As vezes Basta ser o Colo que Aquece

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Colo de mãe

No colo da mãe cabe um porto.
Uma ponte, um caminho, uma ferrovia.
É passagem para onde mora toda calmaria.
No colo da mãe cabe o que não tem espaço no coração.
E se extravasa o que parece não ter solução.
No colo da mãe o mundo desabafa, desmonta, e se reconstrói.
É lá onde os caquinhos já não doem.
Colo de mãe é continuação de nós, como um pedaço da gente.
É lá que elas fazem dos filhos inteiros novamente.

Colo de mãe é confiança, moradia da paz, da esperança.
É escudo, ninguém te alcança.
Colo da mãe é superbonder, mecânica, oficina.
É onde mora o conserto do meu coração de menina.
Colo de mãe é esparadrapo, bússola, binóculo, cobertor.
É a casa do mais lindo amor.
Colo de mãe é exército, muro, barreira.
É incondicional e não tem fronteira.

Colo de mãe é força, armadura, segurança.
É o refúgio para minha alma de criança.
Colo de mãe é portal, passagem, telepatia.
É onde Deus chega mais perto ao som de poesia.
Nos abençoando com sua sublime companhia.
No colo da mãe tudo volta a fazer sentido.
E mesmo se há anos ela já tenha partido.
Ainda assim o consolo é garantido.

Colo de mãe não tem forma, nem cor, nem validade.
É lar de toda a saudade.
E refresco para minha ansiedade.
Colo de mãe é invisível, disponível, sempre acessível.
Basta crer.
Se imaginar pimpolho.
E lembrar, que o essencial, é invisível ao olho.

Rafaela Carvalho
60 Dias de Neblina

Sentei a beleza ao meu colo
Achei-a amarga
E injuriei-a

Tenho pena de quem não sabe ter amigos, nem sabe ser verdadeiro, nem tem um colo seguro para poder descansar as dores.

"Porque num dia comum e sem graça às vezes pousa no seu colo uma sensação de benção que te envolve como um beijo."

A cada crise sua te acolhia em meu colo.

Chega a noite vou dormir em paz porque sei que vou dormir no colo de Deus.
Boa noite !

⁠Não pare!
Ei, não pare!

Você que luta por si, e pelo outro.
Que sente falta de colo e cuidado.
Que sofre calada pra não ter que explicar.
Que sente apertos no peito, frio na barriga, dores no corpo

Não pare!
Prossiga!
Tenha fé!

Vai suavizar, vai passar.
Sua resposta vai chegar, ainda que demore.

Ás vezes eu não preciso de muito... O pouco já me contenta.
Às vezes eu quero só colo, cafuné, outras vezes quero beijo, abraços, nossos corpos envolvidos. Mais quando eu quero muito, você já sabe... Tem que ter isso, e mais um pouco. ;)

Você é esse alguém intenso, que com sabedoria oferece seu colo nos momentos certos, que se comove com lágrimas e que guarda no sorriso a luz destinada a poucos...

Hoje eu preciso de colo porque tenho decisões pra tomar daqui pra frente (algumas me assustam muito, outras, nem tanto…) Mas são decisões que irão realmente fazer a diferença e que irão mudar completamente o sentido da correnteza do meu rio.

Dias de chuva pra mim sao proprícios a colo, chocolate quente e cobertas.
Um bom vinho, luz de velas, um jantar a dois e nossa música preferida.
Dias de chuva pedem livros, aromas, bolo saindo do forno, café, abraços.
Maos entrelaçadas, pés enroscados, meias de lã, pijamas, cafunés.
Dias de chuva, sao propícios ao amor.
Sao propícios a eu e voce.

Quero te amar meu anjo. Vem, me de deixa deitar em teu colo, lhe fazer carinho e lhe dar esse amor que me queima, e que guardo só pra você. Não diga não, vem e juntos vamos realizar nosso sonho de sermos felizes. Não pense no tempo, só nos momentos que juntos podemos ficar, e assim, entregarmos nossos corpos para serem um só!

