Assim é se Lhe parece
Você nunca aprende tudo de uma vez, e nem aproveita as aproveita as oportunidades que lhe aparecem de imediato. Sobre esta última — a oportunidade — ela está atrelada a aparência, ao choque primeiro dessa “oportunidade” e do meu Eu, que por causa da aparência o julga sem propriamente avaliá-lo, refleti-lo, quanto a sua importância; pode-se dizer que essa imediatez em negar o que possa ser importantíssimo, e/ou ter o entendimento de reconhecer-se como ignorante — tal como Sócrates — fruto da nossa vontade que direciona cada vez mais ao imediatismo, e também em pensar que nosso conhecimento está “acabado”, “finalizado”; de que já não temos nada a aprender; que a tecnologia mediante a ciência os tornou (homens) não somente deuses do conhecimento, mais ainda, tornaram-se baluartes, deuses da razão. Se existe um responsável por isso (ou mais de um), respondo com — a gênese cismática medieval e a modernidade. O que provará que essas reflexões se sustentam? O próprio tempo; haja vista em um exemplo comum, como quando pegamos um texto, um livro e pensamos em diálogo consigo mesmo — pensando: Por que não aproveitei mais esse texto? Por que não aproveitei mais essa aula? — isso significa algo que popularmente é dito; dizem que se tivessem isso a morte já o teria batido a porta e o levado: o arrependimento. É o arrependimento que nos leva a um tempo anterior junto a razão reflexiva, mostrando que somos ignorantes e ingratos.
Perdoe, mas não se esqueça das dores que lhe causaram, para que você nunca cause dores semelhantes em outras pessoas.
Pobre do homem que só consegue ser bom quando acredita que tal postura lhe trará benefícios noutra vida. Tal homem não é bom, mas apenas um negociante.
"Hoje lhe trago flores colhidas no jardim
da esperança... Lhe trago um coração
recheado de carinho e amizade. Trago
o sorriso e a felicidade de um dia repleto
de delicadezas... Vamos celebrar a Vida.
❝ ...Quando a vida lhe tirou o chão e a deixou na ventania, Quando o pranto foi a única prece que soube rezar, Não houve trégua; a luz que nela residia Teve que se acender sozinha, para não se apagar.
Por isso, quando a vires de pé, florindo sem desfalecer, Com a dignidade tecida de tempo e paciência, Saiba que o título de honra que a faz resplandecer É dado pelo fogo que forjou sua existência...❞
----- Poetisa Eliana Angel Wolf
Era uma tarde chuvosa quando Ana decidiu abrir o livro que Ale lhe deixara. O título, "Ecos do Coração", reluzia na lombada, como se esperasse por ela. Relendo o livro que você me deu, Ana sentia que cada página era um eco do seu ser. As palavras pareciam vibrar com a essência dele, e, por um momento, ela podia quase ouvir sua voz suave sussurrando os trechos mais marcantes.
A saudade era uma constante em sua vida, um doce sofrer que se intensificava a cada dia que passava. A distância entre eles parecia um abismo, mas as palavras de Ale eram como cordas que a uniam a ele, mesmo que em espírito. Em cada frase, ela tentava amenizar a saudade que era, buscando conforto nas memórias que dançavam em sua mente.
Enquanto a chuva tamborilava na janela, Ana se perdeu em lembranças. Os olhares trocados em silêncio, os sorrisos cúmplices que apenas eles entendiam. A cada página virada, suas palavras a abraçavam, a aqueciam, como um cobertor em uma noite fria. Seus risos ecoavam em sua mente, e ela sentia que, de algum modo, ele ainda estava ali, tecendo sua presença no silêncio daquela sala.
O tempo, ah, o tempo é cruel. Ele se arrastava, e a saudade tornava-se uma sombra constante. Mas Ana sabia que a memória era forte. Entre as linhas do livro, ela encontrava seu olhar, aquele olhar que sempre a fazia sonhar. Era como se cada palavra tivesse sido escrita especialmente para ela, um refúgio em meio à dor da ausência.
Ana fechou os olhos, permitindo-se sonhar com o dia em que finalmente poderia encontrá-lo novamente. Até que esse dia chegasse, ela se dedicaria a viver cada palavra, cada lembrança, como um presente que a vida lhe dera. O livro se tornara mais do que um objeto; era um mapa que a guiava de volta ao amor que nunca a abandonara.
E assim, naquelas páginas amareladas, Ana encontrou não apenas a saudade, mas também a esperança. A certeza de que, mesmo distantes, os laços do coração são eternos, e que um dia, em algum lugar, eles se reencontrariam.
Na brisa que sopra, te sinto
Numa risada sem nexo, lhe ouço
Sorriso que me ilumina,
Trago em mim a saudade
Que só aumentou o amor
Nesse meu coração
Que é teu, e sempre será
Somente a Palavra de Deus pode fazer você feliz; o resto é lábia de Satanás para lhe tirar a paz e a felicidade.
Se alguém se aproximar para lhe falar mal dos outros,
repreenda sua presença para não se tornar mais um discípulo da hipocrisia.
Quando alguém lhe ofender, use a sua tranquilidade
e tolerância para não perder a paz do seu coração.
Satisfaça com a alegria que Deus lhe proporciona a cada dia, doando um pouco de sua companhia com aqueles que estão tristes.
Ninguém pode lhe ensinar sobre o vazio que a morte de um ser amado deixa, você vai ter que entrar no vácuo sozinho.
Se você permite a vida se torna uma guerra, e o outro lhe combate com exigências, ora explícitas, ora sutis, em desejos pessoais!🚏
FILHOS.....
Em última estância eles lhe tirarão a última lágrima, o último sorriso e o último centavo.
Valorize quem lhe acompanha na ida, quando o sol ilumina o dia. Valorize ainda mais os que estiverem na volta, quando o sol se põe e as sombras aparecem!
