Ate o Mel mais Puro em um Recipiente
Deus é tudo...
E sem ele somos apenas um projeto inacabado
Dentro de nosso próprio mundo de vivências....
Coração!
Coração não iluda minha visão,
Fazes um pensamento vago, cotidiano,
Revivendo, sonhando, pregando e relembrando!
Tenha do de min coração
Não sou mais do que sou!
Deixa apenas o que sou!
Coração, tem mais consciência
Não simplesmente te atires
A primeira que veres sorrides!
Ah! não tem jeito não!
Esse estupido coração!
Pensa e ajê por emoção!
O que mais irei fazer!
Só choro e a culpa, pertence a você!
Deixa min assim,
Não vivas mais,
Morre, morte,
Anda não levanta
quebre como vidro
cuja o qual sofre pressão
não mais min iluda
Ah! pobre coração!
Carinhos...
Tem sempre um cheirinho bom de DELICADEZA
E é sempre agradável ao coração de quem o sente!
"Ela e os nós (duas)."
Minha mãe nos deixou já faz um tempinho, como dizem os espanhóis, "já tem um par de anos" E hoje resolvi visitar lugares evitados ao longo desses quase 730 dias, como coisas ensacadas, e encaixotadas por ela. E o que mais me chamou a atenção não foram os itens guardados mas sim os "nós" e laços dados em fios, fitas, e sacolas que sempre foram marcas registradas da minha mãe. Ela gostava de tudo amarrado, ensacado, agasalhado. Na sacola dos tapetes,eles estavam lá, bem medidos, bem amarrados. Nas cordas das redes, eles estavam lá, bem firmes, bem seguros para que ninguém viesse a cair. Depois fui ver algumas coisas atrás da casa, e eles também estavam lá, amarrando, segurando e alinhando discretamente três canos de água em desusança, preparados para uma eventual necessidade. As digitais da minha mãe estão naqueles nós, naqueles laços, porque sei que ali ela foi a última pessoa que pegou, que tocou, que amarrou. Posso desobrigar os laços das sacolas,e das fitas, a permanecerem na condição em que Zizina Vidal os deixou, mas confesso que tive dificuldade em mexer em algo que parece ser tão simples mas que foi especialmente e atenciosamente feito por ela. Minha mãe foi embora, deixou aqui alguns laços nas sacolas para eu desatar, mas também deixou laços entre mãe e filha que por vez, são indesatáveis.
Toda data comemorativa e principalmente bíblica para nós cristãos tem um real sentido. Algumas nos fazem lembrar do que nunca deveríamos esquecer, outras nos fazem sentir, ver, ouvir e até falar o que deveríamos refletir em ações diárias.
*
A Páscoa é um momento de reflexão em acreditar que existe o sobrenatural. Que existe sim a ressureição da vida, do amor, da fé e qualquer outros bons sentimentos que você queira que estejam vivos em você.
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A Páscoa para alguns é momento de se calar e ouvir o que o coração fala.
*
Para outros é motivo de reunir a família e festejar a vida.
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Para cada pessoa pode ter ou não um sentido. Para mim tem todos ! Sinto à vida pulsar e sei que isso só existe porque tem algo muito maior do que o ser humano possa imaginar que nos criou e nos da a chance de viver e ser felizes. Aproveite seu dia e coloque paz no seu coração.
