Ate o Mel mais Puro em um Recipiente
No palco da vida, onde o amor é protagonista e dor coadjuvante, eu e ela seguiremos, em busca de um novo horizonte.
No vai e vem do amor, meu drama se desenha no palco da vida, onde eu e ela, em dança incerta, pelejamos em busca da felicidade!
Separamo-nos e voltamos, num ciclo de tormenta e paixão, mas o último adeus selou a dor que nos afugenta como aves feridas.
Meu coração dilacerado, suportou sua desatenção, enquanto ela, cega ao meu amor, voou mais alto que eu e seguiu sua direção incerta.
O tempo passou, e a consciência lhe bate à porta, mas tarde demais, o que era fogo agora é fumaça.
Ela, arrependida, tenta resgatar o que se perdeu, mas eu, já cicatrizado, não mais a reconheço como aquela que me fazia feliz.
Meu amor, outrora ardente, agora é cinza fria e a história que nos uniu, agora é apenas lembrança.
Assim, o destino nos separa, em caminhos divergentes, cada qual carregando as marcas de nossos instantes inesquecíveis.
Possa eu ser tudo ou nada em tua órbita,
Um cavaleiro a teu serviço ou um corcel a seguir teus passos.
Possa eu personificar teu príncipe nobre ou teu carrasco severo,
Teu amor ardente ou tua dor mais profunda.
Serei tua tristeza, se tal desejares,
Ou tua alegria fulgurante, se assim ordenares.
Pois como o teu servo fiel, moldar-me-ei ao teu querer,
Em teu reino, sou o que tu ordenares, minha soberana.
A liberdade não pode ser gratuita. Se você definir um alto valor para a liberdade, você deve definir um valor baixo em tudo o resto.
Existe um abismo que separa uma grande idéia de um grande produto, onde poucos conseguem atravessar...
Um povo que é capaz de dizer tudo, torna-se capaz de fazer tudo.
Se dói tanto de um modo frenético, se dói quando precisa mostrar a dor, se a dor for intensa e fraca, Use seu coração para criar a melódico e sua mente pata trazer a Letra da dor.
Kethelyn Cristina da Silva Pereira. Compositora, cantora, mesmo que sem fama.
Devaneio neurodivergente
Quando eu era criança, me imaginava como um cavalo selvagem, galopando livremente pelos campos da existência. O vento, cúmplice silencioso, acariciava minha crina, e meus cascos batiam em compasso com o pulsar da terra.
Naqueles devaneios, eu era mais do que carne e osso; eu era a própria essência da liberdade. Acreditava que, um dia, me desvencilharia das rédeas invisíveis que a vida impõe. Sonhava com a plenitude de correr sem amarras, sem medo, sem olhar para trás.
Mas o tempo, esse sábio implacável, me ensinou que a liberdade não é um galope desenfreado. Ela reside na consciência de nossas próprias limitações, na aceitação das rédeas que nos moldam. O erro, esse fiel companheiro, também tem seu papel: ele nos forja, nos humaniza, nos conduz à sabedoria.
Hoje, olho para trás e me pergunto: será que sou o cavalo selvagem que idealizei? Talvez não. Talvez a verdadeira liberdade esteja na compreensão de que somos todos cavalos, às vezes domados, às vezes indomáveis, mas sempre parte desse vasto campo de possibilidades chamado vida.
•O•L•H•O•S•
No meu sonho, te vi tão claro,
Teus olhos, um universo raro,
Me atraiam, me envolviam,
Num enigma que persistia.
Tentei tocar tua presença,
Mas te afastavas, sem clemência,
Entre olhares, sem palavras,
Nossa conexão, uma obra gravada.
Teu olhar revela o teu mundo,
Segredos profundos, nesse fundo,
Compartilhaste, sem receio,
Teu toque preferido, um devaneio.
Carinho leve, sem amarras,
Não gostas de curiosas garras,
Queres ser visto além do óbvio,
Num encontro, nosso destino sóbrio.
Simplicidade em tua essência,
Alma antiga, em tua presença,
Um dia, realidade e sonho se fundirão,
E te contarei do que aprendi na ilusão.
Eu queria um abraço nesse dia difícil,
Mas não posso pedir não sou disso,
De certa forma eu fui criada rigidamente,
Que pensar em afeto, afeta a minha mente
Pensar em desabafar, me faz de sentir fraca e como se eu estivesse me humilhando,
Mas eu sei que no fundo o quanto isso está me machucando
Desculpa hoje eu não pude pedir ajudar
Não é de mim prefiro ficar muda
"Quem recebe muitos talentos e os enterra acaba por nutrir um satânico e secreto rancor contra quem recebe poucos e os partilha.
Por soberba, uma pessoa neste deplorável estado pensa que os seus talentos não foram gratuitamente recebidos, mas adquiridos por intransferível e inalienável mérito próprio, e portanto a partilha não se impõe à sua consciência como um dever a cumprir. Por acídia, só admira o que lhe parece inalcançável e não suporta que outros, presumivelmente menos talentosos, almejem o bem que ela própria, do alto de sua suposta superioridade, se recusou a buscar e realizar.
É assim a repulsa à grandeza disfarçada de amor à grandeza".
"A credulidade do homem superficial é apenas um disfarce do seu ódio à excelência. Em breves palavras, crer que as coisas não vão mal, quando na verdade são evidentemente péssimas, é uma maneira astuta de fugir à luta, de preferir as sombras à luz.
Desde sempre, o covarde usa o escudo do otimismo para eximir-se de suas responsabilidades.
Um otimismo falso".
A Origem dos Monstros
O que é um monstro?,
Um ser corrompido por seu sofrimento?,
Alguem que das suas dores ninguém cuidou,
Como um herbívoro se alimentando de ervas venenosas,
Vindas de um herbifero que lhe prometeu a cura,
Como um ser horrendo comecei a ser olhado,
Por minha falta de crença crueldade em mim viram,
Só de migalhas apreendi a viver tendo sido destinado a ser um
soberano monarco,
Orgulho excessivo? Soberba?,
Apenas a qualidade que me faz estimavel eu vejo apenas isso
tentaram me tira,
Monstro! Monstro! Monstro!
E necessário ser um para seus criadores,
Pois como o monstro de frankstein maldade em ti não existia,
Apenas plantada por seu criador foi,
O mundo é um lugar perigoso, mas da para viver. Sabendo chegar e sair dos lugares, as chances de você passar dos 20 anos aumentam significativamente.
A maior realização que um homem pode ter é poder começar suas manhãs iluminadas pelo brilho do sorriso da bela mulher amada.
Vou ter que te tirar na marra do meu coração. Eu vou ter que dar um jeito e me virar com essa saudade.
Eu te desejo sorte e que seja feliz. A gente só não foi pra sempre por um triz.
Amor vale papel, hoje amar é um absurdo.
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