Ausencia William Shakespeare Amor
Malícia é ter a sensibilidade para identificar o mal, porém ver maldade em tudo é outra coisa, a psiquiatria chama isso de delírio persecutório.
Um grande livro deve deixá-lo com muitas experiências e um pouco exausto no final. Você vive várias vidas enquanto lê.
(...) Não queira viver o futuro, sem ao menos viver o presente.
Seu passado foi ensino Básico ,
Seu presente é ensino Fundamental, seu Futuro será ensino médio ,
Para você ter uma vitória de ensino superior(...)
(...)Sabe o que não te deixa ir para frente??
O fato de você não saber que Palavras não são Atitudes(...)
"Não importa os obstáculos na nossa vida,
Jamais devemos desistir e sempre insistir...mais cuidado o caminho é longo e difícil"
"Talves sua felicidade seja Provisória,
O seu silêncio as vezes possa ser seu maior amigo,
Porém na maioria das vezes ele acaba se tornando seu pior inimigo"
Nos cobrimos de razão, ceticismo e argumentos para esconder nossa vergonha. Tememos nos despir de nossas certezas, pois sem elas nos vemos como somos, almas perdidas na imensidão deste mundo.
Sem a nossa lógica, nossa razão, e a nossa “explicação para tudo", perdemos a significância humana, e somos reduzidos a pó nesta vastidão eterna.
Se imagine sendo uma moça, uma bailarina. Uma bailarina sozinha, que dança uma valsa solitária. Ela gira, dança e pula, olha pro público ver casais, olha pra si e não tem paz. É impróprio dançar só? A procura de ser um casal? Ela rodava, girava e pulava, e o único holofote era o que lhe destacava, sozinha por si mesmo, se julgando amada, sem um par. Dançava, girava e pulava, sozinha, a música triste que no final morria, teu coração sozinho, já dançava só faz tempo, e a bailarina não era aclamada, não recebeu palmas. E os súditos gritavam: Quero uma bailarina de verdade, e a bailarina retrucava: Quero deixar de ser metade.
Não tenha medo daquilo que ainda não viveu, pois se você não se arriscar nunca saberá o que te espera no caminho.
A genuína franqueza suscita boa amizade e excelente inimizade, respectivamente, por causa da vaga sabedoria e disseminada tolice.
Passamos uma vida inteira construindo nossa fortaleza. Um 'eu' interior que seja capaz de suportar o mundo e tudo o que vem com ele. Com nossa fortaleza desejamos repelir tudo aquilo que venha a fazer o império de quem nós somos, desabar.
Porém, há uma coisa que não há fortaleza que impeça. Lentamente, porém avassaladora, como a água ao bater na pedra sucessivamente: Esta é a morte, e dela, nenhuma fortaleza escapa.
