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Assim sou eu Menina Mulher Deusa Menia

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Sem você eu não sou nada nesta vida, pois você é a razão do meu viver
Sem você eu não vejo brilho nas estrelas, e a lua já não quer aparecer

Eu sou um vulcão de emoções...
sou forte, sou vilã...
sei me cuidar muito bem...
não sou santa e nunca fui...
aprendi a apimentar... a provocar...
e quem quiser gostar de mim... que goste assim... porque é assim que eu sou.. e não vou mudar..

Eu sou o surrealismo.

Salvador Dalí
George Cevasco, Salvador Dali: Master of Surrealism and Modern Art (1971)

EU NÃO GUARDO RANCOR.
Eu aceito de volta antigos amigos que me magoaram. Sou capaz de sorrir para eles, tratar bem, dar uma nova chance.
Eu não guardo rancor.
Eu já perdoei traições. Já tentei recomeçar segundas, terceiras, quartas vezes.
Eu não guardo rancor.
Eu esqueço sentimentos ruins que senti na hora da raiva, deixo pra lá, toco a bola pra frente.
Eu não guardo rancor. Definitivamente.
Mas eu lembro de mágoas. Aquelas que passam com o tempo. Lembro dos acontecimentos, das palavras, das situações. Mas nunca deixo que sejam motivações para nada, absolutamente nada.
Magoa é diferente de rancor. O rancor persiste, resiste ao tempo. A mágoa passa com um esforço mínimo, esfria junto com a raiva no passar das horas, dos dias, dos meses... Eu também não guardo mágoas, apenas lembro. E é importante lembrar, pra que nos sirva de exemplo daquilo que não queremos para os outros, portanto, nem para nós mesmos. É importante saber de como é ser magoado, pra que não magoemos.
Eu não guardo mágoas. Mas lembro de como não quero me sentir. Jogo fora o mau sentimento, aceito de volta quem me fez sentir, desde que venha de boa fé, e aceito de coração, sem rancor.
Eu não guardo rancor.
Eu não guardo mágoa.
Eu faço da dor uma lembrança distante, não influente, inofensiva, pra que eu entenda o quanto eu cresci a partir do momento em que perdoei quem a causou.

Eu não tenho inimigos, apenas concorrentes, que querem ser o que eu sou e fazer o que eu faço, por isso me odeiam tanto e tentam denegrir a minha imagem. Eu apenas lamento, pois ainda não fiz um terço do que sou capaz :D

Eu não sou louca, eu sou criativa.

Sim eu tenho dupla personalidade, pois sou uma pessoa que você vê e julga, e outra que você conhece e adora.

Eu só queria que soubesse que todos nossos momentos foram os melhores da minha vida. Eu não sou eu sem você. Mas, ao mesmo tempo, não consigo entender se você é isso que todos veem ou se é quem eu vejo. Sabe? Eu... eu preciso ir.

Tenho incompatibilidade de adjetivos, mas em ambos eu dou o meu melhor. Quando sou boa eu sou muito. E quando sou má, tanto quanto.

Eu sou bonita do meu jeito, porque Deus não comete erros.

Em dias da alma como hoje eu sinto bem, em toda a consciência do meu corpo, que sou a criança triste em quem a vida bateu.

Eu sinto minhas memórias desaparecendo com o tempo
Mas eu sou muito jovem para me preocupar

Sei que não há como convencê-la de que isto não é um truque mas não faz mal. Sou eu. Meu nome é Valerie. Não creio que viverei muito tempo e quero falar sobre a minha vida. Esta é a única biografia que eu vou escrever e faço isso em papel higiênico.

