Assim sou eu Menina Mulher Deusa Menia
Tem um poema da Florbela Espanca que diz assim: "As coisas vêm a seu tempo/ quando vêm, essa é a verdade". Um dia a coisa sai. E eu acredito no mecanismo do infinito, fazendo com que tudo aconteça na hora exata.
Tem dias que a gente para e pensa "Será que amar dói tanto assim?" Pois é, às vezes o fato de você amar faz até que você sinta uma "dorzinha".
Dói quando não sabemos se a pessoa que amamos está bem.
Dói quando sentimos saudades.
Dói quando você fala e a pessoa não te escuta.
Dói muito quando sabemos que não podemos aliviar o sofrer e a angústia dessas pessoas.
Dói quando a vemos fazer escolhas erradas.
Mas também temos um Deus soberano que vai onde não podemos ir, que sonda nosso coração e trata a nossa dor, temos esse Deus maravilhoso que se faz presente em meio as alegrias, as tristezas em todos os momentos e que mesmo quando vemos que as pessoas que amamos se desviam do seu olhar Ele vai la com todo amor do mundo e os conduz para perto do seu cuidado e amor!
'" A madrugada é assim, companheira do poeta e do bebado, dos amores perdidos e dos que acordam cedo...""
I
ASSIM aos poucos vai sendo levada
a tua Amiga, a tua Amada!
E assim de longe ouvirás a cantiga
da tua Amada, da tua Amiga.
Abrem-se os olhos - e é de sombra a estrada
para chegar-se à Amiga, à Amada!
Fechem-se os olhos - e eis a estrada antiga
a que levaria à Amada, à Amiga.
(Se me encontrares novamente, nada
te faça esquecer a Amiga, a Amada!
Se te encontrar, pode ser que eu consiga
ser para sempre a Amada Amiga.
II
E assim aos poucos vai sendo levada
a tua Amiga, a tua Amada!
E talvez apenas uma estrelinha siga
a tua Amada, a tua Amiga.
Para muito longe vai sendo levada,
desfigurada e transfigurada.
Sem que ela mesma já não consiga
dizer que era a tua profunda Amiga.
Sem que possa ouvir o que tua alma brade
que era a tua Amiga e que era a tua Amada.
Ah! do que disse nada mais se diga.
Vai-se a tua Amada - vai-se a tua Amiga!
Ah! do que era tanto, não resta mais nada...
Mas houve essa Amiga! mas houve essa Amada!
“A decadência da sociedade é louvada pelos artistas assim como a decadência de um defunto é louvada pelos vermes.”
Sempre fui um cara estranho
Desses assim meio sem jeito
Sempre estive assim perdido
Sesses que nunca sabem direito
Ao envelhecer tornamo-nos mais sábios e lentamente dá-mos conta de tudo que é supérfluo, assim como um relógio de 3 mil euros dá a mesma hora que um relógio de 30 euros; uma carteira de 300 euros carrega o mesmo dinheiro e documentos que uma de 3 euros; a solidão de uma casa de 30 metros quadrados ou de 300 é a mesma. Espero que um dia percebas que a tua felicidade interna não vem das coisas materiais no mundo. Não importa se viajas em primeira classe ou económica, morreras na mesma se o avião cair. Espero que percebas quando se tem amigos e irmãos, com quem falar, rir e cantar, isso é felicidade verdadeira.
Meu feitio de oração
Uma amiga me disse assim no messenger:
“Orei por você ontem.
Você pode me retribuir fazendo o mesmo por mim.
O que você acha?”
Eu respondi começando assim.
E completei agora...
Enquanto vivo eu oro.
Enquanto eu choro,
Enquanto eu como
Eu oro, e quando estou com sono,
Também a cada vez que eu rio,
E quando eu saio,
E se eu morro de frio eu oro.
E quando eu caio,
E quando à noite eu me deito pra dormir,
E quando eu vou sair,
Se eu me demoro,
Eu, nessa hora,
Sem motivo,
Oro...
Eu quase nunca espalmo a mão na mão.
Eu quase nunca falo baixinho.
