Ate o Mel mais Puro em um Recipiente

Cerca de 545742 frases e pensamentos: Ate o Mel mais Puro em um Recipiente

A essência da sabedoria é ser um eterno aprendiz.

Defenda seus pontos de vista, não seja um zumbi social.

" Durma em paz !
Sonhe com os anjos.
Tenhas fé que um novo amanhã virá ...
E você terá uma nova chance,
de tentar tudo outra vez.

Oremos...

Amado pai um novo dia acaba de nascer e eu quero consenhar a ti cada minuto dessa jornada, esteja à minha frente me livrando de todo mal, esteja ao meu lado me amparando quando preciso for e esteja atras para que nenhuma seta do inimigo me derrube. Abençoa meu trabalho, minha familia, meus amigos, cobre meu lar com Teu manto sagrado e me conceda um dia sereno e tranquilo debaixo das Tuas asas e do Teu amor. Que eu tenha serenidade para conduzir cada problema da jornada, que eu tenha sabedoria para usar as palavras e que eu seja revestida do Teu espirito, amém! (Priscilla Rodighiero)

Hoje quando acordei recebi um presente... UM NOVO DIA estava ali na minha frente, esperando para ser desembrulhado. Era como uma caixa, colorida e com um grande laço de fita, mas antes de soltar as amarras eu fechei meus olhos e pedi a Deus que me guardasse, me protegesse e me iluminasse e agradeci com todo o meu amor por aquele presente, afinal abrir os olhos a cada amanhecer e poder contemplar o brilho do sol é mais que um presente, é uma dadiva de Deus na nossas vidas. (Priscilla Rodighiero)

Bom dia!
Marcar um encontro com minha pessoa é algo que aprendi, se agente nao faz isso, é muito fácil tornar-se um chato em meio a multidão. Reflita!🌻🌻🌻

Muitas coisas eu entendo o porquê, e mesmo assim sei que, para existir um grande equilíbrio, é preciso alimentar constantemente algo da nossa espiritualidade. Às vezes, nos faltam forças, e acredito que toda a humanidade passe por isso, mas nem todos demonstram suas fraquezas. Muitos seguem travando suas lutas diárias em meio à própria vida e à rotina, mesmo quando estão em crise, tomados pela raiva ou pelo cansaço.
Ainda assim, continuam se permitindo plantar algo para o futuro, acordar no dia seguinte, seguir em frente e encontrar motivos para sorrir.

Em um mundo cheio de conexões passageiras e pessoas interesseiras, encontrar quem se importe, apoie e vibre com suas conquistas é um tesouro que o dinheiro não compra.

Deixando um recadinho na porta da geladeira:

"Fui mas volto, deixo a doçura dos meus sentimentos por ti!
Quando voltar, trarei flores para sua alma enfeitar!"

Joelma Siqueira

22/09/2015

Se eu ingerir flores
nasce um poema assim?
Poema de amores,
de amores sem fim??
Será?

Joelma Siqueira

A confiança é igual a um castelo feito de cartas: a gente leva tempo para construir, devagar, com cuidado. Mas basta uma carta fora do lugar para tudo desabar.
Quanto maior o castelo, maior a queda e a decepção.
Depois que ele cai, reconstruir demora ainda mais, porque cada carta nova é colocada com medo de errar.
E tem vezes que a gente já se decepcionou tanto, que nem vale a pena tentar construir de novo.


Alexandre Sefardi

Houve um TEMPO em que o Rei exigiu sua coroa de ouro cravejada por diamantes, rubi, esmeraldas.

Em outro TEMPO o Rei dos Reis, mesmo sem pedir recebeu uma coroa de espinhos.

Em um país onde a corrupção é ambidestra, o diferencial é seu caráter.

⁠Se sua passagem nesta vida for rápida, que seja como a passagem de um cometa, cortando e marcando o céu da vida de alguém.

⁠Quem perdeu um grande amor, não tem um dia que não sinta saudades

Existe um cavalo chamado TRANSFORMAÇÃO que caminha pelo mundo buscando quem se recusa a desistir.

Todo ser humano é um rio de saudades que deságua no oceano da vida de alguém.

Se me pedisse um conselho, te diria: “Não importa quanto tempo você esteja vivendo ou tenha vivido com alguém… cuidado com a verdadeira face dessa pessoa.”

A rua da memória sempre me recebe do mesmo jeito:
um beco torto, desses que fingem não conhecer ninguém.
As minhas pegadas — educadas como sempre
apontam discretamente para mim,
como quem indica o culpado que já nasceu pronto.


O alvo mudou, claro.
Mas a corda bamba continua ali,
com aquela generosidade silenciosa
que oferece tropeços como lembranças grátis.
E eu, que já fui pele exposta querendo posar de metal,
ainda caio no truque.


Dizem por aí que esforço salva, silêncio ilumina, amor acerta.
Engraçado.
A verdade vem com farpas e ainda querem que a gente sorria ao morder.


Aprendi a trancar a língua antes que ela fale demais.
E a coragem… bem, essa eu mantenho no bolso, dobrada.
Troco trevas por tropeços, puxo o prumo para o fundo,
faço aquela coreografia conhecida:
nada firma, nada fixa.
Até meu rosto erra o próprio caminho
quando eu digo “tanto fez”,
sabendo que foi exatamente o contrário.


Cada um costura seu casulo com o fio que sobrou.
Depois finge que observa de longe
o afogamento alheio, testando a água
como quem não está com a respiração pela metade.
E ainda distribui sentença, sermão, palpite
tudo embrulhado na convicção
de que a verdade cabe numa mão fechada.


Mas a verdade…
ah, essa prefere escorregar.
Não cabe em palma nenhuma.
E morde.
Principalmente quem jura que não sente.

Chegaste trêmulo, fronte baixa,
carregando o riso gasto dos que imploram lugar.
Havia em ti um vazio tão ruidoso
que parecia mendigar palavras antes mesmo de falá-las.


Ofereci-te o que tinhas por hábito comprar:
presença.
Te dei portas, nomes, rostos,
e a cidade — ainda estranha para mim —
fui eu quem plantou aos teus pés.


Tu, que pagavas atenção como se fosse imposto,
ganhaste caminhos sem custo,
ganhaste gente,
ganhaste voz.
E cada ganho teu custou um pouco da minha.


Mas a criatura que ergui com cuidado
aprendeu rápido o truque da ingratidão.
Viraste o rosto, torceste o gesto,
inventaste razões onde só havia dívida.


Foste sombra que aprende a morder quem a carrega.
Foste cálculo frio atrás de sorriso emprestado.
Foste o erro que só se revela
quando a noite cai sem aviso e mostra o que sobrou de nós.


E o que sobrou?
Um rastro áspero, uma memória que fere sem metáfora,
um eco que me chama por um nome que já não reconheço.


Covarde, sim
porque escolheste atacar quem te deu chão.
Injusto, também
porque cuspiste no gesto que te fez caber no mundo.


Hoje, quando penso em ti, não penso em pessoa,
mas em fenômeno:
um colapso pequeno, íntimo,
capaz de ruir confiança com precisão cirúrgica.


Ainda assim, não te odeio.
Seria afeto demais.
Apenas te arquivo
no lugar das coisas que jamais devolvem o que tomam.


E fecho este capítulo sabendo:
não foste amor, nem amizade, nem queda.
Foste ilusão
e eu, a última testemunha do truque.




Poema: Não te odeio, seria afeto demais.
27 de julho de 2009