Assim sou eu Menina Mulher Deusa Menia
Eu sigo a linha que separa a emoção e razão, sem medo de cair. Pois, se por um lado perder a emoção não temerei a razão em chegar ao chão, e se eu cair do lado da razão será a maior emoção sem razão.
Eu entendo quando vejo,
Eu vejo quando falo,
Eu falo quando amo,
Eu amo quando faço,
Eu sinto quando sou,
Eu sou quando entendo tudo isso.
Eu quero ser o sol que toca sua pele
Apenas para aumentar e irradiar o seu brilho.
Quero me perder em seus olhos
Apenas para me encontrar no seu singelo sorriso.
Eu quero sentir seus lábios e provar que o ar que se evapora do seu peito é feito do mesmo fogo que consome todo o meu sentido.
Liu Yifei, você foi a pior coisa que eu já vi na minha vida, fiquei muito triste ao saber que você é mal em tudo, isso foi ruim demais pra mim, eu queria que você fosse melhor...💔
Depois dessa decepção, aprendi que não devemos confiar em todo mundo e que os heróis caem mas levantam...
Ó mestre, eu permito que tu me persigas.
“Jesus, ó meu Mestre, meu Guia, minha dor amada… eu permito que Tu me persigas, se for na direção da Tua luz.”
Há corações que já não pedem consolo, pedem apenas sentido. E nesse instante sagrado, quando o Espírito se ajoelha diante do invisível, nasce a verdadeira prece aquela que não suplica por alívio, mas por permanência na Vontade Divina.
Há dores que não ferem, purificam. Há lágrimas que não denunciam fraqueza, mas lavam o que ainda é humano demais dentro de nós. Quando a alma pronuncia esse “eu permito”, ela não se entrega à fatalidade, mas à consciência daquilo que a move: o Amor que corrige, que chama, que transforma.
Não é a perseguição do castigo, é a perseguição da graça. O Mestre não vem para punir, vem para fazer de cada ferida um altar, de cada queda uma oportunidade de renascer. A perseguição de Jesus é o toque suave da Verdade que não desiste de nós, mesmo quando fugimos do espelho da própria consciência.
Quem assim se entrega já não busca milagres, busca entendimento. Já não deseja o conforto do corpo, mas o repouso da alma em Sua presença. É o instante em que o “eu” se dissolve e resta apenas o silêncio luminoso de quem ama sem pedir, de quem serve sem pesar, de quem sofre sem revolta.
E nessa entrega sem nome, sem forma e sem recompensa, a alma descobre que a dor, quando amada, deixa de ser dor. Torna-se caminho. Torna-se luz.
“O Círio e o Espelho”
Será que fui eu, Camille, quem te matou?
Ou foste tu quem morreu de mim — exausta das sombras que te dei por abrigo?
O sangue que escorreu em meu pulso era o mesmo que um dia te alimentou no beijo.
E, quando o frio tocou a tua pele, foi a minha febre que te cobriu.
Sim, talvez eu tenha te assassinado,
não com ferro,
mas com a insistência de querer-te além da carne,
com o desejo que te prendeu ao silêncio do meu delírio.
No espelho do teu túmulo, vejo o reflexo que me acusa —
e é o meu próprio rosto.
O assassino e o morto dividem o mesmo corpo,
a mesma lembrança,
a mesma culpa.
Porque, no fim, amor e morte são irmãos e eu, Joseph, sou o órfão de ambos.
"Eu perdoo porque há dores maiores em mim."
Há feridas que não se veem, mas que brilham como estrelas dentro do peito. São dores antigas, silenciosas, que aprenderam a se calar para não assustar os outros. No entanto, é delas que nasce o perdão não como renúncia, mas como uma forma delicada de libertar o próprio coração.
Perdoar não é esquecer. É olhar para o outro e compreender que ele também se perdeu no caminho, talvez ferido pelas mesmas sombras que um dia nos alcançaram. Há uma nobreza secreta em quem sofre e, ainda assim, escolhe oferecer ternura.
Quando a alma amadurece, descobre que o rancor pesa mais que uma cruz. E é então que o perdão floresce, suave, quase tímido como uma flor que desabrocha no deserto. Ele não apaga a dor, mas a transforma em luz.
Eu perdoo porque compreendo. Porque sei que, se não o fizesse, seria a minha dor que me prenderia ao que já passou. E a vida é tão breve, tão urgente em sua beleza ou mesmo em sua aparente tristeza, que não merece ser gasta guardando espinhos.
Por isso, perdoo.
Não por grandeza, mas por necessidade de respirar. Porque dentro de mim, entre as cicatrizes, ainda há espaço para a pureza.
No Longe Que Eu Aprendi A Sentir A Realidade.
