Ausencia William Shakespeare Amor
Ensine sempre as virtudes do amor, serviço e comprensão às pessoas, aconselhando-as a se separem do ódio, do egoísmo e da intolerância ao próximo.
Devemos expulsar o Malfeitor entre nós, e não o hospedeiro, senão disciplinar com amor e mansidão para que ele não sofre com a sua maligna presença.
Insira em seu DNA o código espiritual do seu amor a Deus para que, em última análise, ninguém encontre um coração morto por ódio da vida.
O amor de hoje é considerado pelo próximo como a cultura passageira do favor, da hipocrisia e da autoestima pessoais, e jamais como o padrão dos fiéis que pratidam a resignação, a justiça e misericórdia dvinas em prol da transformação de vida dos necessitados pela obra da caridade, do bem e da felicidade alheia.
Ministros sábios, humildes e complacentes que mostram o verdadeiro amor para com as ovelhas do Pastor e com elas se relacionam bem, devem ser dignos de honra, de apoio e de reconhecimentos públicos
Aprende se desde cedo pela própria caminhada que só há de se encontrar o verdadeiro AMOR se involuntariamente, DAMOS, fortuitamente à outrem o melhor que internamente e espiritualmente, se tem, se possui por nata virtude.
Na sociedade contemporânea do século XXI ficou cada vez mais difícil encontrar o amor e a felicidade em par sem saber para isto bem administrar o interesse pessoal acima de todas as coisas, um inabalável egoísmo selvagem sobrevivente e a vida sempre em torno e à partir de nos mesmo.
O espirito de um colorista segue com amor o bailar de um pequeno beija-flor, indo de lugar a lugar, em todos os momentos da vida, levando cores. Por mais que em nossa inquieta trajetória, muitas vezes entre medos, dores e perdas, acinzentem nossa estada, é com as cores vivas e fortes, que reinventamos nosso paraíso de ir além, bem. Coloridamente bem. A arte de colorir está impregnada, naturalmente na alma da gente.
No meu céu os anjos, arcanjos, querubins e serafins são meus filhos e filhas de atos de amor que por vontade divina, nunca foram nascidos.
Sobre o amor, na língua portuguesa sou muito mais o sentimento de Luís de Camões do que o de Fernando Pessoa. O meu "Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói, e não se sente; é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer."
O verdadeiro amor incomoda, o que se acomoda não é amor e sim uma tranqüila boa amizade branda e serena para se conviver.
Quão me é prospero o abandono do amor e a solidão. Parece mesmo que a saudade do amor eleva e leva a alma da gente, por caminhos infinitos antes nunca navegados.
A Grande Festa da Natividade, deve ir além da religião, é a celebração da vida, do amor universal onde todos os povos vivam em união.
