Ate o Mel mais Puro em um Recipiente
O seu passado não importa mais, você renasceu.
O que realmente importa, quem você é hoje, o que você se tornou.
Não meça a dor dos outros pela sua régua! A dor é individual e, para algumas pessoas, é mais intensa. Se a dor não for sua, não fale daquilo que você não está sentindo.
Racismo é a palavra mais tola que existe no dicionário, para mim, está palavra não deveria nem existir. Só que, infelizmente, devido a atitudes de algumas pessoas, ela acabou existindo.
Não pode e não
haverá de existir
Nada mais belo
e interessante,
E que nos conduza
a (fluir);
Nos levando
ao infinito
Do amor e da vida
alucinante.
Não sossego
e nem deixo sossegar,
Porque o que sinto
é de arrepiar:
Na poesia e na gentil
arte de amar.
Não devo nada
a ninguém
Nada mais
justo e forte:
É princípio
de (alguém)
Que é capaz
de amar
Até além
da morte...
Não calo e nem
deixo de escrever,
Aquilo que sinto_ eternizo
Na poesia o quê é,
e também há de ser!
Não nego o quê
bate no peito
Arrepiando a pele,
O amor é assim:
imperfeito.
Revirando o juízo,
Para tudo ele
encontra um jeito.
A liberdade tem os seus próprios [sinais,
Ela é ousada, e sempre quer muito mais.
A liberdade precisa das nossas [marcas,
Ela é audaciosa, é rainha de muitas espadas.
A liberdade tem tudo dos doces haicais,
Ela é o quê é em mil toques [sensuais.
A liberdade precisa de todos os [jeitos,
Ela precisa de todos, e que venham inteiros.
A liberdade tem a sua poesia própria,
Ela é escrita por poetas que fazem [história.
Olhe para alguma parte
Do meu corpo
Sinais que mostram
Um convite
Para ser aventurado
E que fique entre nós
Bem acordado:
Ele não é para ser
- revelado
É o nosso canteiro
- embriagado
Repleto de pimenteiras
Por nossas mãos arteiras.
Dos meus dulçores
róseos
E tão carinhosos
beijos,
Tu carregas
de mim
Os mais lindos
sonhos;
Eu sei que tudo
requer tempo,
Amar requer
amadurecimento.
Dos teus licores
flóreos
Nascidos
dos nossos beijos,
Tu me enlevas
mais do que mil peitos
Sendo eu a pupila
dos teus olhos,
O amor não precisa
de que sejamos perfeitos.
Dos meus
carinhos totais,
E minhas
delícias ternas,
Tu me carregas
de mim,
Eu moro
em você,
E você mora
inteiro em mim;
Assim somos
mil primaveras
Em todas estações
- sem fim.
Que sejamos unos,
Indivisíveis e corajosos,
Tu me levando na garupa
do teu cavalo
Protegendo para sempre
a tua donzela;
De todo o mal e da crueldade
desse mundo.
Não há alegria
mais encantadora,
De encontrar a
linda surpresa,
- as mais belas flores -
Que deixaste sobre
a minha mesa.
Um gesto tão simples,
tão suave,
Manifestação
de amor,
- cavalheirismo
embelezador
Carinhoso e provocador.
Desses meus
versos femininos,
Que clamam
pela tua presença,
Eternizam-na
com a crença
De ser amada
por você.
A tua alegria
é a minha,
Próxima
e distante,
Mas sempre
próximos
Com a mesma
alegria...
Floração poética,
Mais amor do que emoção,
Rosa imortal em esplendor,
Assim sutil me apresento,
Cubro-te com o meu amor,
- o maior sentimento
Pinto a nossa constelação,
- íntima e luminosa
Descoberta e estrelada,
- autêntica
Floração em movimento,
Uma contemplação mútua,
- ao extremo
Do pico do amor tremendo.
Floração extremada,
- externada
Consentida, indiscreta
E assanhada...
Floração perfumada,
- e apaixonada
Por causa dessa paixão
Secreta que tenho por você.
Gera em mim mais uma vez,
Esse doce outono discreto,
Não nego jamais,
Eu te espero,
Ao passar de cada segundo,
Longe, mas não alheia;
O teu amor é a minha teia.
