Autoestima e Amor-próprio
O amor é assustador: ele se transforma, ele murcha. Faz parte do risco. Não quero mais ter medo. Quero ser corajosa…
Ofereça amor, ofereça amizade, mas não implore para ficar onde sua presença não faz diferença!
Em algum lugar você será imprescindível!
O que eu sei do amor…
Amor é desobedecer Newton e dois corpos ocuparem um mesmo espaço, um mesmo tempo, um mesmo abraço.
Amor é receber o que não se pede, mas o que se espera, é ter vaga preferencial, é ser o número na chamada de emergência, é não se preocupar com o leito depois do meio-dia.
Amor é acreditar em horóscopos, é desistir dos infernos astrais e atrair os sorrisos mais bonitos para enfeitar os domingos.
Amor é ter o que se quer quando mais se precisa, é a promessa de andar de mãos dadas, é o silêncio que não incomoda, mas vira pretexto para encontros labiais.
Amor é não deixar os sonhos do outro dormirem, e adiar nossos planos para complementar as buscas de quem amamos.
Amor é não precisar marcar nada no calendário, é brigar com o relógio e abraçar forte para atrasar a segunda-feira. Amor que é amor, não é amor apenas no verão, é um sentimento que te faz tão feliz que a tristeza já nem lembra mais de existir nos dias frios de inverno.
Amor é poesia dos suspiros alheios, é tudo que se encontra nos livros e nada que se compare a vida real, é tato que afeta, é olhar que traduz, é um sem querer querendo.
Amor é tirar a roupa como quem tira os cabelos dos olhos, é fechar o vestido e guarda a camisa, é deixar o rastro do cheiro pelos travesseiros e confessar o desejo para os lençóis.
Amor é amar sem precisar se preocupar com o tamanho da eternidade, e se ainda assim me perguntarem o que é amor eu direi que te amar é tudo que eu sei.
CIDADEZINHA QUALQUER
Casas entre bananeiras
mulheres entre laranjeiras
pomar amor cantar.
Um homem vai devagar.
Um cachorro vai devagar.
Um burro vai devagar.
Devagar... as janelas olham.
Eta vida besta, meu Deus.
A respeito do amor, amo loucamente, como se pode amar aos vinte e dois anos, com todo o ardor de um coração cheio de vida. Na minha idade o amor é uma preocupação exclusiva, que se apodera do coração e da cabeça. Experimentar outro sentimento, que não seja esse, pensar em outra coisa, que não seja o objeto escolhido pelo coração, é impossível.
Todo aquele que não declara o seu amor, mas o guarda para si, torna-se um túmulo vivo de sentimentos mortos.
Sou PhD em desilusão amorosa. Fui muito honesta nas relações, não sei jogar. Odeio quando o amor se transforma em violência, competição, morbidez.
O amor só pode acontecer nas pessoas que atravessaram a antessala da paixão.
Somente depois de conhecidos limites e virtudes é o que o amor é real!
O niilismo se caracteriza pela ausência de amor -portanto de sonhos e objetivos- e consequente pobreza existencial de uma mente humana. Um caráter levemente melancólico toma conta do ser. Um abismo no lugar da essência. O esperar pela morte se torna a única sina.
Acredite, confie e tenha fé.
O amor de Deus supera todas as barreiras e este te fortalece para superar qualquer dificuldade!
A vida é um mistério, que somente nos é revelado pelos processos do Amor; quanto mais a gente ama, no quilate do Amor que nada pede, mais ficamos sabendo das coisas escondidas dos que desconhecem essa virtude por excelência.
O fim
Aos poucos fui vendo nosso amor
se perdendo, se acabando...
No desespero de não querer aceitar,
lutei o que pude para você ficar.
Fui sentindo a cada dia você mais distante,
o seu sorriso já não era o mesmo,
já não aceitava a rotina como antes,
já não me olhava com tanta ternura
e já não fazia questão de esconder o descontentamento...
Me enlouqueci, lhe sufoquei
e você estava ainda mais longe do meu amor,
e não se importava com a minha tristeza.
Fui perdendo você cada vez mais,
e quanto mais te buscava,
mais solidão eu sentia...
Deixei,
você se foi...
Hoje,
Não sei mais de você,
sinto apenas uma grande saudade do que fomos,
do que juntos sonhamos,
de tudo o que com felicidade construímos...
Não sei de você,
sei apenas do meu coração
que sente medo,
que foge dos sentimentos,
que não se entrega mais
e que vive atormentado de culpas
a perguntar:
Porque?
E assim,
sinto que talvez eu não lutei o bastante,
deixei que você partisse...
E, ao mesmo tempo,
penso que você está feliz assim:
Longe de mim,
em algum lugar,
com alguém,
talvez sozinho como eu estou,
talvez triste,
talvez longe... ou perto...
não sei,
talvez ainda te ame muito,
talvez eu sinta apenas uma dor no coração,
mas não por te amar,
e sim por ter deixado você partir...
O amor é paciente, o amor é bondoso.
Não inveja, não se vangloria, não se orgulha.
Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor.
O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade.
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca perece; mas as profecias desaparecerão, as línguas cessarão, o conhecimento passará. Pois em parte conhecemos em parte profetizamos; quando, porém, vier o que é perfeito, o que é imperfeito desaparecerá.
Quando era menino, falava como menino, pensava como menino e raciocinava como menino. Quando me tornei homem, deixei para trás as coisas de menino.
Agora, pois, vemos apenas um reflexo obscuro, como em espelho; mas, então, veremos face a face. Agora conheço em parte; então conhecerei plenamente, da mesma forma como sou plenamente conhecido.
Assim, permanecem agora estes três: a fé, a esperança e o amor.
O maior deles, porém é o amor.” (1 Corintios 13)
