Ate o Mel mais Puro em um Recipiente

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Alegria, são fogos de artifício em frente aos seus olhos, mas que incrivelmete ninguem mais os vê, só percebem que você os está vendo.

Minha cabeça só pensa aquilo que ela aprendeu... por isso mesmo, eu não confio nela, eu sou mais eu...

As palavras são como as folhas; e quanto mais abundam, mais raramente se encontram entre elas muitos frutos do bom senso.

Alexander Pope
Ensaio sobre a Crítica

A indústria alimentícia de origem animal é no meu entender a mais nefasta de todas as indústrias. Ela esconde o modo de produção e faz publicidade de forma fantasiosa, com mascotes e imaginário coletivo que desassocia o "produto" final da dor e do sofrimento animal para que as pessoas consumam sem questionar e sem remorso dos crimes que são coniventes.

“O papel de vítima é a mais refinada forma de vingança!”
Bert Hellinger

Pessoas ou grupos , quando se vitimizam, fazendo-se de incapazes, se tornam os oprimidos bonzinhos, tirando, assim, toda a responsabilidade de seus próprios ombros.
Quem assume o papel de vítima está dizendo para o mundo que tem uma condição intrinsecamente desfavorável e desprivilegiada, em relação aos demais, ou seja, quer passar a ideia de que não faz porque não pode. Então, isso mobiliza pessoas a fazerem, por ele, o que ele mesmo deveria estar fazendo.
Aquele que se vitimiza lança um olhar de cobrança sobre todos, o que faz os demais se sentirem culpados e devedores. A vítima se coloca no lugar de "poder" tudo, pois o outro é "devedor" dela sempre. Afinal, o mundo lhe deve!
Além disso, o “coitadinho”, ao se colocar nesse lugar, nesse papel, nessa condição, põe, no outro, o rótulo também de opressor, mau, culpado.
No papel de vítima, ele se sente como a pessoa boa, injustiçada e o outro é o mau. Pois o outro só poderá ser o opressor ou devedor e vai sempre ser olhado como alguém pequeno.
Essa é a vingança velada.

Nos olhos dos jovens vemos chamas mas é nos olhos dos mais velhos onde vemos a luz.

O homem não sabe mais que os outros animais; sabe menos. Eles sabem o que precisam saber. Nós não.

Fernando Pessoa
Aforismos e afins. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.

Com tantos olhos por aí, eu fui me apaixonar pelo mais lindo

A coisa mais importante que se pode aprender na vida é amar. E em troca, amado ser.

Quanto mais olho para minha sogra, mais me convenço de que o divórcio é apenas uma questão de tempo.

É mais fácil culpar alguém por seu erro, do que admitir que errou. E isso não te torna esperto, te torna medíocre.

A coisa mais importante é o seu ser. Não deixe que os outros manipulem e controlem você.

(Catherine): Se tudo o mais perecesse e ele continuasse, eu ainda deveria continuar a existir; e, se tudo o mais continuasse e ele fosse aniquilado, o universo tornar-se-ia para mim completamente estranho; eu não pareceria fazer parte dele. Meu amor por Linton é semelhante à folhagem dos bosques: o tempo o mudará, sei bem disso, como o inverno muda as árvores. Meu amor por Heathcliff assemelha-se às rochas eternas de baixo: uma fonte de pouco regozijo visível, mas necessária. (...) Ele está sempre em meu espírito, não como um prazer, do mesmo modo que constituo sempre um prazer para mim, mas como meu próprio ser. Não fale, portanto, outra vez, em separação; ela é impensável e... (O Morro dos Ventos Uivantes - 1847)

Só quem faz mais que outrem é que é mais que outrem.

Dom Quixote
CERVANTES, M. D. Quixote de La Mancha - Primeira Parte (XVIII). eBooksBrasil, 2005

O que mais fará falta na morte de alguém importante é o olhar dessa pessoa sobre nós, pois precisamos do outro como referência de quem somos. Se a pessoa que eu amo não existe mais, como posso ser quem sou?

Amar você,é bom mais também é ruim bom,por ter vc por perto,ruim por não gosta de mim

Em troca de retornar a este mundo, você deve deixar o que é mais importante para você.

Teu silêncio foi a conversa mais triste que já tivemos.

Prendia-se a ele por laços mais fortes do que aqueles que o frio raciocínio pensador pode destruir, laços tecidos pelo hábito, os quais seria crueldade tentar romper.

Paris, outono de 73
Estou no nosso bar mais uma vez
E escrevo pra dizer
Que é a mesma taça e a mesma luz
Brilhando no champanhe em vários tons azuis
No espelho em frente eu sou mais um freguês
Um homem que já foi feliz, talvez
E vejo que em seu rosto correm lágrimas de dor
Saudades, certamente, de algum grande amor

Mas ao vê-lo assim tão triste e só
Sou eu que estou chorando
Lágrimas iguais
E, a vida é assim, o tempo passa
E fica relembrando
Canções do amor demais
Sim, será mais um, mais um qualquer
Que vem de vez em quando
E olha para trás
É, existe sempre uma mulher
Pra se ficar pensando
Nem sei... nem lembro mais