Assusta Amor
Dona de mim...
Noite gostosa,
noite de poesia,
mulher maravilhosa,
rainha do dia
noite sublime,
noite de esplendor,
mulher que define,
rainha do amor
noite de loucura,
noite de entrega,
mulher de ternura,
rainha eterna
noite magnífica,
noite profana,
noite idílica,
rainha na cama
noite proibida,
de amor sem fim,
rainha da vida,
dona de mim...
Um dia ela resolve mudar, decidiu o que fazer
deixou suas fantasias pra lá, e seus problemas resolver
Disse agora vou me socializar, pessoas novas eu vou conhecer
começo a trabalhar, ocupou sua mente com o que?
se mesmo trabalhando, ela vivia pensando em você
O que ela desejava era a tal liberdade pra viver
ter os pensamentos mais saudáveis, ser livre, mais livre de que?
Ela queria fugir, mas não sábia pra onde ir, a tal liberdade que ela procurava era se libertar de ser escrava de si.
Amo-te devagar, só para experimentar cada pedacinho do teu ser.
Amo-te devagar, só porque sei que sem ti não sei viver.
Meus muros armados impediam pessoas especiais em minha vida.
Amigos que amo, mas decepcionei.
Reflexos do medo.
O mundo é uma escola, a vida é nosso professor e a nossa casa é a sala de aula; e cada um de nós está matriculado na sala adequada para o nosso aprendizado e consequente aprimoramento.
Gêmeas são as almas que se tocam mesmo antes do primeiro encontro...
E quando isso acontece, é como se a terra tocasse o céu,tudo gira em perfeita sintonia e de alguma forma é como se tocássemos o sagrado.
Mesmo que as luzes se apaguem, não se desespere. O fim às vezes vem com recheio doce, todo recomeço tem um sabor diferente. Simplesmente aguente firme!
CLADISSA - ROMANCE. N° 59.
LIVRO - 59
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
"CAPÍTULO VI"
"A DIGNIDADE ENTRE A TERRA E O OLHAR"
A Úmbria do século XI não era apenas geografia. Era estrutura feudal, era hierarquia sacramentada, era ordem imposta sob o duplo jugo da espada e do altar. Após a fragmentação do poder carolíngio, as pequenas senhorias tornaram-se centros autônomos de comando, onde a vida camponesa se submetia à lógica da dependência e da proteção. Naquele contexto, a mulher sem linhagem era invisível aos registros, mas não aos olhares.
Cladissa caminhava pelos campos como quem carrega não apenas feixes de trigo, mas o peso de uma condição social irreversível. Órfã de camponeses, destituída de dote, alheia às alianças matrimoniais que sustentavam a economia feudal, ela não possuía moeda de troca. Ainda assim, despertava investidas.
A razão não residia na posse, mas na presença.
A mentalidade medieval compreendia a mulher sob três categorias recorrentes, a virgem, a esposa, a pecadora. Tal tripartição, difundida pela teologia latina e consolidada na cultura eclesiástica do período, formava o horizonte moral da época. A autoridade espiritual exercida por centros como a Abadia de Monte Cassino, sob influência da tradição beneditina fundada por São Bento de Núrsia, impregnava o imaginário com uma disciplina que exaltava o silêncio e a submissão.
Mas havia outra força. A política.
A região da Úmbria encontrava-se sob disputas constantes entre a autoridade imperial do Henrique IV e o poder papal de Gregório VII, cujo conflito culminaria na chamada Querela das Investiduras. O poder era tensão. A tensão infiltrava-se nas aldeias. Onde há instabilidade, há oportunismo.
Cladissa representava algo raro. Beleza associada à altivez moral. Não era a sedução vulgar das feiras itinerantes, nem o riso fácil das tavernas. Era compostura. Em uma sociedade rigidamente estratificada, a dignidade em corpo pobre provoca inquietação. Ela não se inclinava além do necessário. Não oferecia palavras supérfluas. Não solicitava proteção. Isso bastava para despertar desejo e desafio.
Os jovens escudeiros viam nela a possibilidade de conquista. Para eles, a mulher sem tutela masculina constituía território disponível. Alguns pequenos proprietários a percebiam como eventual concubina útil. Havia também homens sinceros, que a observavam com respeito contido, temerosos de aproximar-se por não possuírem recursos para elevá-la socialmente.
A estrutura feudal operava sob pactos. Casamento era contrato econômico. Amor era luxo. Uma camponesa órfã, ainda que virtuosa, raramente ascendia sem mediação clerical ou proteção senhorial. No entanto, a história demonstra que períodos de transição institucional abrem fissuras nas hierarquias. A instabilidade do império, as tensões entre Roma e os príncipes germânicos, o enfraquecimento de determinadas casas locais criavam margens de mobilidade inesperada.
Cladissa não compreendia os tratados políticos, mas percebia as mudanças no ar. Mais soldados cruzavam as estradas. Mensageiros passavam com pressa. Homens discutiam tributos nas portas das igrejas.
Ela sentia que algo maior movia-se.
Seu silêncio não era ignorância. Era prudência.
No interior da pequena igreja rural, sob afrescos já desbotados pelo tempo, Cladissa ajoelhava-se não por submissão servil, mas por convicção íntima. A fé medieval era simultaneamente temor e esperança. O sermão falava de culpa, de pecado, de vigilância. Contudo, para ela, Deus era abrigo. Não ameaça.
Essa distinção interior tornava-a ainda mais singular.