Girassol em flor,
Inigualável amor,
Adorado sem tabu, e sem pudor.
Riscam no horizonte,
Os primeiros raios,
São as tuas luzes,
Amor em verso,
Namoro em prosa,
Amor em chama.
Sábios são os teus poemas,
Chamamento celestial,
Horas em valsa,
Maré de contentamento,
Indissociável sentimento,
Tesouro do tempo,
Trazendo você para mim...
Sempre me supreendendo,
Carinhosamente,
Esculpindo a poesia,
- adormecida
Feito a duna ainda em grãos,
Aromas marinhos,
Do mar e do vento bailando,
- revolucionando
Um amor em construção.
No meio das brumas irrompeu-se
a mais bela luz que se tem notícia,
No teu sorriso encontrei a primeira
- folia -
E a mais bela e estonteante primícia
feita de rosa, cores e toda a poesia.
No teu olhar feito de verde oceano,
eu encontrei o amor sem engano:
verdadeiro, indivisível e primeiro
És a minha alvorada e o meu poente
- perfeito -
Nas texturas, misturas e virtudes,
- incomparáveis
Feita de Sol, Lua e todo o Universo
o amor primeiro, dileto e correto,
Cheio de emoção e todos os sabores;
És Mãe, o maior de todos os amores.
No seio das ternuras iluminou-me
a mais linda de todas as paciências,
Ainda lhe devo todas as obediências
- reconhecidas -
E uma obstinação de fazer da vida
um arauto de todas as reverências
- Merecidas! -
Acontece que já
nem mais sei
se posso sobre
este assunto falar,
só que é bem mais
forte do que eu,
e assim indo deitar
sigo na poesia
de raciocinar:
num movimento
se faz necessário
só um porta-voz
para que a mensagem
não seja distorcida,
o líder assim indicou
o maestro da sinfonia,
a militância como
orquestra de cordas
deve estar em sintonia.
Não se deve falar
pelo General,
Se deve falar
do General,
Não se deve usar
do General a imagem
em hipótese alguma
nem para se gabar,
nem para falar mal,
e nem para tirar vantagem.
Sim, falo em nome da poesia
sou da Pátria vizinha,
porque ao General que está
preso a História deve plena
continência e liberdade,
e todos nós devemos à
ele integral humanidade.
Bendigo os momentos de imensidade
perdidos nas vielas da intensidade,
entretidos nos mais tórridos momentos
varridos por nossos afastamentos;
Embora, o tempo é incapaz de afastar
o amor fixado como flecha no peito,
Demasiado é o amor que não tem jeito
vivendo no estreito [silêncio...,
Amor demais é assim mesmo:
- Não existe amor perfeito
Bendito é o meu direito de te amar!...
Nos meus versos de tanta adoração,
Vou aquietando a alma em chamas
Nos passos dados pelo [coração].
Nas minhas doces e gentis canções
Vou flutuando em glorificação
Nas intensas formas das emoções.
Nos meus pensamentos de amor
Vou escrevendo a memória
Os meus poemas virarão história.
Virando a página, seguindo em frente
abrindo o caminho para a felicidade:
- Abri as asas da liberdade em voo solo
rimando por toda a [eternidade],
Tenho flores nos braços, companhias boas
dos poetas e os meus versos de saudades.
Não paro de percorrer
Com os meus olhos,
Que não são mais meus,
Sim, eles são tão teus.
Não devo ir adiante
Com o meu intento,
Até ser alvorada,
Por tua mão colhida,
Não sei se sou a flor
Mais bela ou preferida.
Não paro de correr
Com as minhas letras,
Pois elas são as pernas,
Que por ti dobrarão,
Aqui elas por ti estão.
Não sou mais a mesma,
O poente dança em mim,
As nuvens são de cetim,
Eu sou violeta pequenina
No teu imenso [jardim].
(...) A poesia segue
- implacável -
A te procurar,
Nada mais me importa
Só você me importa;
- Eu vou te encontrar! -
A poesia aliada
- interminável -
Da procura,
Nada vai me impedir
De te encontrar;
- Eu não vou desistir! -
A poesia eterniza
- a dor -
E toda a busca,
A venda retira
De tudo o que os olhos
- [ofusca...
