Ate o Mel mais Puro em um Recipiente

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Quando o mundo te vira as costas, tu viras as costas ao mundo.

(Timon)

⁠O macaco que gosta de matar a nossa família voltou. Ele tem que ser destruído.

⁠Fiz de tudo para aquilo sumir, mas ele tinha outros planos.

⁠Todo mundo morre. É a vida.

Sua pergunta me fez relembrar das nossas conversas.
É... isso me deixou confuso, não sei em qual momento nós fomos de "quase algo" ao nada.

Eis que o vento sopra em meu rosto, em meu corpo.
Vindo de frente, refresca minha fronte, massageia meus cabelos.
E eis que me fragmento num sem-número de sementes de dente-de-leão, sopradas pelo vento.
De minha essência nada resta, pois me espalho por onde ando, por onde as sementes voam.
Quisera ser flora para te encantar, e o fora, fora um dente-de-leão. Leão manso, de altivo passo, retumbante rugido e suave respiração.
Meus cabelos, ora juba, ora inflorescência, balançam ao vento e espalham sementes de dente-de-leão pelos campos ondeantes onde ando.
Outrora rugi, outrora rosnei, outrora agarrei, mas não aguentei. Outrora, eu era. Agora, deixo de ser.
Nada detém o vento, que num redemoinho me envolve, meus fragmentos revolve, num rodamoinho me dissolve. Sou capítulo soprado.
Me fragmento num sem-número de sementes, que voam pelo vento. E na terra, em minhas pegadas de leão, nascem dentes-de-leão.

(Epitáfio anemocórico, no livro O Bruxo de Curitiba)

Água fria, que do céu cai,
revigora o verde, faz brotar.
Água quente, do mate extrai
suave amargo, faz trovar.

​"A metrópole é dura? Ótimo! Porque o diamante só nasce sob pressão extrema, meu nobre. A vida urbana tenta te esmagar, mas mal sabe ela que você é feito de pura resiliência e vontade de potência. Pegue o barulho infernal das buzinas e transforme na sinfonia da sua vitória. Você não veio para essa selva de pedra para passear, você veio para dominar a cadeia alimentar corporativa!"

​"Acorde, guerreiro da selva cinza! O sol nasce quadrado entre os prédios, mas o seu brilho tem que ser esférico e total! Engula o estresse com farinha e faça da adversidade o degrau para o seu pódio. A cidade é grande, mas a sua ambição tem que ser astronômica. Vá e vença!"

Tamborilando da cinza abóbada celeste, serenamente pousa nas folhas.
Verdes copas, ao balanço de uma dança, fresco sabor do ar que se enevoa.
Vento frio, de suave toque, em torvelinhos e espirais escoa.
Como é bela a canção do vento na floresta com garoa.

Deus não faz as coisas sempre no extraordinário, mas as faz de pouco em pouco no ordinário⁠

a vida é o espaço-tempo entre a dor e a alegria.
dias ruins, como lição;
dias bons, como glória.

mas só é possível brindar a alegria plena
quando se conhece o valor
de vencer o sofrimento.

afinal, contemplar o amanhecer
é a beleza que nasce da escuridão.

os olhos mantêm a alma esperançosa
estes fazem-na enxergar motivos na Terra
para se contentar
e não querer fugir do plano físico

muito mais que ser apenas um sopro vagante pelo mundo,
é melhor ter um corpo
para tocar, sentir e ser

A diversão do tolo é a própria tolice, e ele se envolve em conversas inúteis.

O tolo não valoriza o discernimento, tolo anuncia sua própria ignorância, ele fala sem pensar, sem levar em conta as consequências, e repete os mesmos erros.

"Então é NATAL, e o que você fez?
Você foi diferencia ou só foi volume na vida dos que estão no seu mundo? Reflita! Mentoria de relacionamentos Já!"

" Tu morreste para viver. Eu estou vivendo para morrer."

⁠As vezes o mal se esconde na bondade

⁠Nunca vi alguém odiar tanto morar no paraíso.

Assim, somos feitos de infinito aprisionado no finito, de absoluto fragmentado no relativo, de felicidade que chora na dor, da sabedoria que se tornou ignorância, de vida eterna despedaçada no ciclo das vidas e das mortes; somos verdadeiramente anjos decaídos. Então, para reencontrar o infinito, vamos acumulando insaciavelmente fragmentos de finito e tentamos aproximar-nos da imortalidade, agarrando-nos a esta vida breve e prolongando a sua recordação com grandes obras. (...) E prosseguimos, cimentando as pedras com lágrimas e sangue para refazer a nossa bela morada de conhecimento, de liberdade, e de bondade, donde saímos. (...) Queremos viver. A centelha divina originária do espírito, embora sufocada nas angústias da morte, não pode morrer. Sobreviverá a todas as lutas e a todas as dores, até que o organismo imperfeito, correndo em busca da perfeição, a torne a encontrar e tudo assim fique sanado, para poder reentrar no seio do grande organismo perfeito, o Tudo-Uno-Deus do qual derivou"