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Ressuscite sua vida, honestidade, gentileza, paz interior, bondade, compaixão, verdade, responsabilidade com o próximo. Pratique a solidariedade para quem precisa. Seja altruísta. Realize sonhos. Seja simplesmente feliz. E agradeça pela oportunidade que você tem em fazer o melhor, fazendo suas escolhas e colhendo os frutos de cada uma delas. @lilianedaquino (16/04/2017)
Texto autoral (usar dando os devidos créditos)
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F E L I Z P Á S C O A
As estações do ano possuem um significado demasiado para mim
Cada uma dela com suas peculiaridade
A primavera das flores
Suas cores
Seus aromas
Seus sorrisos
O teu sorriso que faz crescer em mim uma felicidade infindável
O verão com seu calor intenso
Um calor de paixão
A paixão que se ascendeu em mim no momento em que, pela primeira vez. olhei para ti
O outono com seus ventos que gentilmente assobiam
Com o cair das folhas
O cair, sereno, do amor, vindo de ti, em mim
O inverno e suas temperaturas que fazem tremer as pernas
Assim como faz tremer cogitar, mesmo que por uma fração minúscula de tempo, a possibilidade de um dia o seu coração eu não habitar
As estações, mesmo com suas grandezas fascinantes, eu as trocaria, sem remediar, por um segundo a mais que fosse ao teu lado para só mais uma vez dizer: "Eu te amo"
Um dia o nosso Pai mandou a essa terra o Seu Filho unigênito, Jesus. O Filho fez o imaginável, deu à Sua própria vida para poder dá-la a seres imerecidos, nós. Graças a esse extraordinário ato, hoje podemos viver, viver pelo amor, pelo amor imensurável de Cristo.
Ele vive.
...Dentro de mim o medo é o rei e a tristeza a rainha.
Só apenas um servo do sofrimento que
serve como almofada neste horrendo
mundo.
Somente tenho comigo o desespero e o
eco do meu choro como confidentes e a
mágoa como conselheira.
...Aqui jazo, neste enfermo mundo,
esperando um pouco de luz no meio
deste mundo obscuro
Alô! amiga?
Posso te dar um conselho?
" Seja sempre você"
Seja sempre a tua melhor originalidade
Não mude por ninguém, nem mesmo por outro que se diz " alguém"
No fim das contas você vai olhar pra você mesmo e vai dizer o quanto é bom ser " Eu mesma sempre"
.. Vivemos no tempo em que muitos querem ser o que não são..
Ser a melhor amiga, a melhor companhia e até o melhor irmão ou irmã...
Mais as vezes deixamos de ser o que realmente somos com o tempo..
Por que o tempo ele desvenda nossas facetas.. nossa realidade!
Enfim! Seja sempre você querida!!
Nossa vida é um livro de história lido por nós mesmos ao vivo, no instante em que acontece.
— Icaro Fonseca
Em mim
Em mim um temporal destruidor,
E lá fora sol e calor.
Em mim inverno tenebroso
Lá fora primavera florida.
Em mim escuridão e trevas
Lá fora luz em aquarelas.
Em mim o meu mundo
Lá fora o de todo mundo.
Se a consciência que tenho de mim mesmo — a identidade do meu “eu”– fosse um efeito da continuidade corporal, ela seria inconstante e mutável como os sucessivos estados do meu corpo, e não haveria por trás destes uma consciência constante capaz de registrar, comparar e unificar num conceito geral estável as mudanças que o meu corpo sofre. Se fosse um produto da impregnação linguística, um simulacro de identidade introjetado pelo uso repetido do nome e do pronome, como faria eu para saber que o nome pelo qual me chamam e o pronome pelo qual me designo se referem a mim? Se, por fim, fosse um resultado da abstração que por trás dos estados apreende a unidade da substância, QUEM, pergunto eu, operaria o mecanismo abstrativo? Conclusão: a identidade do meu eu é independente e transcendente em face do meu corpo, da linguagem e das operações da minha inteligência abstrativa. É uma condição prévia sem a qual não pode haver identidade corporal, nem linguagem, nem pensamento. A identidade do “eu” é a própria unidade do real que se manifesta na existência de uma substância em particular que sou eu. Nenhuma explicação causal tem o poder de reduzi-la a qualquer fator, pois é ela que unifica todos os fatores. A existência do “eu” é o inexplicável por trás de tudo o que é explicável.
O amor perpetua por um universo onde não obstante a expressão física, se manifesta em todas as almas, sem restrições ou condenações.
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