- Não desisto dessa busca! -
A minha jura
- eterna -
É declaratória,
Irrevogável,
Irretratável,
Intransferível,
Impenhorável,
...é interminável!
De uma loucura de amor
- endoidecida -
Por ti filho de Santa Catarina
- desaparecido!
Que por ti não como, não durmo,
Não desisto e atravesso
Qualquer desafio! (...)
Recorro as fórmulas
- mais secretas -
Abraço a condição
- mais obediente -
De dobrar-me à todos
- os mais sublimes -
E humanos poetas.
Dobrada ao menos
- tento -
Embalar amenos
- versos -
De enluarar-me toda
- ao sabor das noites -
E dos ciganos etéreos.
Feitiços aos pedaços
- saborosos -
Ritmados pelos sentidos
- temperados -
De estrelas dos céus
- reverenciados -
E convertidos em caminhos.
Esculturo o soneto
- sem tropeço -
Confesso o segredo
- inconfesso -
De estrelar-me em pêlo
- perdendo-me nas horas -
E revelar-me a mais sutil
De todas as finas senhoras.
Agradeço
a vida
ter me jogado
no chão para
que eu não
nunca
mais tenha
forças
para correr
atrás de quem
não me merece,
não merecia,
não mereceu
e jamais há
de merecerá.
A ironia da vida,
e giro do mundo,
acabam unindo
o inimaginável
e o impossível:
o encaixe perfeito,
creio que na vida
tudo tem jeito,
e a nossa hora
vai chegar;
e o destino sempre
acaba brindando
quem no amor crê,
e recusa jamais
deixar de buscar.
Aos que jogam
com o amor
e com ele
se portam
mentirosos,
levianos,
ambiciosos
e injustos,
não preciso lançar
nenhuma maldição:
o destino é preciso
em devolver
a cada um
a compensação.
Não há nada
mais santificado
do que uma
vadiagem poética,
eu sou o quê
você procura
no meio
da bagunça
do seu coração.
Inspiro e respiro
aquilo que nutre,
e te traz fascinação.
Transpiro em verso
aquilo que sugere,
e te traz inspiração.
Não há nada mais
o quê ocultar,
escrevo poemas
para os lábios
teus abastecer,
e me incendiar
mais ardente
do que uma
vela no altar.
Seduzo em prosa,
aquilo que desejo,
e atrai por sedução.
Induzo em canto,
aquilo sem reverso,
e que já é paixão.
Não há nada
mais delicioso
do que uma fuga
do cotidiano,
eu sou o quê
te desafia,
e provoca
real encanto
trazendo revolução.
É imperioso dizer:
- Ninguém mais
contém o quê
é sobrenatural.
mesmo diante
dos quatro
atrasos
do que é
para ser,
e ninguém
mais há
de deter.
Rima para o teu
ombro curar,
sonho para te
devolver,
pelo teu povo
não desiste
de te libertar.
A nossa língua é a língua do amor,
A língua que traduz os significados
- mais [complexos],
Ela que nos uniu e nos embala...
Sussurrada até a madrugada,
E bem encaixada à espera da alvorada;
Doce vate é o nome!...
A tua alegria de homem torna-me
Tua e ainda mais encantada...
Porque dos teus beijos,
Eu exijo os mais melosos...
E faço versos adocicados para estar,
Contigo embalada nas paisagens
Mais bucólicas e integrada nos teus
- cenários [urbanos]...
Entrei na sua vida para fazê-lo feliz,
- e sem [enganos]...
Você despertou os desejos mais deliciosos.
Ao sabor do vento do destino,
Vejo que voltaste a ser menino,
Nunca li nada tão [lindo],
Um verso escrito num bilhete
Apoiado sobre a minha escrivaninha:
"À essa menina, moça, mulher
Que nos encanta, uma lembrança."
É assim que faz a poesia da vida:
Ela vai sendo desenhada por nossas carícias...
Não existe nada mais
- fascinante -
Do que a sensualidade
- educada -
Pois ela é virtude fêmea
e elegante:
feita para deixar a alma
- masculina -
Envolvida e eriçada.
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