Ate o Mel mais Puro em um Recipiente
"Até quando o extremismo e a politicagem vão sabotar a nossa economia e a nossa imagem internacional? É inadmissível ver setores do agro relativizarem o crime ambiental e, pior ainda, herdeiros políticos irem a Washington bater continência para governo estrangeiro, chancelando tarifas econômicas contra o próprio país apenas para desgastar adversários internos. O verdadeiro patriotismo não vive de idolatria a líderes de fora; vive da defesa real do bolso, da soberania e do prato de comida do povo brasileiro."
A vida não é feita de escolhas, e sim de oportunidades. Às vezes ela chega até você, às vezes não, isso não é falta de esforço, e sim a porcaria do destino.
Se a nossa humanidade
Seus conceitos não rever
Sufocará a si mesmo
Até não sobreviver.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
Quando tu tocas em mim
Meu corpo perde a calma
E fica tão exitado,
Que arrepia até a alma.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
Não tem como não vencer
Se fizermos tudo correto
Se até a flor que é sensível
Surge em meio ao concreto.
Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
25 janeiro 2026
As pessoas podem até amar seu jeito de falar, mas é pelo seu jeito de escutar que elas vão amar falar com você.
Quando me perguntam se Motocicleta é Sinônimo de Liberdade, só respondo: “Às vezes, até a Liberdade precisa se locomover sobre o paraíso de duas rodas para tomar vento na cara.”
Não tive nada a ver com o 11 de setembro… apenas carrego comigo a doce certeza de que até em dias sombrios Deus acende luzes.
Se for preciso, Deus usará até os pequeninos para alcançar e amolecer os corações dos que se acham grandes.
O Eterno Pai sempre surpreende!
Ele escolhe o improvável, o frágil, o pequeno — justamente para lembrar aos “grandes” que nada é pelo poder humano, mas pela graça d’Ele.
Deus não mede a grandeza da alma pela régua do mundo.
Aqueles que se consideram fortes, imbatíveis, muitas vezes se tornam cascas grossas, insensíveis…
Mas o Senhor, em sua infinita sabedoria, usa justamente os pequeninos — aqueles de coração simples, de gestos discretos, de fé sincera — para tocar e amolecer os corações empedernidos.
Assim, Ele nos mostra que a verdadeira força não está na imponência, mas na humildade; não está nos berros, mas nos sussurros; não está na ostentação, mas no amor silencioso que transforma vidas.
Quando o ser humano perceber que a bola, ainda que chutada, agarrada, liberada, agredida e até acolhida, tem mais voz que o “livro mais vendido” e 'menos vivido do mundo', não haverá mais brigas nem trapaças no futebol.
Há algo de profundamente humano no destino da bola.
Buscada e tocada de todas as formas, e ainda assim continua rodando, unindo pessoas que, fora do campo, talvez jamais se entenderiam.
A bola não julga quem a toca. Ela gira para todos, sem distinção de credo, cor ou fronteira.
E é justamente nesse movimento, tão simples e tão leve, que mora uma lição que o ser humano parece ter esquecido.
Enquanto o mundo se curva diante do livro mais vendido — e, ironicamente, menos vivido —, a bola segue pregando seu evangelho silencioso: o da partilha, da alegria e da verdade do instante.
No gramado, não há espaço para disfarces; o que se é, se mostra.
A bola não aceita trapaças por muito tempo.
Quem tenta enganá-la, mais cedo ou mais tarde, tropeça no próprio engano.
Talvez, quando o ser humano perceber que a bola fala muito mais alto que muitos púlpitos, que seu giro é mais honesto que muitos discursos e que seu jogo é mais limpo que muitas pregações, o futebol voltará a ser o que sempre foi: um espelho do que temos de melhor.
E então, quem sabe, já não haverá mais brigas nem trapaças — apenas o som puro da bola correndo livre, leve e solta, ensinando em silêncio aquilo que tantos livros gritam sem entender.
O manipulador convencido de ser o único inquilino das cabeças dos seus asseclas, pode até lhes mandar buscar o chicote para chicoteá-los.
Com tanto charlatão disputando a atenção dos desavisados, até o anticristo que haveria de vir já deve estar furioso.
