Assim sou eu Menina Mulher Deusa Menia
Sou o encontro de passado e presente
uma história que se enlaça
em tantas outras vidas
são anos de aprendizado,
de gente querida
de momentos bons
e outros nem tão presentes
Mas em mim está a força
de seguir em frente
a certeza de que a vida
é mesmo uma partida
e que cada passo dado
nos leva a outra vida
q ue o tempo é gigante
e ao mesmo tempo tão carente
Eu sou um livro aberto,
folhas amareladas pelo tempo
mas ainda trago em mim
a esperança e o sentimento
de que é possível criar
um mundo melhor
E assim vou caminhando,
entre o passado e o agora
tão vasta é minha jornada,
tão grande é o meu tesouro
sou o tempo que persiste
e que não tem borda nem sabor.
Não sou um livro aberto
Não sou uma ilha
Sou terra habitada
Por hábito e mobília.
Sou feito de barro
Que chora e se humilha
Que sofre e tem medo
Da sombra da noite
Que guarda o segredo
Do eterno retorno
Que traz recomeço
Do trágico querer
Me perco no sonho
Do dia futuro
Construindo um muro
Em volta de mim, para permanecer.
A carne se esgaça como roupa velha
A alma se estica pra não se perder
Oi! Estou por você esperando,
Sou a realidadeque você
não quer enfrentar,
Sou aquele que você
vem desprezando
Sou a verdade que você
não quer enxergar
e, depois, fica reclamando,
Sou quem pode livrar
de um amargo lamento,
Então, decidi me apresentar,
Prazer, Eu sou...O Bom Senso.
Penso, se possível, faço
às vezes, o inverso,
nem sempre sou sensato,
esmoreço, canso, entristeço,
entretanto, recomeço, me refaço,
pra novos começos, próximos passos.
Sou um segredo a ser desvendado,
tenho as minhas barreiras,
mas sem armadilhas,
posso ser fortaleza
alimentando a tua existência,
às vezes, sou imaturo,
depende do momento,
tempos e temporadas,
tenho meus pontos de equilíbrios
onde a maturidade encontra morada,
se tiveres paciência e fores determinada,
poderás usufruir das minhas qualidades,
apesar das minhas falhas.
Ciente de que a vida é muito passageira e de que o tempo não costuma esperar, sou um viajante aventureiro, estou sempre em busca de uma viagem, de uma nova aventura e posso afirmar seguramente que uma das melhores partes é poder conhecer pessoas incríveis, que tornam certas experiências melhores, inevitavelmente, inesquecíveis,
A maioria delas muito provavelmente estará conosco apenas durante aqueles momentos e está tudo bem, teve a sua devida relevância, é evidente, porém, felizmente, algumas continuarão, mesmo que à distância e em encontros breves, sendo sempre marcantes, alegres, gratificantes, amizades surpreendentes, conquistadas com uma afinidade fascinante
Melhor presente ou lembrança que podemos trazer de uma viagem, que deixa o nosso coração mais leve, às vezes, até acelerado por bons sentimentos, intensos e valorosos e não quer dizer que sejam relações perfeitas e sim mais compatíveis que possam ser, demonstrando de verdade um jeito zeloso com afeto e respeito Graças a Deus e a sua Bondade.
Sou um simples poeta com uma imaginação inquieta e realista, então, fico inspirado e imagino durante boa parte do meu dia, mas é durante à noite que a inspiração fica ainda mais forte, quando as minhas emoções e os meus instintos avivam os meus pensamentos, criando algumas cenas e versos na minha mente, sinceros e intensos
Tudo pode ser inspirador, entretanto, melhor será se eu puder encontrar vida, um esplendor de intensidade, uma simplicidade genuína, uma essência de muita naturalidade como um céu repleto de estrelas, a luz do luar sobre as folhas das árvores, deixando a natureza com uma aparência mais elegante, exaltando certos detalhes
E em sincronia com esta minha preferência poética, encontro em ti, bastante vitalidade, percebo que a tua sensualidade também possui hábitos noturnos e assim, permite que fiques mais à vontade, confiante, então, a tua presença consegue inspirar-me intensamente com tamanha facilidade, uma capacidade interessante que aguça a minha criatividade
Por consequência, nesta ocasião noturna, serás para mim, a poesia mais bela, arte que desperta o meu interesse de fazer uma leitura sem pressa das linhas suaves do teu corpo, cada trecho das tuas curvas, o que tem a dizer a expressão profunda e verdadeira dos teus olhos, a verdade da tua essência, que pode ser um sonho ou uma doce loucura e os beijos serem dados veemência.
O que será que falta em mim?
Será que não sou tão bonita
ou não tenho um corpo tão belo?
Será que tenho espinhas demais?
Será que sou fedida?
Será que não sou tão magra como as outras garotas?
Será que falo demais ou sou muito chatinha às vezes?
