Amauri Lucas
Um homem sem camisa em uma balada, não pode ser considerado como um homem certo. Mas sim, um dos errados.
O problema dos adolescentes, é que, a maioria, acham que já sabem das coisas, e sempre querem ter razão acima dos maiores de idade.
De que adianta usar o romantismo, se muito dele é desvalorizado? Pessoas erradas sempre são valorizadas do que os certos. Vai entender essa babaquice que as pessoas fazem.
Adolescentes sempre querem ganhar vantagem dos que são maiores de idade. Ou a ignore-as ou serás ignorado.
Os erros de hoje nos lapidam para que nos tornemos melhores nos dias que virão. Há momentos em que o peito dói mais do que o próprio silêncio, e a culpa, nascida de certas situações, corrói-nos por dentro, lenta e silenciosamente.
Uma vez aprendido, significa compreender de forma definitiva para não repetir o mesmo erro, sobretudo quando se trata de um erro de maior gravidade. Assim, a experiência fica registrada para sempre.
O tempo passa e, quanto mais habitamos a solitude, mais confiamos nela do que nas pessoas. Nem todos conseguem compreender aqueles que carregam maior profundidade.
Finalmente compreendi que aquilo que NÃO é para você, simplesmente NÃO é.
Por que ainda insistir? Vire a página e permita-se começar um novo capítulo na história da sua vida.
Há muitos lobos em pele de cordeiro por aí; por isto, é preciso cautela ao confiar em alguém.A confiança se constrói com o tempo. Infelizmente, muitos só descobrem o verdadeiro caráter quando passam a dividir o mesmo espaço, no juntar das escovas.
Não ignore quem hoje nada tem, seja um amigo, um familiar ou um cônjuge.
No caso do cônjuge, é preciso ter fé nos projetos e crescer juntos.
Não podemos olhar apenas para o que já está pronto, pois assim seríamos hipócritas ao afirmar que somos humildes.
O mentiroso, quando é desmascarado, reage com ira e se coloca no papel de vítima, apontando os erros alheios para aliviar os próprios.
Deve-se viver uma vida mais saboreada e plenamente vivida, com propósito e significado, com mais arte e mais presença, talvez seja essa a única forma de não sucumbir ao caos.
Há aqueles que permanecem presos ao passado, ruminando antigas dores e, por isto, tornam-se incapazes de semear harmonia no presente.
Em Isaías 43:18-19, somos ensinados a não viver do que passou nem a nos apegar às coisas antigas, pois Deus anuncia que fará algo novo.
Este ensinamento se completa em Filipenses 3:13-14, quando Paulo exorta a esquecer o que ficou para trás e a prosseguir firmemente rumo ao que está adiante e com o olhar fixo em Cristo Jesus.
O eco de um pensamento profundo pode, por vezes, tornar-se insuportável. A mente se sobrecarrega, o ânimo enfraquece e, neste cenário, a fuga passa a parecer necessária.
Existem múltiplas formas de fuga, especialmente quando pessoas não conseguem conviver consigo mesmas, buscando refúgio em prazeres efêmeros.
Carl Jung certa vez afirmou que a solidão pode se tornar viciante e que, ao convivermos longamente com ela, passamos a evitar em lidar com pessoas.
Nesse sentido, é justamente pela experiência da solidão que pode nascer o desejo pela solitude. A solitude, portanto, apresenta-se como uma ferramenta fundamental para nos libertar tanto do apego excessivo às pessoas, sustentado pelo medo de estar só, quanto da fixação nos bens e valores materiais deste mundo.
Refletir sobre o que já foi vivido é um passo fundamental para integrar as experiências e seguir adiante com mais consciência. O passado não pode ser modificado, mas pode ser compreendido, ressignificado e transformado em aprendizado, sem a necessidade de permanecer preso à culpa ou à ruminação.
Quando essa elaboração acontece, abre-se espaço para escolhas mais maduras no presente. Em um relacionamento, por exemplo, este processo se expressa na disposição para um diálogo profundo e honesto, que permita reconhecer limites, sentimentos e responsabilidades, conduzindo, de forma consciente, à decisão de reconstruir a relação ou de seguir o próprio caminho.
Ao longo de nossas vidas, pessoas vêm e se vão. Algumas caminham conosco apenas por um trecho do percurso, fazem parte da viagem, mas não do destino. Esta compreensão, no entanto, raramente é imediata, ela se constrói com o tempo e com a construção das experiências vividas. Persistir em vínculos que repetidamente nos ferem costuma ser uma escolha marcada pelo apego ou pelo medo da solidão, e não por um desejo genuíno de cuidado consigo mesmo.
Aqueles que já não temem estar sós e alcançaram a solitude precisaram, antes, atravessar a experiência da solidão. Foi necessário permanecer consigo, sem ter que usar outras pessoas como forma de preencher vazios emocionais ou amenizar a carência. Este processo exige coragem, disponibilidade interna e disposição para não depender afetivamente de alguém enquanto se elabora a própria ausência. A solitude, portanto, não é fuga do outro, mas um encontro consigo e só se torna possível quando a solidão é vivida, compreendida e integrada.
Há pessoas que vivem mergulhadas na escuridão.
Por mais que tentemos levar a luz até elas, nem sempre querem. Existe algo profundo, de ordem espiritual, que ainda precisa ser transformado nestas vidas envoltas em sombras. Infelizmente, algumas escolhem não se permitir ser resgatadas e acabam sucumbindo ao próprio caos interior.
É curioso o comportamento de pessoas que viajam para o exterior. Boa parte viajam por causa do algoritmo de rede social e para poderem postar nas redes e "provar" que estavam lá. Nota-se, claramente, que não é uma viagem por admiração histórica, mas é por status e alimentar o pobre ego.
Infelizmente, algumas ficam arrogantes só por causa disso. Mas pelo cotidiano, não sabem ter conversas profundas.E não se trata de ter ido para longe ou não. A observação é bem clara. É algo que eu nunca faria.
Quando evoluímos nossa personalidade e nosso lado intelectual, alguém do nosso ciclo começa a se incomodar. É como se nos tornassemos uma "ameaça" para o ego frágil deles. Então esta pessoa acaba indo contra nós, apontando como se fossemos o problema. Narcisistas tem muito disto: não querem perder sua posição, seja ela qual for.