Nasci em Nottingham, em 1985. Não me lembro muito da infância, mas eu me lembro da chuva. Minha avó tinha uma fazenda e ela dizia que Deus estava na chuva. Fui aprovada no exame para o curso secundário. Na escola, conheci minha primeira namorada. Seu nome era Sarah. Foram seus pulsos. Eles eram lindos. Achei que nos amaríamos para sempre. O professor dizia que era uma fase da adolescência que superaríamos. A Sarah superou. Eu não superei.
Em 2002, eu me apaixonei por uma garota chamada Christina. Naquele ano, contei aos meu pais. Não poderia ter feito isso sem a Chris segurando minha mão. Meu pai não olhou para mim. Disse-me para ir embora e nunca mais voltar. Minha mãe não falou nada. Mas eu só contei a verdade a eles. Isso foi egoísmo demais? Nossa integridade vale tão pouco, mas é tudo o que temos. É o mais importante em nós. Mantendo nossa integridade, somos livres. Sempre soube o que queria da vida.
Em 2015, eu estrelei meu primeiro filme, As Dunas de Sal. Foi o papel mais importante da minha vida, não pela carreira, mas porque assim conheci a Ruth. Na primeira vez em que nos beijamos, eu soube que nunca mais iria querer beijar outros lábios. Nós nos mudamos para um apartamento em Londres. Ela plantou Scarlet Carsons para mim na janela e nosso apartamento sempre cheirava a rosas. Foram os melhores anos da minha vida.
Mas a guerra dos EUA foi piorando e, no fim, chegou a Londres. Depois disso, não havia mais rosas... Não para todos. O significado das palavras começou a mudar. Palavras como "colateral" e "rendição" inspiravam medo... Enquanto ganhavam força "Nórdica Chama" e "Artigos de Submissão". Lembro-me de como "diferente" virou "perigoso". Ainda não entendo por que nos odeiam tanto. Eles levaram a Ruth enquanto ela comprava comida. Nunca chorei tanto na minha vida. Não demorou para virem me buscar. Parece estranho terminar a vida em um lugar tão horrível... Mas durante três anos eu tive rosas e não pedi desculpas a ninguém. Eu morrerei aqui. Cada pedacinho do meu ser perecerá. Cada pedacinho... Menos um. O da integridade. É pequeno e frágil... E é a única coisa que vale a pena ter. Nós jamais devemos perdê-lo. Nem deixar que o tomem de nós. Espero que, quem quer que você seja, escape daqui. Espero que o mundo mude e a vida fique melhor. Mas o que mais quero é que entenda a minha mensagem...Quando falo que mesmo sem conhecer você... E mesmo que talvez jamais conheça você... Ria com você, chore com você... Ou beije você... Eu amo você. De todo o coração... Eu amo você.
- Valerie

Apenas quando estou profundamente melancólico é que tenho a sensação de que sou eu mesmo.

Desconsiderando o fato de que eu sou um décadent, sou também o seu contrário. Minha prova para isso é, entre outras coisas, o fato de eu sempre ter escolhido institivamente os meios corretos contra as situações graves: enquanto o decadent costuma escolher sempre os meios prejudiciais a si mesmo.

Eu não tenho talento para fazer amigos novos, mas sou um gênio na fidelidade aos antigos.

⁠Eu sou o Oblívio, eu sou a Destruição, Eu sou, a ruina.

To MUITO dane-se pra o que
pensam de mim ultimamente.Nunca estive tão convicta de quem eu sou e de que não preciso provar nada p ninguém :)

É que eu tenho essa idéia de que em algum mundo paralelo você é o meu Chuck Bass e eu sou a sua Blair Waldorf. É que eu tenho essa coisa fixa na minha cabeça de que esse tanto de merda que a gente faz é amor. É que eu espero que no fundo você perceba que eu mereço alguém muito melhor mas que eu não poderia ser tão feliz com nenhuma outra pessoa além de você.

Eu sou

Uma infinita exclamação
Uma pausa em certas ocasiões
Vírgulas em momentos possíveis
Interrogações em dias passíveis
Reticências em histórias boas.
E por fim...
Pontos finais onde mais nada me interessa!