Ausencia William Shakespeare Amor

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⁠O amor de verdade.
E na ausência a permanência da existência.
A distância direta de uma certeza incerta.
Atitudes esperadas, e o colapso no caos do tempo.
Frases insensatas, sentimentos confusos…
Ansiedade eminente de falar, sem o cuidado coerente de ouvir.
O texto não compreendido.
Na mensagem o pedido de um socorro não verbalizado, mensagem enviada, não enviada, a mensagem lida, ignorada e apagada.
Perguntas sem respostas, respostas sem coesão.
O ego que teima, sem o discernimento da razão
Querer estar certo no calor de uma acusação.
O grito de um silêncio, no barulho de um coração
O livro da vida ali aberto, sem o último capítulo.
De que adianta uma aliança sem sentido?
O afeto a anos ali, aguardado e mal resolvido?
Expectativas depositadas na inconstância de quem por tanto querer não definiu e não soube se resolver.
O adeus sem despedida de um amor tão esperado, a inquietude de uma saudade do belo, o mais puro genuíno e raro,
No vazio de uma escuridão, a voz: “ Seja bem vindo ao poço invisível da tortura da depressão”
Cicatrizes marcadas com,e sem explicação.
Traços, rabiscados de uma memória falha.
A dor latente de um pedido…arrependido…
O som imperfeito de música.
“Best of you” … a história do seu melhor amor o medo do desconhecido, ou forte demais para se perder?
O eco do passado permanecendo e tentando apagar o presente que nem sequer foi vivido.
No cálculo da realidade.
Não existe 80% de responsabilidade.
Porque no julgamento
Não há juiz que compreenda.
A dor pertence a aquele que sente.
O blecaute de um sonho interrompido
10…(20)…30…40…anos de um abismo, 20% sem fundamento?
No amor a matemática é simples.
A regra é básica, a conta sempre será exata!
Porque metades não se completam
São dois inteiros se somando e definindo.
Mas quando muito se questiona
O que era soma se fraciona
Dividido nas dúvidas o amor então se subtrai, deveríamos procurar na equação a explicação? Aquela que foi criada para ajudar as pessoas a encontrarem soluções para problemas nos quais um número não é conhecido? Não adianta porque quando se começa a duvidar do amor já não é mais amar.
E acontece neste momento a maior traição
Quando você trai a si mesmo com questionamentos de uma mente que perturba.
E um dia chega!
“ Enfim só “?
1 mais 1 e o resultado foi zero.
Noites e dias de um o sono que não existe.
São vários comprimidos que induzem ao
sonho acordado e dilacerado.
Fracasso de conversas não concluídas.
Emoções explosivas, comportamento implícito.
O presente sem um laço, nem mais o abraço
O futuro se encerra, no fim do que não começou, o som da música mais perfeita que não mais tocou.
Assim se finda o pranto daquele(a) que um dia esperou, na tela da vida, alguém que te amou.
Fomos, somos ou seremos felizes?
Não! Porque de quem decide, o que se espera não terá o que esperar.
Acorde! Pare de tanto questionar… aqui somos instantes onde o tempo ira findar.
O amor não é escolha, mas a decisão de querer amar.
Palavras, sinais e declarações incompreendidas.
O colo que um dia foi o abrigo, hoje a mala na porta seguindo seu caminho.
As lágrimas que se secam de tanto chorar.
Na face de uma lembrança impossível de apagar.
Você foi vida, o sorriso a tristeza e a despedida.
E a lua de mel o que aconteceu?
Viagens e a rota de um voo que no aeroporto se perdeu.
O Sol de um Monte Verde, a alegria esteve ali mas e depois! Se até a Lua que eu te dei você esqueceu.
No céu a Estrela mais forte, que por anos você a buscou e ela apareceu, mas lá na sacada no exato dia, virou o ano e ela esteve ali do seu lado e você nem sequer percebeu.
E assim foi a vida do casamento que nunca existiu, no véu da ilusão que enfim se partiu.
O paraíso, desapareceu.
No enigma do tempo, a sincronicidade ruiu.
Estranho mas, são duas almas que conseguiram se encontrar, reencontrar e se perderam, no labirinto das sombras onde os fantasmas de um pesadelo sem nexo, foi mais forte que a real realidade.
Na confusão de querer ouvir Deus, se desviou do caminho e acabou se perdendo em vozes que não disseram a frase: “ Você chegou ao seu destino” aquele que lhes trariam paz, sabedoria e amor.
E a intenção? Não sei!
Seria este o pulo do gato? Talvez!
Porque existe uma única maneira de despertar a consciência, e ela é através da experiência, na consistência de não desistir, de lutar e não se entregar, e aprender que não se encontra o amor se você primeiramente não aprendeu a amar.
Porque amar está na coragem, na ousadia de saber exatamente onde se quer chegar, e não na entrega de um anel e no arrependimento que sentiu.
Então quem perde é aquele que tem medo, e ainda pensa em não tê-lo.
Este foi o processo, a maturação de não fazer algo por insegurança, porque o amor não é propriedade, ele é a serenidade, a evolução de ambos na espiritualidade, numa mão única, o amor e o carinho pela manhã, a tempestade durante o dia e a paixão nas madrugadas, o encontro na cozinha, o tropeção na escada, nas taça de vinho, nas risadas, na dança na sacada, o amor é zelo, os detalhes de bilhetes, a toalha perfumada no banheiro, o aroma no travesseiro, o prato inteiro de brigadeiro, no desatino da preocupação de uma dor lombar, na alegria do café a se preparar, na loucura de contar as sístole diástoles no tato, na parede o porta retrato, é a união das famílias, nos encontros a alegria, o cuidado nos gestos, acredite o amor se faz nos detalhes, por tudo que não deixamos o amor sem a paz, com as experiências a gratidão, nas turbulências a certeza de não partir, e na grandeza de saber perdoar aquele conseguiu te ferir.
Olhe, observe, e reflita…
Estaria no futuro ali bem na sua frente a porta do enigma no apartamento trancado, num guarda roupa fechado com algo guardado, duramente abandonado, o passado não acabado e a única chave está em tuas mãos para abri-lo e dar de cara com o presente e viver o amor mais nobre de alguém que um dia foi amado, em sua integridade e sem precedentes.
Então vem cá e tente descrever este amor?
Impossível, inexplicável, intangível e imensurável, mas mesmo sem estar ele estará contigo por todos os cantos, no infinito do imaginário de seus anseios, no desequilíbrio dos teus pensamentos, porque o amor é atemporal e você aprenderá que passe o tempo que passar, contigo ele sempre estará, agora e para todo o sempre…
Amém
Re Pinheiro

