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Até onde vai sua Amizade

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Quando a gente ama e não é correspondido,pensa que vai morrer,com o coração rasgado,mas até as feridas,grandes cicatrizam,e de repente aparece alguém,e preenche o vazio que o outro nem chegou a preencher,na verdade o verdadeiro amor,não faz sofrer,ele vem pra gente viver junto,desde o comecinho.

A gente se encanta mesmo é pelos detalhes, traços bonitos até são bonitos de se ver. Mas não há traço mais lindo do que aquele que fica desenhado com amor no coração da gente.
Ricardo F.

Eu não vim aqui pra dizer que não vivo sem você, eu até vivo, só não quero!

ARRUMANDO A MALA




Repensando em quase tudo

ou até mesmo em quase nada

resolvi mudar de vida...

ou sei lá, uma nova vida

Olhei ao redor perdida

sem saber... por onde?

avistei logo uma mala

com alças fortes

tinha que ser um plano certeiro

Busquei dentro do meu ser

toda dose de humildade

armazenei esperanças

embalei todos os sonhos

e na mala acomodei

Dosando e medindo

peguei do carinho, uma porção

mais uma pitada de emoção

tintas de todas as cores

para pintar nova tela

Esta mala tem que estar repleta

de amor em tom maior

doses de aceitação

frascos de doação

Rebusquei mais ainda,

cataloguei todos os amores,

para não me enganar

entre os vindouros

Faltaram ainda

alguns genéricos

que talvez deva trocar

por autênticos

nada de similares

quero garantir o êxito

de todo investimento

Selecionei peças e objetos

ousei de cores exóticas

livros de auto-ajuda

muitos papéis em branco

e canetas para rabiscar



Vou colher ainda no caminho

toda sorte do mundo

alegria de criança

crença de todos os fiéis

doses de paciência

Com certeza vou aportar

numa ilha da fantasia

num mundo encantado

Que me faça feliz

Perco meus sentidos
fico louca, insana e atrevida.
Respiração já era,
até isso entrego.
Nada mais é meu.
Louca?
Sim, completamente
Insana?
Sim, para sua mente
Atrevida?
Sim, até que me aguente.
E sabe?
Sua respiração se
torna minha inspiração ...

O melhor remédio é sorrir
Dê risada até da sua própria desgraça
Aquela gargalhada que limpa a alma
Se você fizer isso você realmente é forte

Se eu fosse mesmo uma bruxa, um feitiço no tempo iria lançar, para ir mais devagar, ou até mesmo parar... Tua boca com beijos calar, tua pele de leve tocar, no teu corpo me enroscar, no teu ouvido soprar... Mordiscar, sussurrar... A fim de te encantar... Fazendo você se entregar e o teu prazer iria sugar. Sem nunca me saciar...

Televisão pode até ser uma boa diversão, só não pode ocupar o tempo no qual eu poderia dedicar-me aos meus filhos ou ao meu marido.

As paixões são tipo música. Você as ouve e não se cansa, até que apareça uma nova capaz de ocupar o seu lugar.

CUBO DE GELO
Dia após dia, durante anos, aquela foi minha rotina. E até hoje me pergunto: como é possível?
Levantar ir ao trabalho. Bem, eu acordo cedo, eu gosto. Seis em ponto estou pronto. Café tomado, estômago vazio. De fato prefiro mesmo tomar café no trabalho, mas pela manhã, em casa, vai bem. Pois bem, dia após dia os ônibus cheios, pessoas, carros, espelhos. Tudo tão calmo e ao mesmo tempo é desespero. Movimento com o passar dos postes diante do meu pensar distante e desinteressante, observado de canto a canto, de sereno a delirante. Uma senhora que olha e disfarça. Olho para o relógio, perto de chegar, mais um sinaleiro. Olho para trás, procuro me posicionar, posição de saída. As portas se abrem, desço. Saio por primeiro. Passo após passo pela calçada em preto e branco, os prédios, as praças, os pombos. Ah, um dia frio faz mesmo observar. Os passos parecem desacelerar, enquanto o relógio derrete o tempo. Ora, só preciso chegar! Pois tenho tempo! Estou a voltar, novamente vejo as cenas, o ônibus, os postes, a senhora que me olha com desejo, quero dizer: disfarça! Eu vejo. Como é possível? Novamente paro, penso! As pessoas em câmera lenta, e eu: desespero? Ah, esse eu neste cubo de gelo, que segredo deste olhar a delirar... Só um olhar a delirar. Será mesmo? Passam-me uma a uma – as pessoas, sim, as pessoas – e eu a perguntar: e o meu tempo? Devagar! Devo chegar, distancio-me. Dias frios fazem mesmo observar. Rio, porque em vez de ir adiante, estou indo para trás. Como é possível? Novamente, tenso, penso: dia frio faz mesmo observar. Suores na testa e como suo neste cubo de gelo. Ah, que segredo, apenas meu olhar a delirar. Nem pergunto. Mas será mesmo? Os ternos, as saias, o vento. Estala os dedos a velha senhora naquele bar. Como eu posso escutar? A brasa a queimar no cigarro do mendigo. As luvas sujas, os trajes, um pão mordido, pego sobre luvas sem dedos, e no braço uma coberta a arrastar. Novamente lembro! Preciso chegar! Eu tenho tempo, devo me lembrar! O sono vem me incomodar. Minha inquietude posta em cheque, posição: sentido! Resolvo parar! Como é possível? Sigo o caminho e isso pode ser muito... Ah, deixa pra lá. Observo idéias em linha reticente, tudo devagar de dentro de um cubo de gelo. Meu tempo! É mesmo, um dia frio faz mesmo observar.

Cuidado hein. A carência engana tão bem, que parece até amor.

- Olha, as vezes é preciso digerir muitas trilhas amargas até alcançar aquela musica que te faz aumentar o som.

QUANDO EU MORRER...

Você pode até chorar, mas não vá se lamentar, não vá agir como se a vida também tivesse acabado para você. Na verdade, você é a minha continuação, desde que sejam mantidos acesos os meus ideais, desde que mantenham-se vivos os meus bons costumes, os meus bons exemplos...

Conte histórias sobre mim e de como eu queria mudar o mundo, mas seja também o protagonista da sua própria história, piloto da sua própria moto sobre a belíssima estrada da vida e de vez em quando lembre-se de olhar pelo retrovisor, para ver o quanto tem avançado, mas lembre-se de seguir em frente, pois você ainda pode ir mais longe.

A gente vive esperando que as coisas mudem que as pessoas mudem...
Até que um dia, a gente muda e percebe que nada mais precisa mudar.

Estou muito bem, até mesmo quando estou péssimo

O verdadeiro fim não é a morte, é o esquecimento. Afinal, até Aquiles que não tinha medo da morte, tinha medo de ser esquecido.

Amar é entender o outro até naquelas horas em que os piores defeitos são revelados.

‎Aí fui recebendo tanto carinho que fui ficando, até hoje.

"Não importa mais, já doeu, já sangrou e até curativo eu já coloquei, remédio é o que não falta. Vou deixar o tempo cicatrizar, já dizia minha avó que o tempo cura tudo. Pois é, ele vai curar."

Algumas pessoas possuem deficiência visual, não enxergam mas compreendem, porém a maioria até enxerga bem, mas não compreende.