Às Vezes
Às vezes é possível desvendar, com muito esforço e lentidão, por meio do próprio pensamento, uma verdade, uma ideia que poderia ser encontrada confortavelmente já pronta num livro.
No entanto, ela é cem vezes mais valiosa quando obtida por meio do próprio pensamento. Pois só então ela é introduzida, como parte integrante, como membro vivo, em todo o sistema de nossos pensamentos, estabelecendo com eles uma conexão perfeita e firme, sendo entendida com todos os seus motivos e as suas consequências, adquirindo a cor, o tom e a marca de nosso modo de pensar.
Muitas vezes nos encontramos apreensivos, pensativos e com aquela sensação de angústia indecifrável pela sua imensidão em meio à tormenta.
Nessas horas temos duas direções a seguir: abatimento x fortalecimento.
Se escolher a primeira opção, serás certamente derrotado, afinal, a negatividade predominará e o sentimento de pena será imposto.
Se optares pela segunda, automaticamente uma infinidade de incógnitas se farão presentes e haverá o surgimento da busca incansável, mas satisfatória, da paz!
E o primeiro questionamento será: onde encontrá-la?
A questão é que não se encontra algo que não está perdido. Quer uma prova?
Feche os seus olhos, concentre-se em um momento eufórico: o trabalho almejado e conquistado, a viagem realizada, o curso concluído, o carro adquirido, a balada engraçada, o amor correspondido, os mimos recebidos, o abraço confortante, o beijo inesquecível ou um fato imprevisível.
Impossível, após esse momento de reflexão, não surgir um sorriso, mesmo que discreto.
Acertei? Sabe o que ocorreu nesse momento? O reencontro com a Paz!
Ela está dentro dos nossos corações, onde as adversidades não são permitidas.
Mas, dando continuidade, obviamente que não devemos apenas nos contentar com acontecimentos passados, a busca agora não é por algo momentâneo e sim permanente.
E a permanência tem como referência a autoconfiança, que amenizará seus medos, trará respostas e fortalecerá suas escolhas.
Portanto, fortaleça-se e lembre-se: A paz que você busca está na calmaria do seu coração.
PRECIOSIDADE SEM FIM
Algumas vezes o esforço é justamente o que precisamos em nossas vidas.
Se Deus nos permitisse passar pela vida sem obstáculos, preocupações e dores, certamente não seríamos fortes o bastante para resistir tamanhas opressões que enfrentamos no dia dia.
Portanto busquemos pois dentro de nós uma fé verdadeira, onde tudo se torna possível quando a gente crê, e acontece quando a gente acredita.
Ás vezes acho que Deus está querendo me testar, agora e no futuro. Vou ter de me tornar uma boa pessoa por conta própria, sem ninguém para servir de modelo ou me aconselhar, mas no fim isso vai me tornar mais forte. (...) Estou sempre precisando de consolo, costumo me sentir fraca e com frequência deixo de atender às minhas expectativas. Sei disso, e todos os dias, resolvo ser melhor.
Metamorfose
Quem vai dizer que já se passaram 21 anos da minha vida,
As vezes não me sinto com 21,
Tem dias que parece que eu sou mais velha,
Pois com tão pouca idade e eu já passei por tantas dificuldades,
Dificuldades essas que só me fizeram amadurecer,
Porém tem momentos em que me sinto como se ainda fosse aquela menininha indefesa e insegura que quer ser notada pelo universo.
As vezes me sinto como se fosse uma borboleta prestes a sair do casulo.
Tem dias em que me acordo e me olho no espelho e me acho linda,
entre tanto, em outras vezes me olho e me sinto feia,
o verdadeiro patinho feio.
Deis de que me conheço como gente vivo cheia de perguntas e duvidas,
ainda sou aquela menina que queria saber da onde eu vim
e por que eu nasci,
A menina insegura, indecisa, confusa, curiosa, sincera,
autentica, orgulhosa e por ai vai...
Sou uma verdadeira metamorfose ambulante.
Já dizia nosso amigo poeta William Shakespeare:
''_Ser ou não ser, eis a questão''
Às vezes me flagro imaginando um homem hipotético que descreva assim a mulher dos seus sonhos:
“Ela tem que trabalhar e estudar muito, ter uma caixa de e-mails sempre lotada. Os pés devem ter calos e bolhas porque ela anda muito com sapatos de salto, pra lá e pra cá.