Afinal, vivemos tempos em que qualquer voz mais alta se acha digna de púlpito, e qualquer promessa vazia se fantasia de revelação.
O que deveria causar espanto já virou espetáculo; o que exigiria discernimento virou produto; e o que pedia responsabilidade virou palco para vaidades espirituais.
Talvez o maior sinal dos tempos não seja a chegada de alguma figura sombria, mas a facilidade com que entregamos nossa lucidez na bandeja da carência a quem não a merece.
Porque, no fim, o perigo não está no “que há de vir”, mas no tanto de mentira que já deixamos entrar — sorrateira, confortável e bem empacotada.
Se há algo a temer, não é um anticristo hipotético, mas a multidão de pequenas farsas que sequestram consciências todos os dias.
E, diante disso, o gesto mais revolucionário ainda é simples: pensar, questionar e não terceirizar a própria fé.
Talvez não haja confusão e carência espiritual maior que aguardar por anticristos, aplaudindo de pé os que já vieram.
Meu Pai só permitiu à Tristeza me abraçar até a minha alma aprender a chorar, porque Ele já havia tecido Lenços de Misericórdia.
Há dores que não chegam para nos destruir, mas para nos ensinar a linguagem que antes não sabíamos falar.
A Tristeza, quando autorizada pelo Pai, não vem como castigo, vem como professora silenciosa.
Ela nos abraça não para nos aprisionar, mas para que a alma — ainda rígida, ainda orgulhosa de resistir — aprenda a chorar.
Embora haja choros de remorsos e infortúnios, chorar é um verbo sagrado.
Ainda que muitos infalivelmente fortes considerem fraqueza.
Mas admitir isso seria também admitir que o Filho do Homem fraquejou.
É quando o coração finalmente admite que não é de ferro, que precisa ser cuidado, que não foi criado para atravessar desertos sozinho, longe do Pai.
E Ele sabe disso.
Por isso, Ele não impede o abraço da Tristeza de imediato.
Ele permite o tempo exato: nem um minuto além do necessário, nem um segundo aquém do aprendizado.
Enquanto a alma aprende a chorar, o céu trabalha em silêncio.
Cada lágrima encontra um destino, cada soluço é ouvido, cada queda é contada.
Antes mesmo que o pranto escorra pelo rosto, Lenços de Misericórdia já estavam sendo tecidos — fio por fio, com paciência eterna, do tamanho exato da dor.
Esses lenços não apagam a história, mas secam o excesso de peso.
Não negam a ferida, mas impedem que ela infeccione.
São gestos suaves de um Pai que nunca esteve ausente, apenas respeitou o processo.
Quando a Tristeza se retira, não leva consigo a fé; deixa uma alma mais humana no lugar, mais inteira, mais capaz de consolar.
Porque quem foi enxugado pela Misericórdia aprende, um dia, até a ser lenço nas mãos de Deus.
Se até o Barulho das nossas Lágrimas chega aos Céus, imagina o Barulho da nossa Oração!
Façamos Barulho!?!
Pois, se até o barulho ensurdecedor das nossas lágrimas atravessa a distância entre o chão que pisamos e os Céus que almejamos, é porque Deus não mede som — Ele reconhece verdade.
Lágrima não grita, mas confessa.
Escorre onde a alma já não consegue se explicar.
Agora, imagina a oração…
Não a decorada, a apressada, nem a que tenta impressionar.
Mas aquela que nasce do mesmo lugar das lágrimas: do cansaço, da esperança teimosa, da fé que manca, mas não desiste de caminhar.
A oração faz barulho ainda mais estrondoso porque movimenta o invisível.
Ela não precisa de voz alta, precisa de entrega.
Às vezes sussurra, às vezes geme, às vezes só respira — e mesmo assim estremece os Céus, porque carrega dentro dela o nome de quem confia.
Façamos barulho, sim.
Com joelhos dobrados, corações rasgados e com silêncios agridoces cheios de fé.
Façamos barulho não para sermos ouvidos pelos homens, mas para lembrarmos a nós mesmos que nunca fomos ignorados por Deus.
Se a lágrima já incomoda, a oração transforma.
E onde ela chega, nada permanece exatamente como antes.
Pois, os que choram serão consolados, os que oram — ouvidos.
Façamos Barulho!?!
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