Asas
"Quantas vezes, em sonho, as asas da saudade
Solto para onde estás, e fico de ti perto!
Como, depois do sonho, é triste a realidade!
Como tudo, sem ti, fica depois deserto!..."
__Olavo Bilac - Trecho - O Sonho
LIBÉLULA
Como a libélula que no escuro não se guia,
choca-se nas luzes da rua quebrando as asas.
Insiste hipnotizada pelo brilho da luz que seus olhos partia.
Caída, cega, sofrendo, e uma pequena resta de luz que ainda via.
Tentando voar debatia-se, não consegue, fria, não verás o dia.
E assim vivo eu, aqui, a mesma agonia.
À noite, choro de saudade.
E de saudade é feito os meus dias.
Como a libélula, hipnotizada,
vivo eu com a luz que tua beleza irradia.
E quando me resta um resta, por menor que seja,
olharei! E que meus olhos vejam
o angelical rosto de quem amo e não sabia.
Me apaixonei nesse teu sorriso, te busco até no céu se for preciso e arranco suas asas para você permanecer nesta terra comigo. Me perdi no seu olhar, mas a sua alma me guia até lá. Não importa quantas nuvens eu tenha que ultrapassar... Mas ao seu lado vou ficar.
Você foi um anjo na forma da minha mãe
Você viu a pessoa em que me tornei
Abriu as asas e eu sei
Que quando Deus a levou de volta Ele disse: Aleluia, você está em casa.
Não dê espaço para tristezas, dê asas ao seu coração, voe na direção da fé.
Não perca tempo,
Faça valer a pena cada pedacinho do seu dia.
Agradeça aos céus...Sorria !
2020, venha
porque estamos te esperando
de braços abertos
de asas abertas
de alma aberta
de mente aberta
de coracao aberto
de portas abertas
de peito aberto
de mãos abertas
de sorriso aberto!!!
Asas de fada têm purpurina
Roupas de elfo também
Brilho e magia é comigo mesma
Espera só, também eu quero cintilar
Nunca falta em meu dia
Um tanto de alegria e encantamento
Que nunca fizeram mal a ninguém...
Venham os seres da floresta
Todos, todas, enfim
Bailemos juntos na vida
Sentindo a brisa,a lua, a flor, o capim
Brilhos, brilhantes, purpurina em quantidade
Brincaremos de manhã, a noite ou a tarde
Eu, as fadas e elfos não temos juízo nem idade.
(INFLAME)
Fui amaldiçoado com dois tapa nas costas
Cortaram minhas asas pela primeira vez que chorei
Nunca sonhei estar aqui
Não vejo glória, e não encontro motivos para agradecer
Sinto-me como se fosse traído
Cospe-me fora.
jogue-me numa bolha,
E mergulharam-me num mar de frustração
Trouxera-me a vida
Só pelo simples prazer
De me ver sofrer.
Será que ainda a tempo para conhecer o desconhecido, ou as asas do tempo romperam as engrenagens do desconhecido para ficamos presos em liberdade longe da verdade.
Tarde da noite, me vem na mente à imagem de um anjo, olhos claros feição calma, asas brancas e muito grandes. A imagem que vejo é o reflexo de um sonho de infância, sua beleza me encanta, me fascina, e de tamanha grandeza que me alucina. Em um instante ja Me encontro voando com o anjo, como se assas eu tivesse. Então eu digo; eu lembro de você, voavamos juntos eu ainda era criança. Então o anjo me responde : você pra mim não muda, eu sou sua e você e meu somos parte da mesma luz, em breve estares brilhando juntos de novo .Boa noite.
Você não sabe
e tampouco viu,
A minha poesia
tem asas
capaz de voar
pelo Brasil
onde a noite caiu:
Por ousadia ser
a memória
de milhões de caídos,
A memória
dos desaparecidos,
E ser a voz dos
que não tem voz
na América Latina.
Caiu a noite aqui
em Santa Catarina,
Onde as estrelas
estão próximas,
A pressa é mais
do que urgente
e a Lua sempre
deslumbra
os campos do Sul.
É exatamente lá
no km 36, na BR-470,
em plena Gaspar,
Não preciso nome
e sobrenome
mencionar,
Todos conhecem
quem são muito bem:
Eles querem a todo
o Jequitibá-Rosa
e outras jóias raras
a todo custo derrubar.
Bem que os beijos meus
poderiam ter
asas para buscar os teus,
(Ou poderiam mesmo
até o oceano cruzar),
Do báratro escuro
que ardente oculto
para nele você se perder,
(Sem chance de fugir
ou querer regressar),
Mais forte que o passamento
para você de mim
nunca mais esquecer,
(Ou de dentro de ti vir
a tentar me apagar),
Tão méleo quanto
o mais puro dos sentimentos
para você se viciar,
(Sem querer cheguei
para em ti morar),
À espreitar a cada
um dos meus passos
como um lobo da estepe
do Oeste da Anatolia,
(Doses de café,
desejo e melancolia);
Indomável como o mar
em intermitente luar
feito a sagração poética
da primazia da primavera.
O meu pensamento voa,
às vezes sem direção.
Outras com objetivo,
nas asas da emoção.
Voa, voa, numa boa,
e jamais se atordoa,
com qualquer desilusão.
Voa em busca de espaço,
pousa num ponto escolhido.
Olha tudo ao seu redor,
um segundinho medido.
Não encontra o que queria,
volta e ver onde não via,
a perda por ter saído.
Tocam no Universo
como uma partitura
as asas do Condor,
não consigo da Lua
e nem das estrelas
que quero só meu
o teu infinito amor.
Inti me presenteou
constelações incas
que lembram no céu
a beleza do teu olhar
e a nobreza do amor
que estou a cativar
neste mundo a girar,
e que insistem parar.
Fortes são as minhas
cordilheiras que criei
para ninguém tentar
tocar em tudo aquilo
que é de inspiração
e na eterna canção
que irá nos embalar.
O amanhecer será
nosso e indomável,
a última ópera fiz
questão de escutar,
e toda hora vivo por
dentro a me preparar
para quando o amor
vier a nos encontrar.