Ela deve ser independente e fazer o que ela bem entende com o próprio salário: comprar uma bolsa cara, doar para um projeto social, fazer uma viagem sozinha pelo leste europeu. Precisa dirigir bem e entender de imposto de renda.
Cozinhar? Não precisa! Tem um certo charme em errar até no arroz. Não precisa ser sarada, porque não dá tempo de fazer tudo o que ela faz e malhar.
Mas acima de tudo: ela tem que ser segura de si e não querer depender de mim, nem de ninguém.”
Pois é. Ainda não ouvi esse discurso de nenhum homem. Nem mesmo parte dele. Vai ver que é por isso que estou solteira aqui, na luta.
O fato é que eu venho pensando nisso. Na incrível dissonância entre a criação que nós, meninas e jovens mulheres, recebemos e a expectativa da maioria dos meninos, jovens homens, homens e velhos homens.
O que nossos pais esperam de nós? O que nós esperamos de nós? E o que eles esperam de nós?
Somos a geração que foi criada para ganhar o mundo. Incentivadas a estudar, trabalhar, viajar e, acima de tudo, construir a nossa independência. Os poucos bolos que fiz na vida nunca fizeram os olhos da minha mãe brilhar como as provas com notas 10. Os dias em que me arrumei de forma impecável para sair nunca estamparam no rosto do meu pai um sorriso orgulhoso como o que ele deu quando entrei no mestrado. Quando resolvi fazer um breve curso de noções de gastronomia meus pais acharam bacana. Mas quando resolvi fazer um breve curso de língua e civilização francesa na Sorbonne eles inflaram o peito como pombos.
Não tivemos aula de corte e costura. Não aprendemos a rechear um lagarto. Não nos chamaram pra trocar fralda de um priminho. Não nos explicaram a diferença entre alvejante e água sanitária. Exatamente como aconteceu com os meninos da nossa geração.
Mas nos ensinaram esportes. Nos fizeram aprender inglês. Aprender a dirigir. Aprender a construir um bom currículo. A trabalhar sem medo e a investir nosso dinheiro. Exatamente como aconteceu com os meninos da nossa geração.
Mas, escuta, alguém lembrou de avisar os tais meninos que nós seríamos assim? Que nós disputaríamos as vagas de emprego com eles? Que nós iríamos querer jantar fora, ao invés de preparar o jantar? Que nós iríamos gostar de cerveja, whisky, futebol e UFC? Que a gente não ia ter saco pra ficar dando muita satisfação? Que nós seríamos criadas para encontrar a felicidade na liberdade e o pavor na submissão?
Aí, a gente, com nossa camisa social que amassou no fim do dia, nossa bolsa pesada, celular apitando os 26 novos e-mails, amigas nos esperando para jantar, carro sem lavar, 4 reuniões marcadas para amanhã, se pergunta “que raio de cara vai me querer?”.
“Talvez se eu fosse mais delicada… Não falasse palavrão. Não tivesse subordinados. Não dirigisse sozinha à noite sem medo. Talvez se eu aparentasse fragilidade. Talvez se dissesse que não me importo em lavar cuecas. Talvez…”
Mas não. Essas não somos nós. Nós queremos um companheiro, lado a lado, de igual pra igual. Muitas de nós sonham com filhos. Mas não só com eles. Nós queremos fazer um risoto. Mas vamos querer morrer se ganharmos um liquidificador de aniversário. Nós queremos contar como foi nosso dia. Mas não vamos admitir que alguém questione nossa rotina.
O fato é: quem foi educado para nos querer? Quem é seguro o bastante para amar uma mulher que voa? Quem está disposto a nos fazer querer pousar ao seu lado no fim do dia? Quem entende que deitar no seu peito é nossa forma de pedir colo? E que às vezes nós vamos precisar do seu colo e às vezes só vamos querer companhia pra um vinho? Que somos a geração da parceria e não da dependência?
E não estou aqui, num discurso inflamado, culpando os homens. Não. A culpa não é exatamente deles. É da sociedade como um todo. Da criação equivocada. Da imagem que ainda é vendida da mulher. Dos pais que criam filhas para o mundo, mas querem noras que vivam em função da família.
