Auto Aceitação
Quando você se conhece, você enfrenta qualquer desafio e começa a ver a vida de forma diferente, valorizando cada instante, cada pôr do sol, a natureza, as pessoas que ama, as gotas de chuva; passa a reclamar menos, ter mais saúde e a se sentir mais feliz.
Cada um tem seu valor e devemos, cada vez mais praticar esse exercício de reflexão, para entendermos que somos a pessoa mais importante em nossas vidas, devemos cuidar de nós mesmos como uma joia rara, algo insubstituível.
Nunca te pedi nada, e mesmo assim, sempre me deste tudo de que precisei.
Nos momentos em que me perdi de mim, foi em ti que me reencontrei.
E mesmo quando não vejo saída, és tu quem sempre me mostra o caminho para continuar.
Eu me sinto um lixo
sempre escolho atalhos
pra não encarar o erro.
Gosto do silêncio,
porque eu falhei no barulho das relações.
Quando a dor aperta,
eu me escondo em comprimidos.
Se aperta demais,
eu penso em ir embora de vez.
Me saboto
sou meu inimigo íntimo,
que só quer me deixar sem saída.
E penso:
se eu sumir, talvez seja um alívio.
Pra mim.
Pra eles.
Pra todo mundo que ainda se importa
(mais do que eu mereço).
Seja paciente em todas situaçoes, jamais perca o equilibrio diante das adversidades. Quando agimos por impulso não estamos resolvendo a situação com 100% da nossa capacidade de raciocinio lógico baseado em justiça. Sempre que se deparar com algo que te incomoda respire fundo e não se precipite, a precipitação pode nos trazer o caos e nos usar como ferramenta de destruição. Seja inteligente em esperar a melhor resposta, a melhor saida para aquele devido problema! Assim evitara muita dor. Peça direção e dissernimento a Deus, ele é nossa direção e sem sua misericordia e orientação não somos e não resolvemos nada de forma correta e justa.
O conhecimento pode, sem dúvida, ser uma forma de poder; entretanto, o conhecimento sobre si mesmo é a verdadeira essência da auto capacitação.
Responsabilização
Nos momentos em que as coisas não saem como planejado,
Podemos procurar um culpado ou vários...
Podemos olhar a situação com a lente da responsabilização e investigação
nos perguntando por exemplo:
O que eu poderia ter feito de diferente?
Posso alterar ou transformar os fatores externos?
Que novas possibilidades eu tenho?
O que é possível fazer hoje?
Fazer perguntas pode não significar encontrar todas as respostas
Mas, com certeza mostra um caminho de mudanças.
Passinhos de bebê
Há momentos que a vida pesa e tudo parece sem sentido
E não visualizamos uma saída
Queremos mudança e não sabemos por onde começar
Tudo parece tão longe e distante.
Comece com uma pequena lista de pequenas mudanças
Talvez, fazer uma caminhada... ler uma página por dia... arrumar uma gaveta...
Escolha uma delas e faça toda a semana.
Quando não der conta, se acolha. Hoje não consegui e amanhã posso tentar novamente
Comece, recomece e vá prosseguindo com passinhos de bebê.
A cada semana, 15 dias inclua um novo comportamento
Assim, com passinhos de bebê você vai transformando o hoje, que vai ficando mais próxima de onde e como você deseja estar.
Amar a si mesmo é o solo fértil onde as flores da alma desabrocham, nutrindo a essência da nossa existência.
Mas como encontrar nossa essência?
"ninguém acredita que você pode ser uma nova pessoa. renascer é apagar o incêndio, pintar as paredes de azul, e viver com essa nova pessoa."
(Postado em 20/06/2025)
O amanhã começa hoje
Essa sua mania de deixar tudo pra depois
é uma guerra declarada do seu eu de hoje com o eu de amanhã.
Mas quem começou a atacar foi o seu eu de ontem,
que já morreu.
E enquanto você perpetuar essa guerra com suas próprias versões,
vai se autodestruir.
O você de hoje é o único que pode interromper o ciclo.
Leia isso 3x.
Eu juro que vale a pena.
Com a palavra,
Alice Coragem.
Evidências
Hoje me peguei cantarolando uma melodia romântica.
Sem querer me vi no espelho,
e por querer, cantei pra mim.
Senti as palavras daquela canção, chorei me amando
e me olhando nos olhos, jurei que nunca mais me abandonaria.
Chega de mentiras!
Com a palavra,
Alice Coragem.