Longe é apenas o nome que damos ao que não sabemos como vicejar.
Não é o espaço que nos separa, mas o silêncio entre dois corações que ainda se chamam.
Quando o amor for verdadeiro, nenhuma estrada o dissolve ele continua a pulsar no intervalo das lembranças, entre o que fomos e o que deixamos de dizer.
A saudade é alguém gritando por nós através do tempo.
É o som da memória pedindo para ser escutada, o eco do que não morreu inteiramente.
Há vozes que não cessam, mesmo quando o mundo silencia.
Elas habitam o ar, os objetos, o perfume antigo que o vento traz sem querer.
Quem já amou profundamente sabe:
não há fronteira capaz de separar o espírito do sentimento, mesmo de nenhum sentimento...
O longe é um disfarce que enfeita o amor, mesmo calado, continua a escrever cartas invisíveis, para ser plenamente mais sincero...para não mais doer, para não mais ser compreendido porque esta algemado na mesma saudade de lágrimas da saudade.
E a saudade…
a saudade é o envelope que nunca se fecha.
" Mas eu não estou sozinho, o deserto me acompanha. "
Ele se estende diante de mim como uma memória antiga, uma presença sem voz que observa cada gesto meu com a paciência dos séculos. Caminho e sinto a areia ceder sob meus passos, como se o chão conhecesse meus pensamentos antes que eu os formule. Há algo de sagrado nesse espaço que nada exige e nada promete. O deserto não consola. O deserto revela.
A luz do fim da tarde estilhaça se sobre as dunas, criando sombras que se movem devagar, quase respirando. Em certos momentos, penso ouvir um murmúrio, talvez meu próprio coração esmagado sob pressões que não sei nomear. Noutras vezes, o silêncio é tão pleno que parece perguntar por mim, como se aguardasse uma resposta que ignoro desde a infância.
No horizonte, a linha é fina e impessoal, mas guardo a impressão de que alguém me observa dali. Não com hostilidade, mas com uma atenção profunda, como se meu sofrimento coubesse dentro de um gesto que ainda não compreendo. É estranho como o vazio pode nutrir. Como o nada pode abraçar sem tocar.
No meio dessa vastidão, descubro que não busco saída. Busco significado. E, enquanto caminho, o deserto caminha comigo, espelhando minhas inquietações de forma tão fiel que chego a temer que ele conheça minhas verdades mais sombrias antes mesmo que eu as aceite.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Eu aprendi.
Aprendi que a paz mora dentro de cada um de nós.
Aprendi que nem sempre estamos ao lado de quem amamos, mas não deixamos de amar por isso.
Aprendi que as pessoas nem sempre são o que aparentam, precisamos enxergar além do nosso campo de visão.
Aprendi que precisamos dizer o que sempre fica preso na garganta, ou a gente sufoca com os próprios sentimentos.
Aprendi que os verdadeiros amigos jamais te abandonam, mas as vezes eles precisam do próprio espaço.
Aprendi que o amor não acaba, não morre, não abandona, não maltrata. Ele as vezes também precisa de silêncio e calmaria.
Aprendi que o tempo é o nosso maior aliado nas rasteiras que o mundo nós dá.
Aprendi que o meu tempo não é o tempo do outro.
Aprendi que não perdemos as pessoas, elas se distanciam porque ainda não compreendem o que é amor.
Aprendi que a vida é muito mais do vivemos, ela transcende o nosso entendimento.
Aprendi que não sou hoje, que eu era ontem.
Aprendi que tudo que é verdadeiro, permanece eternamente na nossa vida.
Aprendi que o silêncio responde tudo que não foi perguntado.
Aprendi que o nosso crescimento é doloroso, mas necessário.
Aprendi que a nossa felicidade depende exclusivamente de nós mesmos.
Aprendi que se existe amor, tudo é possível.
Aprendi que precisamos viver hoje, amar hoje, perdoar hoje, abraçar hoje, visitar hoje, reconciliar hoje, permanecer hoje. Aprendi que o hoje é o dia mais importante da nossa vida!
Então, viva!!!!
Jádia Elane Oliveira
01/01/2021
AMIZADE...
Quer contar?
Eu quero saber!
Vai se calar?
Saberei ouvir!
Se vai gargalhar?
Olha eu aqui!
Chorar?
Chorarei contigo!
Brigar?
Desabafe comigo!
Amizade é abraçar com o coração.
Desejar o bem em oração.
Enxergar na profundeza da alma.
A aura divina da amizade que acalma.
Amizade é sorrir de boca aberta,
Compreender o incompreensível,
Confidenciar o imprevisível,
E amar sem a pretensão de oferta!
15 de agosto de 2023
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