Inserida por RegianePinheiro

⁠Amor Incondicional

Ama-se na ausência,
No silêncio faz morada.
Não pede, não cobra, não força,
Acolhe, transforma, é jornada.

É toque sem tocar,
Luz no olhar perdido,
Aceita o outro inteiro,
Mesmo que venha partido.

Não vive de condições,
Ama por existir.
É um campo infinito de flores,
Onde a alma escolhe fluir.

– Diane Leite

Inserida por dianeleite

"" O amor não suporta a ausência, mas entende a liberdade...""

Inserida por OscarKlemz

“” Ninguém perde um amor, o que vai embora é a ausência de amor e essa é bom que vá o quanto antes...””

Inserida por OscarKlemz

" Nada, nem ninguém poderá me tirar você
nem mesmo o desamor
nem mesmo tua ausência
amor que dá até medo
pois já não é segredo
é bandeira do meu coração..."

Inserida por OscarKlemz

Um amor que suporte a ausência imposta pelo tempo
sem cobranças, esperando sua hora de acontecer
assim, amor de anjo, protetor, calmo
uma história incontável, especial
quem viverá essa juventude
esse desejo,
que aparece nas madrugadas de solidão
quanto ainda demorará?
até que seja real...
difícil, não é a espera
é saber por que ainda não aconteceu
e se acontecerá
não duvide que o universo todo conspira
mas essa história não é para somente agora
é sem fim
por isso um dia acontecerá...

Inserida por OscarKlemz

⁠A voz da minha ausência te fiz
Que preciso de mim agora
Muito mais do que qualquer coisa
Que venha de você.

Inserida por MiaSousa

PRA VOCÊ
Estes versos são pra você
Vazios de sua presença
Cheios de sua ausência
Com um toque de sofrer

Mais um poema a ti dedicado
Nele chamo tua atenção
Com meu jeito delicado
Quero tocar teu coração.

