Ate o Mel mais Puro em um Recipiente
Sexta-feira, 25 de março de 2022
Algumas fases exigem um pouco mais de nós. E não sabemos até onde a linha vai, a possibilidade de que ela arrebente se torna mais um peso em meio à avalanche de problemas que nos rodeia. Até a fé parece esmorecer em alguns momentos. Nessas horas, é importante lembrar de que se o desespero tomar conta, tudo pode estar perdido, de fato. O desespero tira totalmente nossa capacidade de pensar, abala nossa fé de uma maneira avassaladora, as perspectivas descem pelo ralo. E a esperança de enxergar além do momento ruim que se está vivendo se esvai. É difícil pensar nessas horas, mas é justamente nesses momentos que a prece deve se fazer presente. Que devemos buscar a Deus. Não devemos duvidar de que Ele está no controle de nossas vidas. E de que só Ele sabe do porquê de nossos processos. Se olharmos para trás, veremos que toda fase tem seu começo e seu fim, seja ela boa ou ruim. E que sempre tiramos algo de cada uma que nos agrega de uma maneira positiva.
Que possamos começar o dia hoje confiantes de nossa vitória nos momentos difíceis que estamos passando. E que possamos mentalizar as felicidades futuras que ansiamos. O pensamento tem força. Negatividades com certeza não serão o empurrão que precisamos para sair da beira do abismo. A fé sim. E é isso que desejo para nós hoje e sempre, essa fé que conduz quando tudo parece incerto. Quando tudo pesa, quando o sono não chega, quando o medo é forte e o choro é constante. A fé que nos resgata quando estamos no olho do redemoinho. E que nos aproxima de Deus.
Que a fé seja a força condutora de nossas vidas e que esteja presente em cada hora do nosso dia. Que tenhamos um dia abençoado e repleto de boas surpresas. E que Deus esteja presente em cada momento.
É o que desejo para nós hoje.
Josy Maria
Bom dia!
"O Sacrário é o perímetro mais nobre de qualquer localidade, até que essa extensão encontre um outro, e se estenda pelo mundo."
O Cheiro de um Lugar que Não Existe Mais
O cheiro nos conforta, nos traz esperança de que até os piores cheiros estarão sempre por perto para reconhecer onde estivemos um dia. Ah, já os bons eles carregam consigo os momentos bons da vida, a saudade, o amor, a fantasia;
Como podes ser tão formosa! Mais até do que a beleza natural da vida, és um anjo divino, uma estrela insuperável que tanto o meu coração anseia;
Tens a graciosidade e as delícias com tuas carícias que tanto me faz delirar pelos olhares particular a meu corpo;
Insistir? Pode até ser bom!
... Um ato de força e de querer.
Mais pra que correr tanto?!
Se for pra ser seu será!
Você Caminhando ou até mesmo
você desistindo.
Eu fiz tanto.
Fiz muito.
Me doei até doer, e depois doei mais um pouco, só pra ver se o mundo parava de te esmagar.
Eu segurei tua mão no momento mais difícil da tua vida.
Eu fiquei.
Eu fui presença quando era mais fácil ser desculpa.
Eu fui constância quando você me empurrava para fora da tua vida como quem empurra uma cadeira que tá ocupando espaço demais.
E eu aceitei.
Porque eu te amava daquele jeito perigoso: o amor que acha que paciência resolve tudo, que carinho convence, que cuidado abre portas.
Avisa quando chegar.
Eu repeti isso mil vezes, como quem tenta manter alguém inteiro por telepatia.
Não era só “me avisa”.
Era “não some”.
Era “não morre”.
Era “não me deixa do lado de fora sem nem saber se você ainda existe”.
E aí eu fico com essa pergunta suja, que ninguém gosta de dizer em voz alta porque parece cobrança, mas não é:
eu merecia respeito.
Merecia uma conversa final.
Uma conversa de verdade.
Cara a cara, sem a covardia confortável de uma tela.
Sem eu ter que ler o fim como quem lê notificação de banco.
