Ate o Mel mais Puro em um Recipiente

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Viajo porque gosto, volto porque te amo.

Se hoje não fazemos parte do mesmo presente, é porque tínhamos que seguir caminhos diferentes.

O sábio aprende,
com quem não sabe,
Oque o tolo não,
aprende com o sábio.

⁠Continua menina no teu caminho, anda, pula, grita de alegria. Seja infinda a tua energia, nos encante, espalha tua melodia e colore nossas vidas. Seja o que sempre quis, viva esse momento, seja vento, vá pra onde você possa mostrar o seu talento.

Seja tua humildade tua marca registrada, o teu sorriso a luz que dar vida aos nossos dias. Canta moça serena, solta tua voz, mostra seu dom, canta de peito aberto porque tu é feita de música em tuas veias pulsam todos os sons

⁠Vai pequena cuida de você, seja grande, mesmo que outros não queiram lhe vê vencer.

Vai menina não desanima, se ontem foi tristeza hoje são novas alegrias.

Voa, faz do céu o teu limite, não se prenda ao chão, cria asas em teu coração, viva o agora, seja teu futuro decidido em compreensão.

Pra quem tem fé
A vida nunca tem fim
Não tem fim, é

O Rappa

Nota: Trecho da música Anjos (Pra Quem Tem Fé).

⁠— Tem coisa muito pior que morrer. Eu acordo todo dia querendo morrer.
— Ah é?
— É... Você não entende ainda, mas vai entender... Ah vai...

De qualquer maneira até que achei bom eles terem inventado a bomba atômica. se houver outra guerra, vou sentar bem em cima da droga da bomba. Vou me apresentar como voluntário para fazer isso, juro por Deus que vou.

Dizem que, as melhores coisas, aquelas realmente importantes, guardamos para nós. Dizem que, escondemos do resto do mundo, por ser algo tão importante e especial.

O caminho mais curto

Zé era uma dessas pessoas que vivia fugindo das dificuldades. Sempre procurou o caminho mais curto e cômodo. Era mestre em atalhos. Nem sempre suas soluções eram as melhores. Mas sempre estavam de acordo com os seus próprios interesses. Sofrimento era uma palavra que simplesmente não existia no dicionário do Zé. Tudo o que pudesse provocar algum tipo de desconforto era imediatamente colocado em segundo lugar. Coisas como: solidariedade, amor, humildade, perdão... Um dia Zé morreu... Ao chegar no Céu encontrou São Pedro em frente a uma grande porta com uma imensa cruz de mais ou menos cinco metros. Zé saudou o Santo com a intimidade de um velho conhecido, do jeito que fazia com os amigos nos bares da vida, quando queria pedir algum favor. Depois, então, Zé lhe perguntou: - Qual o caminho mais curto para o céu? São Pedro respondeu: - Seja Bem-vindo, Zé! A porta é por aqui mesmo... Entre! Zé entrou e viu uma longa escada, bastante estreita e pedregosa. E perguntou imediatamente, como fazia nos velhos tempos: - Não tem um caminho mais curto? São Pedro respondeu com ternura e autoridade: - Não, Zé. O caminho é esse mesmo. Todos os que entram no céu passam por aqui. E tem mais. Você deverá levar esta Cruz até lá. São apenas cinco quilômetros de caminhada. O Zé olhou para a Cruz e pensou com seus botões: - Vou dar um jeitinho. Agradeceu e saiu com sua Cruz em direção ao Paraíso. Caminhou um quilômetro sem dificuldades. Foi então que viu um serrote esquecido no chão. Olhou ao redor, não viu ninguém e não resistindo a tentação, cortou um metro da Cruz. Continuou o seu caminho, mas levou junto o serrote. Mais um quilômetro, mais um metro cortado. Mais um quilômetro... cortou outro metro. Quando faltava apenas cem metros para chegar no Céu só havia mais um metro da Cruz. E lá ia o Zé carregando a cruz sem dificuldade, como sempre fez durante toda sua vida. Foi então que aconteceu o inesperado. Para chegar até o Céu, seria necessário atravessar um precipício. A distância até a outra margem era de cinco metros. Zé podia ver apenas um fogo intenso no fundo do precipício. Faltou coragem... ele não seria capaz de saltar tão longe. Desanimado, sentou. Lembrou então a oração do Anjo da Guarda que aprendera com sua avó. Começou a rezar... e logo seu Anjo da Guarda apareceu e perguntou: - Ei Zé... o que você está esperando? A festa lá no Céu está uma maravilha! Você não está escutando a música e as danças? Porque você está aqui sentado? Zé respondeu: - Cheguei até aqui, mas tenho medo de pular este precipício. O Anjo, então, exclamou: - Ora Zé, use a ponte! - Que ponte? Perguntou o Zé. E o Anjo respondeu: - Aquela que São Pedro lhe deu lá na entrada! Onde está a sua ponte, Zé? E Zé, compreendendo o seu grande erro, respondeu tristemente ao Anjo: - Eu cortei! Os caminhos mais curtos sempre nos levam a algum lugar, mas nem sempre nos ajudam a alcançar os nossos objetivos.

(Autor desconhecido)









Se alguém lhe fechar a porta, não gaste energia com o confronto, procure as janelas. Lembre-se da sabedoria da água: a água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna.

Inserida por Calypso

— E se não der certo?
— A gente vai tentando até acertar.

O impossível existe até que alguém duvide dele e prove o contrário.

Albert Einstein

Nota: Autoria não confirmada.

Que mérito vocês terão se amarem aos que os amam? Até os pecadores amam aos que os amam.

Jesus Cristo
Bíblia Sagrada. Lucas 6:32.

Nota: Nova Versão Internacional

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Onde estiver, seja lá como for, tenha fé porque até no lixão nasce flor.

Racionais MC's

Nota: Trecho da música Vida Loka (parte 1).

Abençoados os que esquecem, porque aproveitam até mesmo seus equívocos.

Friedrich Nietzsche
Além do bem e do mal. São Paulo: Companhia de Bolso, 2005.

Nota: A citação aparece no filme "Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças", e é uma adaptação do pensamento do livro "Além do bem e do mal".

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Uma fé pequena leva as almas até o céu, mas uma grande fé traz o céu até as almas.

Se você não se sente a altura,suba até ela

Sua promessa não vale nada, até que você a cumpra.

E até hoje, eu acredito que, na maior parte do tempo, o amor é uma questão de escolhas. É uma questão de tirar os venenos e as adagas da frente e criar o seu próprio final feliz.

Fiquei. Você sabe que eu fiquei. E que ficaria até o fim, até o fundo. Que aceitei a queda, que aceitei a morte. Que nessa aceitação, caí. Que nessa queda, morri. Tenho me carregado tão perdido e pesado pelos dias afora. E ninguém vê que estou morto.

Caio Fernando Abreu
ABREU, C., Inventário do Irremediável