Eu te amo, não importa a distância

Meu amor, nem mesmo que universos de espaço físico se colocassem entre nós dois, esses não seriam suficientes para diminuir a intensidade do meu sentimento por você.

Eu amo muito você, mais que tudo, meu namorado! Pouco importa que agora vários quilômetros nos impeçam do contato físico diário, pois eu vivo no sonho de muito em breve fazer essa distância desaparecer por completo, e ter você perto de mim, todos os dias, todo o dia!

Idosos são crianças aprendendo a andar, precisam de cuidado, de colo, de zelo. Machucam-se com facilidade, choram. Sua diferença não está no corpo envelhecido e cansado, marcado pelo tempo, mas nas feridas da alma. Na bagagem que carregam, de tudo que já viveram, ensinaram, e que agora precisam dar as mãos novamente para andar, totalmente dependentes. Quando vejo um idoso abandonado ou sendo maltratado, sofrendo a dor da solidão, que machuca mais que as dores e as limitações físicas, tenho ainda mais convicção de nossa pequenez, de que não importa quanto de dinheiro você ganhe, que status ocupa, tão pouco quão importante e poderoso tenha sido, nós simplesmente não valemos nada nesse mundo. Morreremos todos da mesma maneira. E daqui, nada levaremos senão o amor, a alegria e tudo quanto pudemos semear no coração de alguém.

Um carinho bem-dado,
um abraço apertado,
um cafuné,
um colo qualquer.
Quero nós, a sós,
Pra nos conhecermos melhor.

Aniversário é como a morte por um dia. Por pior que você seja todos vão puxar seu saco e te colocar no céu.

⁠"A gente sempre sabe quando
o livro chegou ao fim.
Por que temos a mania de não
querer colocá-lo de volta na
estante.
Terminar um capítulo.
Encerrar um ciclo.
Colocar um ponto final.

Não vale a pena mostrar suas páginas para alguém que nunca
vai saber te ler.

Teus batimentos cardíacos vão caindo aos poucos e ...

O livro acabou."

Mulher gordinha no teu, colo quero deitar! envolver meus braços no seu corpo. e um beijo ardente na sua boca eu quero dá.