Inserida por MartaBiscoli

Coma alcoólico

Por que amá-la o destruiu. Era como estar em coma, vivo, mas com a ausência de consciência. Sem estímulos com sons e toques, apenas dor, associado a movimentos involuntários da sístole e diástole que no exato momento, pareciam ausentes, no fundo ele se sentia mais morto que vivo. A pertubação grave do funcionamento cerebral irreversível, devido ao trauma emocional e envenenamento de seu figado, provocado por doses e doses de remédios em copos de 200ml, que prometiam recuperar seus sentidos, não o ajudava nem um pouco. Estava como um zumbi, vagando sem destino e sem forças. Carregava uma carcaça corroída por destroços e feridas, cujo o peso era semelhante ao de um Adeus. Ele se transformou em algo que ninguém mais reconheceu.

Inserida por xlucvvs

Sua ausência te tornou presente quando o olhar não via, mas o coração sentia...

Inserida por gregory_silva

⁠No fragor da noite
Percebi uma ausência
Dissolvida na constância
Do hoje
Move-se em latência
O silêncio

E eu calei
Aquietei-me
Por fim
Não quero atrapalhar
O barulho que o
silêncio faz.

Inserida por Sidileide

⁠Fragmentos de Ti

Estás no vácuo de minha noite,
no silêncio que clama tua ausência,
na penumbra que esboça teu semblante
em memórias que se recusam a me abandonar.

Estás na música que invade minha playlist desordenada,
em um refrão inesperado que evoca Dindi,
nas novas canções de amor que já não posso te dedicar,
nas melodias que entoo para o teu vazio.

Estás no pé de manga de minha praça predileta,
nos felinos que cruzam meu caminho,
no sussurro do vento que dança entre as folhas,
nos peixes que nadam na represa.

Estás no ardor da água gaseificada,
nas efêmeras bolhas que dançam e se desfazem,
como recordações que emergem à superfície,
instantes fugazes que ainda aquecem minha alma.

Estás no tratado filosófico que leio,
na busca de aprender a lhe esquecer,
mas no pensamento que transcende a lógica
e me conduz a buscar-te em cada parágrafo.

Estás nos filmes românticos que assisto,
nos olhares que confessam o que restou por dizer,
nos finais ambíguos que reverberam
o vazio instaurado pelo teu adeus.

Estás nas paisagens que se desvelam diante de mim,
no temor de avistar pela janela o Corcovado,
no fulgor do sol que aquece minha pele,
o mesmo sol que recomendavas e que eu tanto evitava.

Estás na bossa nova que insisto em não ouvir,
em cada acorde sutil que me desmonta,
no compasso que murmura Quiet Nights of Quiet Stars
e me conduz para onde não desejo ir.

Estás nos momentos em que experimento a felicidade,
em risos que hesitam diante da tua ausência,
em conquistas que se esvaziam na falta
da luz dos olhos teus para compartilhá-las.

Estás nos momentos em que o desespero me consome,
em cada palpitação que anseia por respostas,
como quem busca estrelas em um céu encoberto,
tentando compreender se tu foste um desígnio divino.

Estás nos instantes em que encontro serenidade,
pois, mesmo distante,
tua presença reside em cada partícula de mim.

Estou ligada a ti de uma forma
que talvez jamais encontre reciprocidade,
ou talvez só seja porque é recíproco
um plano divino que não faz sentido.

Mas, além de estar em tudo,
tornaste-te parte de mim.
Não és apenas ausência;
és o eco perene de tudo que ainda sou.

Inserida por GWOOLSEVEN

O amor sonha com a pureza. Sexo precisa do pecado. O amor é sonho dos solteiros. Sexo é sonho dos casados.

Arnaldo Jabor

Nota: Trecho da crônica "Amor É Prosa, Sexo É Poesia", publicada na "Gazeta" em 4 de janeiro de 2012.

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Amor é prosa, sexo é poesia.

Arnaldo Jabor

Nota: Título de uma crônica do autor, que depois intitulou um livro.

O perigo do sexo é que você pode se apaixonar. O perigo do amor é virar amizade.

Arnaldo Jabor
"Amor é prosa, sexo é poesia"

Nota: Título de uma crônica do autor.

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O amor impossível é o verdadeiro amor

Outro dia escrevi um artigo sobre o amor. Depois, escrevi outro sobre sexo.

