Ate o Mel mais Puro em um Recipiente
eu achei que era o amor mais era medo de estar sozinha me enulei tentando ser tudo pra alguém que mal enxergava quem eu era chamei de amor o que era caréncia aceitei migalhas e chamei de cuidado hoje sei nâo era amor
É isto que acontece quando as pessoas morrem. Elas se levam embora e você nunca mais descobre nada novo sobre elas.
Nada mais triste que os pensamentos, os poemas e os momentos, que aqui não estarão, pelo esquecimento, erros do sistema, temor ou peso. Porém, nada mais alegre, até porque minha existência não pode ser contida em tão pouco.
Eu hoje lembrei de você, mais dessa vez não foi sonho, foi a dura realidade intristecendo e mostrando o quanto e difícil viver. Pra uma coisa serviu me mostrou que nessa passagem chamada vida, não temos nada, não somos nada, não temos ninguém. Tudo nos e emprestado, cedo ou tarde chega a hora que devolvevos tudo vamos embora sem nada. Somente os tolos e os inocentes acreditam que tem alguém. Somente através do amor ou da amizade podemos criar a ilusão que somos ou que temos alguém. Felizes ainda seram aqueles que deixam saudade.Boa noite .
A maledicência é uma covardia que revela mais sobre o caráter de quem a pratica do que sobre a pessoa que é alvo. É uma arma usada por aqueles que se sentem ameaçados pela luz dos outros, e que buscam apagar essa luz com palavras maldosas e rumores.
A verdade é que a liberdade assusta. Exige coragem. E, tantas vezes, é mais fácil vestir uma máscara do que enfrentar o desconforto de viver com autenticidade.
Acabamos por nos habituar à prisão confortável que construímos. Chamamos-lhe estabilidade.
ENTRE O VERBO E O VÉU
Creio que entre o verbo e o véu há mais vãos do que filosofia e região são capazes de preencher com crenças acolhedoras ou duras racionalidades.
É comum que recorramos a livros, símbolos sagrados de dogmas ou de conjecturas adornadas pelas ciências para resguardar nossas próprias ideologias.
Esquecemo-nos de que há apenas um saber, uma dádiva primordial: a dúvida. Essa velha companheira, que atiçou o fogo e dominou os céus. O elo entre a efemeridade do saber e a alegria dos talvezes.
Dessarte, o mundo é um convite maravilhosamente cruel à reflexão. Uma festa da qual não pudemos — por razões improváveis e explicações arbitrárias — negar a participação. Cá estamos, mesa posta. Resta servir-se do banquete antes das luzes se apagarem.
Minha energia tem sido mais seletiva, como se meu coração tivesse aprendido a filtrar com mais sabedoria. Aprendi o que vale insistir e o que preciso deixar para lá. Deixo minha essência fluir onde há reciprocidade. Trilho os caminhos que honrem a minha verdade e abrigo a intensidade que carrego na alma. Escolho com mais intenção o que permito entrar na minha vida. Não sou a mesma pessoa que costumava ser; deixei para trás algumas versões. O meu nível de tolerância mudou drasticamente. Ando me afastando silenciosamente de algumas coisas, como quem limpa o caminho para novas possibilidades, abrindo espaço para o que importa. Tenho descoberto que a verdadeira força não é expor que estou bem, mas avançar com coragem e tentar seguir, apesar de tudo. Me reconstruo com calma, como quem entende que há coisas que só acontecem no tempo certo. Há processos que exigem paciência, não pressa. Pois algumas transformações só acontecem quando a alma amadurece. Sigo respeitando o ritmo de cada coisa sem forçar as circunstâncias. Abraço a jornada com a leveza de quem aprendeu a voar mesmo com as asas bordadas de cicatrizes.
De todas as versões que já fui, a que sou hoje é a que mais me inspira. Não porque tudo esteja no lugar, mas porque finalmente estou. Aprendi que os recomeços nem sempre fazem barulho. Às vezes, eles surgem em momentos corajosos, como dizer "não" quando antes me anulava. Como não mendigar o que mereço receber por inteiro. Vamos aprendendo a permanecer somente onde nossa presença é valorizada, nos sentindo em casa, onde nos acolhem com boas intenções. E perdendo a necessidade de impressionar quem não enxerga a nossa essência. Hoje, sou o meu próprio abrigo. Sou a calma depois do vendaval, a certeza da minha força depois de tudo que passei. E não é que tudo esteja perfeito. Mas agora não fujo das imperfeições, eu as acolho, pois sei que fazem parte da vida. Eu me olho com honestidade. Me cuido com intenção. Posso dizer que a minha versão atual é a mais resiliente depois de tudo que aconteceu.
De agora em diante, eu vou simplificar tudo. Não quero mais nada que atrase o meu riso ou coloque em risco a minha paz. Quero caminhos mais leves, reciprocidade silenciosa e vínculos verdadeiros. Vou filtrar com mais cuidado onde coloco o meu tempo, a minha energia, o meu coração. Nem todo cenário precisa ser palco da minha entrega. Agora, é sobre crescer por dentro, sem plateia. Parar de me moldar ao que não me veste, apenas para caber. Vou me acolher com mais carinho e ouvir a minha intuição. Vou amadurecer, respeitando o ritmo de cada coisa, sem forçar flores a nascerem fora da estação. Afinal, tudo tem o seu tempo certo.
A liberdade plena é reconhecer que amar é, paradoxalmente, a maior entrega e o mais profundo ato de autonomia.
“Quem é mais nocivo? O mentiroso ou o ingrato? Os dois fabricam incertezas e suas fraquezas são perigo permanente.”
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