Talvez o problema não esteja na minha aparência, talvez esteja na minha alma.
Sou como um, copo descartável.
Bebedouro.
Usa, joga na lixeira.
Uma vida, curta.
Que faço, aniversário.
O presente, vai para o passado.
Troco, as pilhas do relógio.
O calendário velho, jogo fora;
o calendário novo, na parede.
"Sou uma mariposa em constante metamorfose. Minhas asas se expandem ou se contraem de acordo com o vento que me sopra. Se me tratam com carinho, voo alto. Se me ignoram, rastejo no chão."
Entre Luz e Sombras
Na vida...
às vezes sou mocinha.
Outras vezes... vilã.
E no silêncio entre um papel e outro,
me pergunto:
quem sou eu… afinal?
Nunca sei quem fui
nos olhos de quem me viu partir.
Nunca sei quem sou
no reflexo de quem insiste em me definir.
Se faço o bem...
me julgam mal
Se tropeço no mal...
alguém encontra em mim um bem que nem sei explicar.
Que lógica é essa
que me atravessa
e me desfaz?
Eu erro…
tentando desesperadamente acertar.
E acerto…
quando já não me preocupo mais em errar.
Ironia essa...
Como se a vida risse
da minha tentativa de controle.
Sou luz?
Ou sou escuridão?
E por mais que eu procure respostas,
a verdade me escapa…
como água entre os dedos.
Porque, no fundo,
quem diz quem somos
não somos nós.
É o olhar que nos acolhe,
ou o julgamento que nos corta.
É quem nos vê…
que nos inventa.
E eu?
Eu me desconheço.
Sou verdade?
Ou sou invenção de versões
que criaram de mim?
O que escondo…
até de mim mesma?
Há mistérios no meu peito
que nem minha coragem alcança.
Sentimentos que existem…
mas nunca tiveram permissão para nascer em palavras.
E assim eu sigo…
fragmentada…
contraditória…
humana.
Sendo mil em uma,
e ainda assim… incompleta.
Talvez…
a grande verdade
não seja descobrir quem somos.
Mas aceitar…
que somos feitos de perguntas.
E não de respostas.
Não sou contra um Estado nuclearmente armado por ser pauta da esquerda, nem contra o armamento civil por ser pauta da direita. Sou contra o armamento inconsciente, por ser cristão.
Sou muito da poesia, mas se a vida me empurrar para a artilharia,
jamais vou me furtar.
Porque há em mim uma inclinação natural para as palavras que curam, para os silêncios que acolhem e para as metáforas que ajudam o mundo a respirar um pouco melhor.
A poesia, afinal, é o território onde a sensibilidade ainda tem cidadania e onde a humanidade tenta se lembrar de si mesma.
Mas viver não é apenas contemplar.
Há momentos em que a realidade deixa de pedir versos e passa a exigir coragem.
Momentos em que a delicadeza, sozinha, já não protege quase nada — nem a dignidade, nem a verdade, nem a própria vida.
Nessas horas, permanecer apenas na poesia pode ser confundido com ausência, e silêncio pode parecer concordância.
Não porque a poesia seja fraca, mas porque existem tempos em que até a beleza precisa aprender a defender-se.
E nem se trata de abandonar a poesia, mas de compreender que ela também pode vestir armadura quando necessário.
Que quem cultiva sensibilidade não está condenado à passividade.
E que defender aquilo que dá sentido à vida também é uma forma de honrar tudo aquilo que a poesia sempre tentou dizer.
Ser da poesia é escolher, sempre que possível, o caminho da palavra antes do confronto.
Mas é também saber que a dignidade não pode ser permanentemente desarmada.
Porque quem ama profundamente a vida não luta por amar guerra — mas para que ainda exista mundo suficiente onde a poesia possa continuar respirando.
Por que é tão difícil ser amada?
Será que sou muito feia?
Será que minha alma está morta?
Será que me falta sabedoria?
Será que minha cara é torta?
Eu queria ser amada de verdade
por uma pessoa que me amasse sem motivo
que o amor fosse tão forte que se tornasse inexplicável.
estou realmente triste
porque o amor, para mim, é uma coisa inalcançável.
Sou paradoxalmente sociável e distante — converso com naturalidade enquanto ergo barreiras invisíveis, parecendo reservado mesmo quando falo, revelando-me sem me entregar, e desconheço outra forma de ser.
Onde a Paz escolhe Ficar
Sou como um pássaro que escolhe pousar apenas em galhos firmes e tranquilos não por medo do vento, mas por amor à serenidade.
Permaneço onde o ar é leve, onde minha presença não pesa, onde o silêncio não se torna desconforto.
Quero ser brisa que acalma, não tempestade que inquieta.
Ser luz suave na janela, não clarão que ofusca.
Ser paz… e, para quem precisar, também ser colo.
Simone Cruvinel
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