Eu quase nunca faço uma oração
Assim, do jeito certinho...
Eu oro quando estou sozinho.
Eu oro no meio da multidão.
Eu oro quando estou no meio do caminho
Ou na contra-mão.
Eu oro quando abraço um primo
E quando eu falo com meu irmão.
Cada vez que eu cometo um desatino eu oro,
Cada vez que eu melhoro,
Cada vez que eu escapo de um tiro de raspão.
Eu não decoro a letra da oração.
Às vezes eu fecho os olhos.
Outras vezes distraio a minha visão...
E, todavia,
É assim que eu oro.
É assim que eu falo com Deus.
De outra maneira não.
Não uso palavra.
Uso a vida.
Não uso a voz.
Uso a mão.
Mas não espalmada.
Estendida.
Às vezes a mão fechada.
Às vezes a mão no chão.
Às vezes a mão tremula e cansada.
Às vezes mesmo a mão desanimada
Por tanto lutar em vão...
Mas mesmo assim
Essa é a mão
Que eu movo e trago sempre em comunhão.
É meu feitio.
É minha condição.
É como se o orar deixasse cada poro.
Fizesse parte da minha respiração.
É assim, desse jeito, quando eu oro.
É dessa forma minha oração.
Angra dos Reis
Deixa, se fosse sempre assim
Quente, deita aqui perto de mim
Tem dias, que tudo está em paz
E agora os dias são iguais..
Se fosse só sentir saudade
Mas tem sempre algo mais
Seja como for
É uma dor que dói no peito
Pode rir agora
Que estou sozinho
Mas não venha me roubar...
Vamos brincar perto da usina
Deixa pra lá
A Angra é dos Reis
Por que se explicar
Se não existe perigo...
Senti teu coração perfeito
Batendo à toa e isso dói
Seja como for
É uma dor que dói no peito
Pode rir agora
Que estou sozinho
Mas não venha me roubar
Vai ver que não é nada disso
Vai ver que já não sei quem sou
Vai ver que nunca fui o mesmo
A culpa é toda sua e nunca foi...
Mesmo se as estrelas
Começassem a cair
A luz queimasse tudo ao redor
E fosse o fim chegando cedo
Você visse o nosso corpo
Em chamas!
Deixa, pra lá...
Quando as estrelas
Começarem a cair
Me diz, me diz
Para onde é
Que a gente vai fugir?
Você é assim...
Você mora em meu coração
Habita minha mente
Passeia em meus sonhos
E mesmo estando tão longe
Sinto você bem perto
Sem você meus pés perdem o chão
Meu coração para
Fico sem direção
Completamente perdido na escuridão
Você é assim... tudo pra mim
E eu te amo muito mais que mais
Você é meu vicio, minha sede
Só você me satisfaz
Meu amor por você vai alem do infinito
Simplesmente é o melhor
Não se mede;
Não se compara;
Não se define;
Não se limita;
Há quem diga que é uma bobagem
Ou ilusão, respondo a altura
Qual é sua realidade ?
A minha ta aqui ó, (mão no coração)
E no meu coração só tem você
Ocupando o espaço que lhe pertence
Dominando não apenas o coração
Mas também a minha mente.
Você é assim... tudo pra mim...
SAUDADES DE NADA
Tenho muitas saudades, imensas
Tantas que ninguem pode imaginar...
Vivo assim submersa em pensamentos longiquos
Penso em nada, nesse nada que e a minha vida
Entao sinto saudades do nada que era a minha vida
Um nada diferente desse que vivo hoje
Era um nada de dar saudades,
Entao eu sinto saudades dos amigos que nao tive
Dos amores que nunca vivi, lembranca que nao cultivo
Tenho saudades, muitas saudades
De nunca ter vivido...nem sequer sonhado
E me pergunto de onde vem tantas saudades assim
Francamente, nao sei
Mas a verdade e que vivo assim
Sempre com saudades de nada.
Uma agressão verbal pode ser tão pior quanto uma agressão física, assim como um silêncio pode magoar tanto quanto uma simples palavra.
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