Ate o Mel mais Puro em um Recipiente
É nas subidas que se ganha as corridas. São nos momentos mais difíceis que se abre distancia e separam-se aqueles que são dos que permanecem na mediocridade.
Quando você fica ao lado de uma pessoa bonita, você não se torna mais bonita por isso. Quando você fica ao lado de uma pessoa rica, você não fica mais rica por isso. Agora, quando você fica do lado de uma pessoa feliz, isso é contagiante. A felicidade contagia nosso coração.
VOCÊ.
Você, meu amigo namorado, amante, noivo e logo mais vai ser meu marido.
Você meu Poeta, meu musico. meu Eterno Carinho.
Você me suprindo. me ensina. E me enche de beijinho
Quanta Honra, minha Poder me desfilar. na terra com você.
AMO VOCÊ!
Como seria fantástico se as pessoas apenas se amassem e não pensassem em nada mais, apenas na deliciosa experiência do entregar-se de corpo e alma... e todo o resto não existir.
Vai, agora vai pra nunca mais voltar. Porque quem vive de passado é museu, e desde criança eu sei que figurinha repetida não completa álbum.
O Boi Velho
Uma das coisas mais ingênuas e comoventes da vida do Barão do Rio Branco era o seu sonho de fazendeiro. Homem nascido e vivido em cidade, traça de bibliotecas, urbano até a medula, cada vez que uma coisa o aborrecia em meio às batalhas diplomáticas, seu desabafo era o mesmo, em carta a algum amigo: “Penso em largar tudo, ir para São Paulo, comprar uma fazenda de café, me meter lá para o resto da vida…”
Nunca foi, naturalmente; mas viveu muito à custa desse sonho infantil, que era um consolo permanente.
Por que não confessar que agora mesmo, neste último carnaval, visitando a fazenda de um amigo, eu, pela décima vez, também não me deixei sonhar o mesmo sonho? Com fazenda não, isso não sonhei; os pobres têm o sonho curto; sonhei com o mesmo que sonham todos os oficiais administrativos, todos os pilotos de aviação comercial, todos os desenhistas de publicidade, todos os bichos urbanos mais ou menos pobres, mais ou menos remediados: pegar um dinheirinho, comprar um sítio jeitoso, ir melhorando a casa e a lavoura, vai ver que no primeiro ano dava para se pagar, depois quem sabe daria uma renda modesta, mas suficiente para uma pessoa viver sossegada; com o tempo comprar, talvez mais uns alqueires…
Meu pai foi durante algum tempo sitiante, minha mãe era filha de fazendeiro, meus tios eram todos da lavoura… Mas que brasileiro não é mais ou menos assim, não guarda alguma coisa da roça e não tem a melancólica fantasia, de vez em quando, de voltar?
Aqui estou eu, falso fazendeiro, montado no meu cavalo, a olhar minhas terras. Chego até o curral, um camarada está ordenhando as vacas. Suas mãos hábeis fazem cruzar-se dois jatos finos de leite que se perdem na espuma alva do balde. Parece tão fácil, sei que não é. Deixo-me ficar entre os mugidos e o cheiro de estrume, assisto à primeira aula de um boizinho que estão experimentando para ver se é bom para carro. Seu professor não é o carreiro que vai tocando as juntas nem o pretinho candeeiro que vai na frente com a vara: é um outro boi, da guia, que suporta com paciência suas más-criações, obrigando-o a levantar-se quando se deita de pirraça, arrasta-o quando é preciso, não deixa que ele desgarre, ensina-lhe ordem e paciência.
No coice há um boi amarelo que me parece mais bonito que os outros. O carreiro explica que aquele é seu melhor boi de carro, mas tem inimizade àquele zebu branco vindo de Montes Claros, seu companheiro de canga; implica aliás com todos esses bois brancos vindos de Montes Claros. O caboclo sabe o nome, o sestro, as simpatias e os problemas de cada boi, sabe agradar a cada um com uma palavra especial de carinho, sabe ameaçar um teimoso – “Mando te vender para o corte, desgraçado!” – com seriedade e segurança.
Ah, não dou para fazendeiro; sinto-me um boi velho, qualquer dia um novo diretor de revista acha que já vou arrastando devagar demais o carro de boi de minha crônica, imagina se minhas arrobas já não valem mais que meu serviço, manda-me vender para o corte…
Quando ideologias partidárias estão mais fortes e mais conhecidas que os princípios constitucionais, então é hora de repensar seu papel na sociedade
“Está tudo voltando e eu não quero mais lutar. Estou tão cansada… A escuridão, o caos, o medo, a dor, todos eles podem me levar agora. Eu não me importo… e eu não sou a única a não se importar.”
Triste mesmo, é perder algo tão bom e saber que nunca mais terá de volta, porque suas ações do passado não permitem que as coisas voltem a ser como antes
São nos detalhes que percebemos a importância. A vida fica mais simples quando nos deixamos levar pelo que realmente nos importa.
O que é menos importante pra você pode ser o mais importante para mim, pois nós somos pouco importantes para o mundo, mas temos todo valor para Deus. Ele nos ama.
Mas então o mundo mudou, tudo foi ficando mais rápido, fácil, dinâmico, moderno, fugaz. E no lugar daquela câmera com rolo 24 poses e flash acoplado, temos celulares que fotografam e imediatamente postam fotos cheias de filtros e efeitos nas redes sociais. Tudo muito luxuoso, prático e indolor. E não percebemos o quanto mudamos também. Porque esquecemos o tempo em que tínhamos que esperar as 36 poses serem gastas _ com dignidade, parcimônia e comedimento_ para depois saber se saímos bem ou não na foto. Esquecemos como tudo era mais lento, simples, arcaico e até romântico...
Então é de se esperar que a gente acredite que a vida tenha adquirido esse molejo também. E passamos a exigir da vida _ coitada!_ o swing das câmeras digitais. E começamos a cobrar do amor_ esse culpado!_ a eficácia dos flashes embutidos. E ficamos indignados com a vida e emburrados com o amor quando eles não têm essa rapidez, categoria, design e evolução. Como se tudo fosse descartável, substituível, soft e clean. Esquecemos que os tempos mudaram, mas aqui dentro continuamos precários. Muito precários...
Quanto mais frio você pegar na cabeça. Mais gelado será seu coração... Porque uma mente congelada gera um coração burro.
Perda de confiança é nó que não desata. Quando solta, não se amarra mais no mesmo ponto, deixando sempre um pedaço para trás.
Vou escrever em todas as pedras: "ADORO-TE " e espero que a pedra mais pesada caia na tua cabeca p'ra veres como doi, sentir saudades tuax
QUANDO
Quando for amar,
ame o mais profundo que puder...
Quando for falar,
fale o que realmente for necessário...
Quando for sorrir,
procure sorrir com os olhos também...
Quando pensar em desistir,
pense na luta que foi começar e não desista...
Quando quiser se declarar a alguém,
faça isso sem medo do que a pessoa pensará de você...
Quando for sonhar, sonhe bem alto, bem longe...
Quando for partir, não diga adeus,
diga como foi tudo maravilhoso...
Quando abraçar um amigo,
abrace com todo carinho e
lembre-se deste abraço a vida toda...
Quando precisar de ajuda não se envergonhe em pedir socorro,
sua humildade vale a vitória...
Quando sentir raiva de alguém,
peça luz em oração para esta pessoa...
Quando tentar algo de novo na vida,
tente pra valer, mude, arisque-se, viva intensamente...
Quando precisar de um amigo, lembre-se de mim,
estarei aqui torcendo por você e por sua felicidade!
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