Assim sou eu Menina Mulher Deusa Menia
Às vezes não me quero inteira. Noutras transbordo intensamente. Sou o preenchimento absoluto de todos os meus vazios.
No amor sou egoísta. Quero o inteiro, o sensato, o perspicaz, o maduro, o ilimitado. No amor ou vem completo ou nada feito. O superficial não está no meu dicionário. Quero o vendaval, a calmaria, o grito, a paz, o escuro, o claro, o manso, o cruel, o limitado e o ilimitado, tudo ao mesmo tempo. Quero o equilíbrio de todos os pesos da balança. Afinal, metade não me satisfaz. Sou inteira por dentro e por fora. Sou inteira até dentro de outra metade, esperando para formar o inteiro e manter o equilíbrio das massas do universo. Portanto, não me venhas com metades, traga consigo os complementos, para formarmos o total...
Sou adulta o suficiente para ter que ficar ouvindo conversinhas bobas. Tome iniciativas se quiseres me conquistar ou ficarás à mercê de pequenas atitudes infantis.
Sou de várias formas, vários atos e vários impulsos. Mudar? Apenas se estas mudanças forem para melhorar a minha vida e de outras pessoas.
Não sou obrigada a compactuar com certas atitudes. Tenho meu ideal de vida e dele faço a minha morada.
Que a vida me ensine a ser melhor do que já sou. Ensine-me a buscar a essência que vive nas profundezas do além e me liberte das correntes que eu mesma criei.
Sou servo fiel do Senhor e ñ desistirei do meu foco q é o céu jamais desviarei do meu q é Jesus Cristo q é o Senhor q me liberta do perigo e me livra do inimigo, minha rocha, minha fortaleza, meu refugio, digno de todo o louvor transbordando em nós o seu grande amor sempre clamo a Ele e sei q tomara uma providência para o seu servo ajudar pq a oração tem poder basta crer e nunk perder a fé e perseverar ate o fim, q Tua graça e o teu amor vão nos guiar e por isso ñ deixar de acreditar q Ele jamais deixara alguém sem ajudar.
Exaltaremos Seu santo Nome, absoluto, Leão de Judá, Onipotente, Indiscritivel, Incomparável Ele é a Estrela da Manhã, Justo e Fiel, Principe dos ceus, és o EMANUEL.
Sou prisioneiro dos meus pensamentos.
Dentro da minha mente, a dor se repete em ciclos infinitos, como se cada lembrança fosse uma cela reforçada, sem grade visível, mas impossível de escapar. Tento lutar contra
a voz interna que insiste em rotular cada segundo como tortura, mas percebo que só reconhecendo e acolhendo esses pensamentos posso começar a libertar-me.
Se alguém te tratar mal, basta lembrar que há algo errado com essa pessoa, não com você, quando sou alvo de olhares compassivos ou excluído em conversas, tento resistir ao impulso de me culpar,
lembrando que a crueldade alheia reflete a limitação interior deles, não meu valor, essa mentalidade me fortalece em momentos de rejeição, ainda que seja difícil impedir que a mágoa me consuma antes dessa lembrança vir à tona.
Não sou frio, sou triste.
Mas tristeza profunda não faz barulho. Ela aprende a se disfarçar em silêncios longos,
em olhares vazios que já desistiram de explicar.
A dor me faz triste. Cada fibra em mim lateja memórias que nem a medicina apaga. Sou um retrato ambulante de perdas, do movimento, da autonomia, da esperança. E assim… Atristeza brota sem cessar,
como uma secura interna que nenhum afago alcança.
Sou mais da chuva… Ela desce como quem lava os silêncios que me habitam, desfaz a poeira invisível que cobre meu espírito.
Enquanto cai, borra as dores, dissolve as arestas do peito.
O sol, ao contrário, me expõe como vitrine vazia: sua luz varre os cantos,
revela rachaduras, escorre sobre minhas lágrimas… as que finjo… não existir.
Já entreguei meu afeto, já me doei… Hoje, sou frio, um escudo erguido para sobreviver. Doar amor a quem não valoriza é soprar feridas abertas, não deixá-las cicatrizar. Esse gelo me protege, mas deixa uma saudade aguda
do calor humano que um dia foi natural… e hoje me trai em julgamentos e abandono.
Sou um peso de papel,ou talvez uma pequena âncora que impede que os ventos levem embora o que importa. Minha função parece simples, mas é resistência. Mesmo parado, ainda sustento, ainda protejo, ainda sou abrigo
contra o dispersar das coisas. E talvez, exista alguma dignidade em ser esse ponto fixo no meio da tempestade.
Tenho inclinação para me destruir, sou o martelo e o muro que trinca. Cada falha vira sentença, cada pensamento uma marreta contra mim mesmo. Temo a força das minhas próprias mãos, que insistem em demolir o pouco que ainda permanece de pé.
Sou uma pessoa feliz, presa num inverno que insiste em ficar. Carrego o sol na memória, o riso nos ossos, o amor em cicatrizes abertas. Mas, por agora, é a tristeza quem ocupa o palco, enquanto minha alegria espera, quieta, nos bastidores.
Na madrugada silenciosa, sou único habitante do meu universo interior. O quarto se expande em paisagens oníricas que existem só em mim, cores e estrelas que brilham enquanto sonho acordado, mas desaparecem ao nascer do dia.
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