Assim é se Lhe parece
As estrelas brilham no céu, para lhe mostrar que sempre existe luz, não importa se é palpável ou não.
Eu ainda estou de olhos vidrados em seus passos, em qualquer atitude mal dada. Ainda vou lhe proteger de pessoas indesejáveis, eu te amo
Quisera eu ser tão grande quanto o infinito deserto pra chegar sempre mais perto e transmitir-lhe o meu calor.Quisera eu ver em sonhos neste sonho imaginário o teu semblante tristonho que pra mim não era páreo, num simples estalar de dedos e o teu rosto era risonho...Da graça cor e beleza do pequeno beija flor...Mentira que era tristeza, era somente suor escorrendo-lhe da face sentindo o fogo do amor.
As vezes olhamos, a capa em vez do conteudo, hj lhe dou primeiro o conteudo, pra depois lhe mostra a capa, Posso ser um livro de romance, com uma leve capa de suspense, posso ser um amante de um beijo mas que sereno, posso ser uma semente q plantada no seu jardim para lhe trazer felicidades sem fim.
O que queres de mim
Quem foi que lhe disse que amar demais não é sofrer
É muito para mim e pra você
Não quero ver a morte de longe
Não pretendo me arrastar
Às vezes sufoca, e como sufoca
Onde está a minha melhor amiga
Isso não é brincadeira é submersão
Ah conflito
Ah dúvida
Ah esperança
Ah intenções enérgicas e alérgicas
Alegria que me desculpe, nem me lembro
Por isso pretendo querer, e
Só lhe peço um pouquinho de paciência
Dê um basta nessa dor
Mais não mude de idéia
Não lhe desobedeça jamais
E se insistir em sofrer;
Que sofra bem devagarzinho
Para que eu tenha mais tempo para curar essa dor
E se for me amar, que me ame aos poucos
Para que nunca se esgote o que você sente por mim
Mais se for me abandonar, não tenha pressa
Sei que tenho muito medo, e
Ainda não aprendi me defender do seu amor
Porem se um dia não houver mais nada a fazer
Conte-me outra história
O sono se foi
Vamos nos aventurar outra vez.
Papel fenece, levando assim a poesia que outrora lhe compus. Prefiro antes gravá-las na pedra. Na dura pedra que é seu coração.
Acredite, não há como separar estrelas do céu, algas do mar, eu sempre lhe disse isso. Você sempre querendo dividir nossa vida em meses, em dias, horas. Eu só queria ali, agora, sempre, você não sabe como é viver de urgências, de instantes, é uma delícia, meu bem, e você não aprendeu.
3. Poesia – Minha Flor
Hoje, dar-lhe-ei uma flor,
Carinho, amizade e ternura,
Sou feliz por ser teu irmão,
Tua amizade não tem rasura.
Obs. Essa poesia fiz para a minha irmão Célia
no dia do seu aniversário
*Se alguém me perguntasse como anda a vida? eu lhe diria: Os dias andam como querem e a vida lhes segue no mesmo tempo *.
Não importa o mal que lhe persegue, se o bem que há dentro de você tiver força suficiente para lhe tornar mais forte.
E quando não lhe restar mais opçoes , a unica coisa a fazer é respirar fundo e deixar fluir
Não adianta chorar , por mais que as lagrimas rolem pela face abatida
O melhor que se pode fazer é enxugalas e seguir em frente .
Cala-te vício!
Oh vício!
Não gostava de guardar nada que lhe trouxesse miseráveis lembranças. Ela odiava abrir caixas do passado e encontrar rosas perfumadas e vagabundas por sinal. Além de espirrar feito doida, sentia náuseas. Só não sabia se era advindo da poeira ou da própria nostalgia abatedora. Costumava por fogo, literalmente em tudo. Até em sua pele. Mas isso não dependia dela... E sim de quem “acendia”. Entre um pesar e outro, lamentava-se sempre da vida, mas não angariava motivos. Então concluía que reclamava por não ter mesmo o que fazer. Costume. Metade mulher. Outra metade: também.
Oh vício! Não tomava café. Mas fumava. Fazia amor pela manhã. Vivia do mesmo se pudesse. Encontrava todos os dias “o homem de sua vida” e morria por cada um ao entardecer. Não sabia o que era alternatividade. Não gostava de pessoas estranhas, descompassadas, complicadas, amedrontadas, apáticas e pseudo-recalcadas. Não! Preferia morte a ter que suportar tais tipos. Mas sempre atraía aos montes as mais diferentes e variadas formas humanas. Todas com fardos bem maiores que o seu. Ajudava, pois, sempre a carregar.
Oh vício! Amava a luxúria. A cultivava nos jardins de sua casa. E não tinha vergonha nenhuma. Pelo contrário, orgulhava-se. As unhas vermelhas feito sangue, prolixa por natureza e com os passos largos. Tinha afobação, a vida não esperava ninguém. Entre os gostos e disparos, via a sua facilidade em ser "várias mulheres", cada uma com algo em destaque. Não se fazia única nunca. A não ser para quem realmente merecesse. Mas logo amanhecia e seus vícios... Bem, seus vícios assim repousavam e cresciam. Eles não tinham nenhuma pressa ao contrário dela, mesmo porque amanhã era outro dia. Dia de começar tudo outra vez.
Oh vício!
Há pessoas que são tão inocentes, que são capazes de ver a bondade mesmo naquelas pessoas que lhe fazem mal o tempo todo.
Esperar por algum fato que lhe trará felicidade é inútil, crie este sentimento dentro de você, a cada dia, e e não deixe que ninguém o destrua!