Eu merecia mais do que uma mensagem.
Porque eu não fui pouco.
Eu não fui distração.
Eu não fui “qualquer um”.
Eu fui o cara que ficou quando era feio, quando era pesado, quando era madrugada, quando era silêncio, quando era cansaço por dentro.
Eu fui o que você teve coragem de usar como abrigo.
E depois, quando o tempo virou, eu virei excesso. Virei incômodo. Virei algo que você precisava remover.
Avisa quando chegar.
Eu também engoli o outro tipo de dor, aquela que não dá pra explicar sem parecer pequeno:
você nunca me assumiu.
Nunca postou que estava comigo.
Nunca colocou meu nome com orgulho em lugar nenhum.
Eu era presença no teu dia, mas não existia no teu mundo.
E isso é um tipo de abandono que começa cedo.
Começa enquanto ainda tem beijo, ainda tem rotina, ainda tem “boa noite”.
Só que o amor vai ficando clandestino.
Vai ficando escondido.
Vai ficando com cara de coisa que você não tem certeza se quer.
E quando você não assume, você deixa a outra pessoa sempre pronta para ser descartável.
Porque descartável é quem não aparece.
Eu olhava e faltava foto.
Faltava “nós”.
Faltava o básico que não é vaidade, é lugar.
E eu fiquei tentando ser lugar com gesto.
Com cuidado.
Com música.
Com texto.
Com ritual.
Com presença.
Como se eu pudesse compensar o que você não tinha coragem de afirmar.
Avisa quando chegar.
Eu te dei mão, e você me devolveu parede.
Eu te dei paciência, e você me devolveu dúvida.
Eu te dei o melhor que eu tinha, e você me devolveu silêncio.
E o silêncio, no começo, eu romantizei.
Eu achei bonito.
Achei maduro.
Achei que era “teu jeito”.
Mas depois eu entendi: tem silêncio que é só falta de escolha.
Tem silêncio que é a pessoa deixando você se acostumar com a ausência antes de ir embora de vez.
Tem silêncio que é treino para o fim.
E o fim veio do jeito mais injusto para quem se doou:
sem cerimônia.
Sem conversa.
Sem aquela dignidade mínima de olhar no olho e dizer “acabou” como gente adulta.
E aí entra a parte que você falou, e eu não vou fingir que não existe:
pra mim, isso pareceu punição.
Não porque eu tenho certeza do que você quis.
Mas porque foi assim que bateu no meu corpo: como castigo.
Como se todo meu esforço tivesse virado um erro.
Como se eu ter ficado tivesse sido um exagero vergonhoso.
Como se eu ter sido leal merecesse ser cortado rápido, pra não dar tempo de eu falar nada, de eu perguntar nada, de eu existir por mais cinco minutos.
Avisa quando chegar.
Eu lembro do começo, eu lembro do meu jeito de tentar fazer dar certo:
eu oferecendo encontro, oferecendo conversa, oferecendo rua, oferecendo tempo.
“Quer que eu vá aí?”
Eu queria resolver com presença, porque eu sou desse tipo: eu apareço.
Eu não sumo.
E é exatamente por isso que me destrói:
eu fiquei, e você saiu por mensagem.
Eu não estou pedindo eternidade.
Eu não estou pedindo que você volte.
Eu não estou pedindo que você mude o que sente.
Eu estou dizendo o básico, o mais básico:
eu merecia ser encerrado com respeito.
Porque tem uma diferença enorme entre “terminar” e “descartar”.
E eu tô com a sensação de descarte atravessada na garganta.
Eu fui cuidado.
Eu fui mão.
Eu fui constância.
E eu não virei memória bonita.
Eu virei algo que você removeu.
Avisa quando chegar.
Hoje, quando o celular acende, dá raiva.
Porque eu sinto o impulso do hábito e lembro que não tem mais “cheguei”.
Tem só eu, com essa frase sobrando, repetindo ela como quem tenta chamar de volta a humanidade de alguém.
E o pior é isso:
eu ainda me importo.
