Ausencia William Shakespeare Amor
Viajante
Eu nem sei o que seria
Se acaso fosse diferente
O meu passado dia-a-dia
Com aura de viajante
Rebelde e determinado
A conhecer cada lado.
Quando é preciso
Uma ponte se constrói
Seja do agora ao paraíso
Ou do vilão ao herói.
Falar é tão fácil
Discutir a teoria também
Há de ser forte e dócil
Para ir mais além.
A vida ensina todo tempo
Basta aquele melhor olhar
Até mesmo um contratempo
Tem algo a revelar
Assim fui descobrindo
Depois de atravessar...
Romper as fronteiras,
Esquecer alguns limites
Faz com que a gente
Veja novos horizontes
Repletos de outras verdades
E consequentes possibilidades.
Eu seguirei como os viajantes
Enquanto houverem caminhos restantes
Fodam-se os ingratos porque serão esquecidos. São breves, limitados e sem base por não valorizarem a história, a importância de personagens e pioneiros. Querem fazer história sem olhar pelo retrovisor por orgulho e vaidade. Não voam muito alto.
O último recurso da mentira é desejar a morte da verdade para substituí-la. Mas mesmo que a verdade seja esmagada, seus fragmentos logo lembraram quem é quem.
Incentive as pessoas cujos propósitos são bons. Faça a diferença. Às vezes, elas estão necessitando de uma palavra que lhes dê a força para seguir na caminhada.
Desprezar a caminhada do outro não te fará ir longe. Para ir além procure valorizar quem também andou de alguma forma por essas estradas.
Na avenida das desilusões
Cabisbaixos seguem os devotos
Recordando com velhas fotos
A fé mantida em falhas previsões.
Decadentes, complexados e medíocres são fascinados por quem é como eles, mas alcança fama e poder devido uma anomalia do momento histórico.
A atitude ativa na resolução da situação se coloca como melhor opção ao invés de ficar parado num aguardo ineficaz e perigoso.
Teorias pouco acrescentam na inspiração. São as vivências que mais contribuem na construção da arte que provoca.
Aquilo do qual ele se diz indiferente é uma das coisas que provavelmente mais lhe causam algum incômodo íntimo.