Os dois artigos mexeram com a cabeça de pessoas que encontro na rua e que me agarram, dizendo: "Mas... afinal, o que é o amor?" E esperam, de olho muito aberto, uma resposta "profunda". Sei apenas que há um amor mais comum, do dia-a-dia, que é nosso velho conhecido, um amor datado, um amor que muda com as décadas, o amor prático que rege o "eu te amo" ou "não te amo". Eu, branco, classe média, brasileiro, já vi esse amor mudar muito. Quando eu era jovem, nos anos 60/70, o amor era um desejo romântico, um sonho político, contra o sistema, amor da liberdade, a busca de um "desregramento dos sentidos". Depois, nos anos 80/90 foi ficando um amor de consumo, um amor de mercado, uma progressiva apropriação indébita do "outro". O ritmo do tempo acelerou o amor, o dinheiro contabilizou o amor, matando seu mistério impalpável. Hoje, temos controle, sabemos por que "amamos", temos medo de nos perder no amor e fracassar na produção. A cultura americana está criando um "desencantamento" insuportável na vida social. O amor é a recusa desse desencanto. O amor quer o encantamento que os bichos têm, naturalmente.
Por isso, permitam-me hoje ser um falso "profundo" (tratar só de política me mata...) e falar de outro amor, mais metafísico, mais seminal, que transcende as décadas, as modas. Esse amor é como uma demanda da natureza ou, melhor, do nosso exílio da natureza. É um amor quase como um órgão físico que foi perdido. Como escreveu o Ferreira Gullar outro dia, num genial poema publicado sobre a cor azul, que explica indiretamente o que tento falar: o amor é algo "feito um lampejo que surgiu no mundo/ essa cor/ essa mancha/ que a mim chegou/ de detrás de dezenas de milhares de manhãs/ e noites estreladas/ como um puído aceno humano/ mancha azul que carrego comigo como carrego meus cabelos ou uma lesão oculta onde ninguém sabe".

Pois, senhores, esse amor existe dentro de nós como uma fome quase que "celular". Não nasce nem morre das "condições históricas"; é um amor que está entranhado no DNA, no fundo da matéria. É uma pulsão inevitável, quase uma "lesão oculta" dos seres expulsos da natureza. Nós somos o único bicho "de fora", estrangeiro. Os bichos têm esse amor, mas nem sabem.

(Estou sendo "filosófico", mas... tudo bem... não perguntaram?) Esse amor bate em nós como os frêmitos primordiais das células do corpo e como as fusões nucleares das galáxias; esse amor cria em nós a sensação do Ser, que só é perceptível nos breves instantes em que entramos em compasso com o universo. Nosso amor é uma reprodução ampliada da cópula entre o espermatozóide e óvulo se interpenetrando. Por obra do amor, saímos do ventre e queremos voltar, queremos uma "reintegração de posse" de nossa origem celular, indo até a dança primitiva das moléculas. Somos grandes células que querem se re-unir, separados pelo sexo, que as dividiu. ("Sexo" vem de "secare" em latim: separar, cortar.) O amor cria momentos em que temos a sensação de que a "máquina do mundo" ou a máquina da vida se explica, em que tudo parece parar num arrepio, como uma lembrança remota. Como disse Artaud, o louco, sobre a arte (ou o amor) : "A arte não é a imitação da vida. A vida é que é a imitação de algo transcendental com que a arte nos põe em contato." E a arte não é a linguagem do amor? E não falo aqui dos grandes momentos de paixão, dos grandes orgasmos, dos grande beijos - eles podem ser enganosos. Falo de brevíssimos instantes de felicidade sem motivo, de um mistério que subitamente parece revelado. Há, nesse amor, uma clara geometria entre o sentimento e a paisagem, como na poesia de Francis Ponge, quando o cabelo da amada se liga aos pinheiros da floresta ou quando o seu brilho ruivo se une com o sol entre os ramos das árvores ou entre as tranças da mulher amada e tudo parece decifrado. Mas, não se decifra nunca, como a poesia. Como disse alguém: a poesia é um desejo de retorno a uma língua primitiva. O amor também. Melhor dizendo: o amor é essa tentativa de atingir o impossível, se bem que o "impossível" é indesejado hoje em dia; só queremos o controlado, o lógico. O amor anda transgênico, geneticamente modificado, fast love.

Escrevi outro dia que "o amor vive da incompletude e esse vazio justifica a poesia da entrega. Ser impossível é sua grande beleza. Claro que o amor é também feito de egoísmos, de narcisismos mas, ainda assim, ele busca uma grandeza - mesmo no crime de amor há um terrível sonho de plenitude. Amar exige coragem e hoje somos todos covardes".