Calmaria
Eu não pensei em você naquele dia todo, e quando lembrei disso ao final da noite, sorri.
Tinha sido um dia de cão, mas o que importava no fundo,
era que decepção após decepção, eu conseguia te esquecer.
Habitar-se é um tipo de exílio sagrado!
Sinto como se não tivesse sido feito da mesma matéria dos outros.
Minha infância era um espelho embaçado,
onde ninguém parecia me reconhecer.
E compreensível ou não, as vezes ainda carrego a mesma sensação,
como se o mundo me oferecesse moldes
que nunca abrigaram a forma da minha alma.
Tudo em mim
sempre foi um pouco desalinhado,
como se eu dançasse um ritmo
que só meu peito escutava.
Descompassado ou não, era o espetáculo que eu entregava - sem holofotes,
Sem plateia, somente a alma.
Nunca vi como os outros viam.
O mundo me parecia um palco deslumbrante e distante
e eu, um espectador melancólico,
sentado à beira do próprio abismo,
tateando sentidos com olhos em carne viva.
Ainda assim,
sempre que alguém cruzava o meu destino,
eu me doava inteiro!
Sem reservas,
sem cálculos,
sem planos de fuga.
Investia o que em mim era força,
o que era luz,
e até o que eu sabia que me faria falta depois.
Porque amar, mesmo que em ruínas,
é para mim,
uma das formas mais sinceras de tocar a vida que se deseja.
Mesmo que por um instante,
eu me permitia vibrar naquela realidade sonhada!
Ali onde o toque era cura,
a presença era templo,
e o “agora” … bastava!
Mas depois do “até logo”,
a maré me levava de volta à margem de mim.
Fechava os olhos ao mundo
e encarava, no escuro,
as rachaduras que ninguém via.
Tentava, com as mãos nuas,
tapar os vazamentos da alma,
ainda que tudo escorresse pelas frestas do silêncio.
Às vezes parecia inútil.
Às vezes era mesmo.
Mas nunca deixei de tentar.
Nunca deixei de viver com tudo que carrego.
Porque, mesmo nos dias em que a existência dói,
ainda creio que viemos experienciar a vida!
E por inteiro!
Não só o riso,
mas também o pranto,
o vazio,
as perguntas que giram sem respostas, nem repouso.
Creio que todos os dias são bonitos.
Mesmo os que machucam,
os que confundem,
os que silenciam demais.
Bonitos porque existem,
porque me atravessam a alma,
e sobretudo, me ensinam!
Alguns chegam com flores,
outros com pedras,
mas todos me convidam a sentir.
E em todos,
me mantenho aceso.
Contudo, alguns são apenas sobrevivência,
tormenta mental sem fim triunfante,
um salto visceral para os corredores mórbidos das camadas que me compõem.
E então compreendo, em silêncio:
as partes que em mim se partiram
não pedem camuflagem,
pedem reconhecimento.
Como ensina o Kintsugi,
não é preciso ocultar a rachadura -
é nela que o ouro se deposita.
É o que rompeu que revela,
é o que feriu que desenha
a cartografia exata do que sou.
E talvez, a beleza mais honesta
não esteja na perfeição preservada,
mas na imperfeição assumida
e transformada.
Porque habitar-se é um exílio, sim,
mas é também a única forma
de não se perder
no mundo dos que jamais se permitiram sentir demais.
Nem sempre por vontade,
às vezes só por não caber em lugar nenhum.
E quando não se cabe,
volta-se.
Para dentro, para perto,
para algo que ao menos ecoe,
para onde a existência faça algum sentido - mesmo que breve.
É ali, nas entrelinhas do sentir e do viver,
no ateliê invisível do tempo,
que acolho meus cacos com reverência
e os ressignifico em arte —
não para esconder a dor,
mas para deixá-la visível,
abrilhatada com ouro,
com presença e vida.
- Por Daniel Avancini Araújo
Despido, me contemplo
Da coragem que tanto anseio, e que ainda me falta.
No desequilíbrio que me habita, Dentro do meu recinto, dentro do meu peito.
Nos dias em que nem mesmo me reconheço, Deixo-me passar despercebido, para calar meus desejos, E silenciar tudo aquilo que sinto e ainda vejo.
Estou conhecendo meu solo, versões de mim, mas indo devagar.
Enquanto isso vou cultivando o meu jardim e mente.
Guiando-me de volta a minha verdadeira natureza.
Fortaleça com delicadeza a beleza crescente dentro de você.
Cultive o seu jardim e elimine tudo que te impeça de crescer e floresce.
