Ate o Mel mais Puro em um Recipiente
Acreditar no amor puro e genuíno é uma das maiores formas de coragem hoje em dia,
e expressar isso em palavras nunca é um desperdício.
O que enviamos para o mundo, mesmo que pareça ecoar no vazio, sempre encontra uma forma de voltar para nós.
Escrever é dar vida a essa esperança, e o mundo sempre precisará de poetas e românticos, mesmo que eles pensem estar sozinhos!
Hoje, o Céu ainda clama:
“Escolhe a vida, abandona a sombra,
lava tuas vestes no sangue puro,
e caminha no temor do Senhor”.
Porque o pecado é sentença de morte,
mas Cristo é a Ressurreição e a Vida.
O vento é essência do indomável, não se deixa conter, não pertence a rumo algum, é movimento puro, existência sem destino, liberdade em forma de sopro.
A ALMA E AS FUNÇÕES EXECUTIVAS
A Alma Humana, vista como o Eu Puro e considerada inútil para a Psicologia por William James (1890), é a Variável Independente fundamental para a ocorrência das Funções Afetivas, Cognitivas, Executivas e Motoras no Organismo Humano!
Porque de acordo com Luiz Pasquali (1999), é a Alma ou o Eu Puro que Sente e Conhece e Age!
" Foi por amor...aquele beijo...puro desejo...de te querer...tocar...sentir a pele...o perfume...o doce sabor...do nosso amor."💞
É impressionante que hoje em dia o sentido puro da frase "te amo" virou deboche, ironia, ego, carência, insegurança, mentira, medo, drama, tristeza, posse, quase tudo, menos amor.
PANDORA E ZAFIRA
Amizade entre uma cachorrinha e uma águia — puro amor e lealdade
“Quando o amor é verdadeiro,
a amizade cria asas.”
O início é tão puro e inocente, o meio é desafiador e impetuoso, o final…depende do que conseguimos transformar em consciência ao longo do caminho.
Que a pureza amadureça sem se perder. Que os desafios nos ensinem sem nos endurecer. E que, ao final, possamos reconhecer quem nos tornamos sem esquecer aquilo que é mais precioso em nós.
E se a Enxurrada de Tragédias estiver substituindo as outras por puro capricho em testar a nossa Humanidade?
Talvez uma das dores mais difíceis de suportar no nosso tempo não seja apenas a sucessão de tragédias, mas a velocidade com que uma atropela a outra, como se o sofrimento tivesse entrado numa lógica perversa de reposição imediatista.
Mal nos comovemos verdadeiramente com uma ferida, e outra já se abre diante dos nossos olhos, exigindo atenção, indignação, lágrimas e até nos cobrando posicionamento.
Não porque a dor anterior tenha cicatrizado, mas porque o mundo parece ter se acostumado a empilhar ruínas sem nos dar tempo de recolher os cacos.
E então surge uma inquietação amarga: e se essa enxurrada não estiver apenas acontecendo diante de nós, mas também revelando algo dentro de nós?
Porque cada nova tragédia não testa só a resistência de quem sofre diretamente, mas também a sensibilidade de quem assiste.
Testa nossa capacidade de não transformar o horror em rotina, de não banalizar o luto, de não trocar a compaixão pela pressa e nem a memória pelo próximo escândalo.
Há algo profundamente desumano no modo como o excesso pode nos anestesiar.
Quando tudo vira urgência, corre-se o risco de nada mais tocar com profundidade.
A alma, cansada, começa a se defender como pode: seleciona dores, relativiza outras, acostuma-se ao absurdo, faz do espanto um gesto breve e do esquecimento uma necessidade funcional.
Mas é justamente aí que mora o perigo.
Porque a Humanidade não se perde apenas quando alguém pratica o mal — ela também se enfraquece quando os demais já não conseguem sentir o peso dele.
Talvez o maior teste não esteja na tragédia em si, mas no que ela encontra em nós quando chega.
Se encontra indiferença, estamos falhando.
Se encontra seletividade, estamos adoecendo.
Se encontra apenas espetáculo, opinião apressada ou conveniência emocional, talvez já estejamos permitindo que a dor alheia seja consumida como paisagem.
Ser Humano, nesses tempos, talvez seja resistir à tentação de tratar cada tragédia como conteúdo passageiro.
É se recusar a permitir que a repetição da barbárie reduza nossa capacidade de sentir, de pensar e de cuidar.
É entender que não honramos nenhuma dor apenas reagindo a ela por alguns instantes, mas preservando nela o seu peso, sua gravidade e sua dignidade.
No fim, talvez a pergunta mais incômoda não seja se as tragédias estão testando a nossa Humanidade.
Talvez seja: quantas delas ainda serão necessárias até percebermos que a prova nunca esteve no acontecimento, mas na forma como escolhemos permanecer Humanos depois dele?
Sei que ainda é cedo. Mas mesmo assim é tarde para chorar o que deixamos de fazer ontem por puro orgulho.
(Saul Beleza)
“Vivendo em paz, porque sei que minhas intenções são boas, meu coração é puro e tenho princípios e valores.
Então, eu nunca perco nada.”
"Por que se incomodam tanto se ela pode me amar? Ela está noiva, mas muitos atacam por puro preconceito e maldade."
Condena os outros ao sofrimento por puro egoísmo e, no fim, acaba incapaz de salvar a si mesmo do próprio veneno.
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