Mas, o fundo e inexplicável amor acontece quando você "cessa", por brevíssimos instantes. A possessividade cessa e, por segundos, ela fica compassiva. Deixamos o amado ser o que é e o outro é contemplado em sua total solidão. Vemos um gesto frágil, um cabelo molhado, um rosto dormindo, e isso desperta em nós uma espécie de "compaixão" pelo nosso desamparo.

Esperamos do amor essa sensação de eternidade. Queremos nos enganar e achar que haverá juventude para sempre, queremos que haja sentido para a vida, que o mistério da "falha" humana se revele, queremos esquecer, melhor, queremos "não-saber" que vamos morrer, como só os animais não sabem. O amor é uma ilusão sem a qual não podemos viver. Como os relâmpagos, o amor nos liga entre a Terra e o céu. Mas, como souberam os grandes poetas como Cabral e Donne, a plenitude do amor não nos faz virar "anjos", não. O amor não é da ordem do céu, do espírito. O amor é uma demanda da terra, é o profundo desejo de vivermos sem linguagem, sem fala, como os animais em sua paz absoluta. Queremos atingir esse "absoluto", que está na calma felicidade dos animais.

Arnaldo Jabor
"Amor é prosa, sexo é poesia"

A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e palavras. Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida.

Martha Medeiros

Nota: Trecho do texto "Sentir-se amado".

Amor é um livro, sexo é esporte
Sexo é escolha, amor é sorte

Amor é pensamento, teorema
Amor é novela, sexo é cinema

Sexo é imaginação, fantasia
Amor é prosa, sexo é poesia

O amor nos torna patéticos
Sexo é uma selva de epiléticos

Amor é cristão, sexo é pagão
Amor é latifúndio, sexo é invasão
Amor é divino, sexo é animal
Amor é bossa nova, sexo é carnaval

Amor é para sempre, sexo também
Sexo é do bom, amor é do bem...

Amor sem sexo, é amizade
Sexo sem amor, é vontade

Amor é um, sexo é dois
Sexo antes, amor depois

Sexo vem dos outros e vai embora
Amor vem de nós e demora

Amor é cristão sexo é pagão
Amor é latifúndio sexo é invasão

Amor é divino sexo é animal
Amor é bossa nova sexo é carnaval

Amor é isso, sexo é aquilo
E coisa e tal...

Rita Lee
Música 'Amor e Sexo':

Nota: Letra composta por Cilze Mariane Costa Honório, Rita Lee, Roberto de Carvalho e Arnaldo Jabor

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Era o amor que tentei te oferecer!

Não consigo me entender
Sei o que devo fazer
É certo tenho que te esquecer
Mas é só aparecer,
Que me entrego a você.
Mas assim não pode ser,
Entregar-me e não te ter.
Não consigo me compreender,
Sei que não posso exceder.
Vou lutar contra meu querer,
Na minha cabeça meter,
Que um fim é o que tenho que fazer,
Quando será que vou aprender?
Meu desejo era te manter,
E cada dia mais te conhecer.
Agora começo a perceber,
O que eu não queria ver,
E o que você não tinha coragem de dizer.
Nunca me amaste, era apenas o aquecer.
Sexo, cama, e tudo que quisesse manter,
Sabe que basta me tocar para me derreter.
Sei que teus desejos consigo atender,
Nosso amor tem início ao anoitecer
E perdura até o amanhecer.
Mas não posso me corromper,
Sem você tenho que sobreviver,
Seguir a vida e me conter,
As lágrimas irei beber,
A saudade desfalecer,
Seguir em frente, nada irá me deter.
Adeus quem me fez viver,
Momentos que irão permanecer,
Loucuras de prazer,
Amei-te mas a este amor irei vencer.
E um dia quando você me rever,
Verás que mais do que prazer era o amor que tentei te oferecer!

Meu negócio agora é sexo e amizade. Acho esse negócio de amor uma coisa muito chata.

Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é.

Sou contra a reserva de mercado. Tem mais é que abrir as portas para a Madonna abrir as pernas.

Eu sou um preguiçoso que trabalha muito.

A força da grana que ergue e destrói coisas belas.

Desde pequeno eu achava que seria célebre.

O tempo não pára e, no entanto, ele nunca envelhece.

É impressionante a força que as coisas parecem ter quando elas precisam acontecer.