Entre a terra que lhe sujava as mãos e o olhar que lhe sondava o destino, Cladissa começava a compreender que a verdadeira herança não era dote nem brasão, mas caráter. Em uma era onde o sangue definia o valor, ela intuía que a nobreza podia nascer da conduta.
Os campos permaneciam os mesmos. As muralhas continuavam erguidas. A ordem social não se alterara visivelmente.
Mas dentro dela, algo se consolidava.
E quando a dignidade de uma mulher enraíza-se na própria consciência, nenhuma estrutura feudal consegue mantê-la para sempre confinada ao chão que pisa.
Daí você percebe que está apaixonado. Quando você está com a pessoa que gosta, o tempo passa mais rápido.
É, menina você vai sentir minha falta, falta dos meus carinhos, dos meus beijos, das minhas declarações, vai sentir falta da minha risada estranha e do jeito que eu te encarava, vai sentir falta de toda a minha preocupação com você, dos meus cuidados, e do jeito que eu dizia que te amava, e quando eu se for vai aparecer milhares de meninos ao seu redor mas eu é quem vou dominar seus pensamentos, você vai olhar para eles lembrando do meu sorriso e de como eu ficava bravo quando trocava meu nome, vai querer chama-los dos apelidos mais implicantes que você me chamava mas não vai conseguir pois eles não vão ficar rindo e logo depois te xingar de volta; lembra que um dia em meio as nossas brincadeiras eu te disse ” cuidado, eu também sei fazer falta” é você vai lembrar disso e vai começar a chorar sabe por que? porque além de sentir minha falta você vai perceber que pode ter milhares a sua volta mas sempre vai faltar aquela que dedicou cada minuto pra te fazer feliz.
Fiquei doido, fiquei tonto...
Meus beijos foram sem conto,
Apertei-a contra mim,
Aconcheguei-a em meus braços,
Embriaguei-me de abraços...
Fiquei tonto e foi assim...
Sua boca sabe a flores,
Bonequinha, meus amores,
Minha boneca que tem
Bracinhos para enlaçar-me,
E tantos beijos p'ra dar-me
Quantos eu lhe dou também.
Ah que tontura e que fogo!
Se estou perto dela, é logo
Uma pressa em meu olhar,
Uma música em minha alma,
Perdida de toda a calma,
E eu sem a querer achar.
Dá-me beijos, dá-me tantos
Que, enleado nos teus encantos,
Preso nos abraços teus,
Eu não sinta a própria vida,
Nem minha alma, ave perdida
No azul-amor dos teus céus.
Não descanso, não projecto
Nada certo, sempre inquieto
Quando te não beijo, amor,
Por te beijar, e se beijo
Por não me encher o desejo
Nem o meu beijo melhor.
(Fernando Pessoa)
Eu te peço,não me deixa ir,não deixa morrer isso tudo que eu cultivo aqui no peito,e é seu,pra você.
Não,não diz que tanto faz,eu sei que pra você tanto faz,mas não me diz.Não pensa que eu não vou embora,posso te surpreender,eu sinto tanto,sinto muito,mas se não houver mais opçoes,me desculpe,se for pra escolher,eu prefiro continuar sendo minha,e esqueço você.
A cada Não que recebo de você,
Me serve como um Sim...
de que preciso continuar minha vida,
sem olhar pra quem nunca
vai estar junto de mim.
(pattylima)
Você apoiada na janela era quase um quadro.
Seu cabelo cacheado armado,
assim como o seu sorriso.
Fazendo meu coração acelerar querendo se entregar.
Você me tem nas mãos
E talvez nem desconfie,
Estou te entregando meu coração,
Por favor, o priorize.
A pessoa amável é aquela que se valoriza, que se torna carismática através da livre expressão dos seus dons, talentos e atitudes, pois se ama e se respeita e, assim, se faz admirável, chama a atenção de um modo natural, torna-se um ser humano atraente e que é, portanto, amável, ou seja, merecedora de amor!
Amo você, ainda que o sol se esconde
Ainda que a lua me abandone
Preciso apenas fechar os olhos
Para ver que no meu pensamento Vc está
apenas em um olhar na minha mente
Você está em todo lugar em qualquer lugaa
Mesmo na distância e nas dificuldade
Nosso amor perseverá e continuaria
Contrariando todos os fatos
Vou para junto de teu Abraço
Porque novamente aquele perfume
que outrora tinha mas agr se esconde
Para os teus cabelos só posso dizer
Que outro cheiro não há de melhor
Apenas pelo tamanho e pela perfeição
Me deixou apaixonado pelo anjo que o tinha
Para as suas bochechas eu digo
Sempre que sorria
suas covinhas aparecia
Me deixou mais encantado
Estou como um bobo apaixonado
Para sua boca eu digo ....
só se embebesse um anjo de vinho
E obrigasse a desser , avistaria outra blz dessa maneira
Seus lábios tão perfeitos
Profundamente provocantes
E aquele sorriso...
Quando sua boca abria
Seu sorriso iluminava o meu dia
Não vou nem tentar falar de seus olhos
Porque as palavras não são
Sem exceção, grandiosa o suficiente
Para descrever o lugar onde tudo que havia
Foi o seu olhar que eu não esqcia
Vou parar por aqui agora
Para não perder a mente
Porque ao lembrar de vc , minha mente
Nesse mundo não mais reside....
Isso só pelo rosto , hj vou dizer
Para sempre saiba , eu amo você