Mesmo zangado.
Mesmo humilhado.
Mesmo cansado.
Mesmo com vontade de arrancar de mim tudo que eu te dei.
Eu ainda me importo.
E isso me dá nojo e saudade ao mesmo tempo.
Então eu vou te dizer a última coisa que eu sei dizer sem me diminuir, porque essa frase foi minha casa e agora é meu corte:
Avisa quando chegar.
Soneto de Nenhuma Dor
Nenhuma dor dói mais que dor nenhuma,
Nenhuma palavra pode até ser um soneto,
Nenhum sorriso não quer dizer tristeza,
Nenhuma verdade torna o silêncio obsoleto.
Nenhuma dor me traz a solidão,
Nenhuma ausência me faz sentir sozinho,
Tanta paixão me deu nenhum amor,
A solitude amplia meu caminho.
Nenhum ocaso me faz pensar que é tarde,
Nenhuma verdade me faz refém do medo,
Nenhum perdão me ameniza a mágoa.
Nenhuma lembrança é a dor que ainda arde,
Nenhuma saudade tem o gosto azedo,
Nenhuma agrura me arranha a alma.
UM ALERTA
Cuidado, ó poderoso porque até o sono mais profundo tem um limiar. E cuidado, ó povo adormecido porque quem prefere o berço à estrada, um dia acordará num cárcere que ele próprio ajudou a construir. A única magia forte o bastante para quebrar o elixir e dissipar o sonambulismo chama-se consciência desperta. Ela não vem com rugidos, vem com o primeiro silêncio em que se ouve, afinal, o próprio coração bater.
ESTRADA ATÉ AQUI
Ontem pedi a mim um pouco mais de calma. Pedi também paciência e pulso firme, pedi força,sabedoria e pedi também sorrisos e felicidade. Pedi que pra cada estrela que eu pudesse contar no céu fosse visto como oportunidades. E pedi mais ainda que eu pudesse aproveitá-las. Pra que em momentos que eu me visse sem saída eu pudesse vê as inúmeras opções que eu tenho e que muitas dessas decisões vão me levar por caminhos árduos, difíceis... Mas o que é a provação da vida se não um conjunto de desafios a serem desbravados. Parte de nós é o caminho por onde passamos ou a estrada que nós trouxe até aqui. É irônico pensar que nosso "eu" interior venha do conjunto de desafios que passamos e as vezes reclamarmos dos momentos difíceis sem agradecermos pelo quão mais fortes saímos deles cada vez nós aperfeiçoando e conhecendo melhor a nós mesmos, são momentos difíceis que nós mostram o quão bom são os memoentos fáceis, então eu apenas agradeci.
Obrigado a vida aos amigos a família as oportunidades e a estrada até aqui.
Princesinha
Posso até não aparentar
Mais sou um pequena menininha
Com um coração ingênuo
Escondendo fantasias
Não uso minha coroa
Mas sei que por dentro sou uma princesinha
Com um grande sonho
De se tornar a mais bela rainha
Meu príncipe era meu fiel escudeira
Meu sapo que não tem nada de cavalheiro
Aparece em meus sonhos me mandando sinais
Me fazendo ter delírios mentais
Em meu mundo totalmente roxo
Me vejo com medo de algo
Não sei dizer oque é!
Só sei que se trata do meu sapo idiotamente frocho.
Nunca fique surpreso quando alguém, um amigo, um colega ou até mesmo aquela pessoa mais próxima um dia sair de si e ter atitudes que podem te surpreender tanto quanto a capacidade dessa pessoa de lhe surpreender mostrando o oposto do que você já conhece!
Pessoas, uma caixinha de surpresas!
Este tédio que é quase como um pressentimento já nem é mais uma causa , antes é até mesmo um efeito , uma consequência de um mundo que se bem averiguado é falso no seu doce e no seu amargo .
"É sempre a minha intenção te impressionar cada dia mais, ate que chegue um dia que você de tão impressionada decida ficar ao meu lado"
09/4/2012
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