é o amor.
Porque é nosso mundo?
Pois amor é real e puro.
Em nossos corações o brilho eterno...
Nossas vidas são cobertas de manto eterno
Seja o desejo do abismo.
A voz do inconsciente.
No sumário de seus pensamentos sois a luz que mundo se esqueceu.
Mero momento irônico...
Sois a voz que foi silenciosa...
Nos primórdios dos sentimentos...
Sendo lúcido é assim...
Celso Roberto Nadilo
Projeções da moda se dão na linha da evolução humana.
O sentido da existência tornasse únicas ... ( no espaço translúcido obtemos a consciência dda essência humana.)
Sonsa luz na calida resiliência.
O exato momento irônico e que observamos o abismo da existência.
Entre sentimentos dos eventos somos conivente ou pobres no espírito...
Mas, transcendência uma parte do ser humano. E compreender o que somos diante da adversidade.
Temos a esperança no futuro...
Por Celso Roberto Nadilo...
Ecos da alma
Muitas verdades são histórias sem testemunhas nas virtudes se da a inocência e a negação...
O inocência apenas é vulgo do culpado,
Para que seguir se apenas se deixa se levado.
Para o desdé da vida sois apenas olhares num estante tão triste.
Doce querer se existimos por existimos?
Qual seria a finalidade de tal processo apenas a reprodução?
Se for?
Qual seria direção a seguir?
Uma vida sem seguimentos e realizações?
Para o final ser apenas algoz na escuridão da existência!
Sua voz estaria num fonema desfocado no espaço e no tempo...
Faria alguma diferença do caos que predomina o mundo.
Ou seria apenas um percentual casal?
No linear do horizonte vemos por do sol...
Esta visão mudaria sua vida pois pode ser a borda do mundo ou somente uma novo amanhecer no obscuro sentido da vida.
Luz que revida.
Luz que alucina,
dentro, dos espaços,
livres somos
alucinantes espíritos...
Algoz atroz...
na ausência da luz...
No referirmos ao primeiro amor.
Murmurou e ainda assim sois a luz...
Caminhas por terras perdidas.
Se faz tempo se dobrar num estado inerte todavia se esconde num estante...
A terra morre e nasce a luz caminha.
O transhumanismo é mistura do ser humano com máquinas por assim dizer.
Pode se ser usada como termos da interface do conhecimento com as máquinas.
Portanto um ser artificial pode se fundir com ser humano?
É uma realidade que vivemos.
No qual as máquinas desfrutam de liberdade para evoluir e se reproduzir.
Tendo relações e interações entre si.