Depois de ser mãe, entrei em contato com a beleza das coisas simples. No meu colo, um pequeno ser se comprimia em busca de calor e alimentação. Eu era, para ele, seu mundo e ele era para mim a escola do amor.
Depois de ser mãe, eu aprendi a rejeitar o que, até então, me dava imenso prazer. Quando estava distante, olhava para o relógio, para que o tempo corresse e eu pudesse novamente aconchegar o meu bebê.
Depois de ser mãe, conheci a preocupação e ela passou a fazer parte de meus pensamentos, esquecendo-me até mesmo de mim. Tive que fazer um grandioso esforço para poder tomar-me de novo em afeto. Mas até isto, teve como causa primeira, a independência, gradual, mas crescente, que se fazia necessária no momento.
Conheci, enfim, a loucura de ser mãe.
Depois de ser mãe, senti o orgulho de me ver co-autora de uma criatura, que sabia vir de Deus, e que teria sua missão neste mundo. Desconhecia qual era e, em meus sonhos, desejava o máximo. Almejava algo extraordinário, digno dos grandes personagens.
Depois de ser mãe, já podia me comunicar, sem dizer uma palavra e também entender um choro, um sorriso, um olhar. Era o diálogo do entendimento, límpido, certo, cristalino e sem máscaras.
Depois de ser mãe, senti o peso da responsabilidade, sabendo que tudo que fizesse ou dissesse, haveria de ser um exemplo, um paradigma. Senti o futuro tocar em minhas mãos e em meu coração.
Depois de ser mãe aprendi a renunciar a tudo em prol daquele que gerara. Nada era mais importante, nada era mais urgente. Seguia seus passos, de longe, dando-lhe a liberdade almejada, dentro de certos domínios.
Depois de ser mãe, senti meu coração arder, por um gesto apenas, um olhar, um sorriso, um abraço. E no retorno ao lar, após um dia de trabalho, era isto tudo que aspirava.
Depois de ser mãe, eu desejei agir, mas nem sempre o fazia, deixando o pequeno ser arriscar. E quão amargo é cada queda, mas sempre compreendia a importância do crescimento e ele não acontecia sem frustrações.
Depois de ser mãe, fiz mais projetos, que não finalizavam simplesmente em mim, mas incluía aqueles que gerei. Era como um pintor, diante de sua obra, a decidir seu destino.
Depois de ser mãe, também aprendi a recuar, a me reinventar, a acordar de sonhos, para moldá-los segundo a realidade. E entendi que filhos são como palavras, colocadas no mundo, têm seu tempo, têm seu lugar e formulam pensamentos. Filhos também têm projetos, nem sempre semelhantes aos nossos. Nada é igual. Tudo está entre o antes e o após ser mãe. Às vezes nem eu me reconheço. Sou outra mulher.
Depois de ser mãe, ainda me surpreendo. Mas é uma doce surpresa, uma alegria, uma tristeza, uma ansiedade, uma doçura, o tudo e o nada na maravilhosa experiência de ser mãe.
Antes de ser mãe, eu fazia e com aos alimentos ainda quentes. Eu não tinha roupas manchadas, tinha calmas conversas ao telefone. Antes de ser mãe, eu dormia o quanto eu queria, Nunca me preocupava com a hora de ir para a cama. Eu não me esquecia de escovar os cabelos e os dentes.
Antes de ser mãe, eu limpava minha casa todo dia. Eu não tropeçava em brinquedos e nem pensava em canções de ninar. Antes de ser mãe, eu não me preocupava: Se minhas plantas eram venenosas ou não. Imunizações e vacinas então eram coisas em que eu não pensava.
Antes de ser mãe, ninguém vomitou e nem fez xixi em mim, Nem me beliscou sem nenhum cuidado, com dedinhos de unhas finas. Antes de ser mãe, eu tinha controle sobre a minha mente, Meus pensamentos, meu corpo e meus sentimentos, e dormia a noite toda.
Antes de ser mãe, eu nunca tive que segurar uma criança chorando, para que médicos pudessem fazer teste sou aplicar injeções. Eu nunca chorei olhando pequeninos olhos que choravam. Nunca fiquei gloriosamente feliz com uma simples risadinha. Nem fiquei sentada horas e horas olhando um bebê dormindo.
Antes de ser mãe, eu nunca segurei uma criança, só por não querer afastar meu corpo do dela. Eu nunca senti meu coração se despedaçar, quando não pude estancar uma dor. Nunca imaginei que uma coisinha tão pequenina, pudesse mudar tanto a minha vida e que pudesse amar alguém tanto assim. E não sabia que eu adoraria ser mãe.
Antes de ser mãe, eu não conhecia a sensação, de ter meu coração fora do meu próprio corpo. Não conhecia a felicidade de alimentar um bebê faminto. Não conhecia esse laço que existe entre a mãe e a sua criança. E não imaginava que algo tão pequenino, pudesse fazer-me sentir tão importante.
Antes de ser mãe, eu nunca me levantei à noite toda, cada 10 minutos, para me certificar de que tudo estava bem. Nunca pude imaginar o calor, a alegria, o amor, a dor e a satisfação de ser uma mãe. Eu não sabia que era capaz de ter sentimentos tão fortes. Por tudo e, apesar de tudo, obrigada Deus, por eu ser agora um alguém tão frágil e tão forte ao mesmo tempo. Obrigada meu Deus, por permitir-me ser Mãe!

Hoje deu vontade de chorar e eu só queria um colo para encostar minha cabeça e fingir que o mundo lá fora não existe.