No fim das contas a gente não é nada do que o inconsciente coletivo espera de uma mulher. E o melhor: nem queremos ser. Que fique claro, nós não vamos andar para trás. Então vai ser essa mentalidade que vai ter que andar para frente. Nós já nos abrimos pra ganhar o mundo. Agora é o mundo tem que se virar pra ganhar a gente de volta.
As vezes precisamos morrer um pouco por dentro para que então possamos renascer... e crescer mais fortes e sábios, numa nova versão de nós mesmos.
Pessoas vingativas: Muitas vezes a reciprocidade negativa, torna um ambiente desfavorável, e faz com que pessoas se tornem vingativas, e como consequência, aquilo que era pra ser um bom relacionamento se torna um inferno, então, ha duas saídas: ou se afastar de pessoas assim, ou se caso não puder, tentar tratar com sutileza e não buscar o assunto que deu origem a esse sentimento, mas contudo, quem sofre é a pessoa que tende a vingar-se, pois muitas vezes não mede recursos, causando-lhe transtornos emocionais, e pessoais derivados de suas atitudes, normalmente pessoas vingativas tendem a isolar-se, pois vinganças atrapalham vínculos sociais sadios. Melhor mesmo é dialogar com sensatez, praticar o perdão, buscar a Deus, e ser feliz, pois ninguém nasceu pra ser vilão... Valdir Venturi.
Não é por covardia, nem por ser fraco. Mas as vezes é preciso desistir, não por ser incapaz de suportar, e sim por saber que nem tudo podemos conquistar.
Ser feliz. E eu sei que parece bobo, mas é válido ressaltar. Na maioria das vezes a sociedade – e as redes sociais – parecem lugares em que todo mundo quer provar que é feliz ou que tem uma vida melhor que a dos outros. Não se sinta obrigado a participar desse jogo. Veja o que você já conquistou e se encante com isso. Encante-se com o que ainda pretende conquistar e entenda o contexto disso na sua vida. Forjar felicidade ou objetivos que não são seus nunca fez ninguém feliz.
”A amisade é como um vidro… as vezes, ele está diante de seus olhos, mas nao é
perceptivel, pois é transparente, mas quando reflete a luz, ele demonstra o quanto é
belo”
Afrodite ás vezes gosta de brincar com as pessoas, e eu, definitivamente sou seu brinquedo favorito.
Verdades
Traduzir um olhar às vezes
Pode ser a pior ideia.
Nem todos os homens
Estão preparados para as verdades que os arrodeiam...
As Vezes As Pessoas Vivem Pensando Serem Vítimas Das Outras Que Estão Ao Seu Redor, Quando Na Verdade São Vítimas Dos Próprios Complexos.
O ESQUECIDO
Muitas vezes você se sente perdido no mundo, rodeado de pessoas e coisas que no fundo não consegue compreender.
Você se sente sozinho, deslocado, como se não fizesse parte disso. Como se sua vida apenas existisse enquanto olha o mundo e vê tudo acontecendo e se perguntando por que a sua não está completa.
Observa os acontecimentos e indivíduos não entendendo porque não consegue participar de tudo isso se você está bem ali com eles.
Sente a falta de algo que nunca teve ou que talvez tenha tido mas não sabe ao certo o que é.
Olha para o céu e se sente parte de algo, mas dentro do seu quarto chora por uma existência que não encontra o porquê de existir.
E o tempo vai passando, a vida dos outros se acertando, você até os ajuda, mas a sua fica na mesma sempre e mais uma vez se pergunta o porquê disso.
Deposita seu propósito de realização pessoal na vida dos outros, sente que não pode resolver seus conflitos mas pode resolver os dos outros e quer ajudar seu próximo a se encontrar de qualquer jeito porque no fundo você não se encontra e entende bem o que ele esta passando.
Se apega a uma causa e a defende, elegendo-a o objetivo da sua vida, enquanto seus próprios vão se perdendo. Sendo esquecidos.
E quanto mais o tempo passa, mais sem saída você vai se vendo, até o momento que mais uma vez se pergunta, e agora? O que fazer daqui pra frente? E novamente você vai encontrar outra brecha na vida de alguém ou sua causa e vai começar o trabalho tudo de novo. E a sua própria vida sendo deixada de lado por si mesmo.
Abandonar-se, esta é minha definição. Você se abandonou e já faz tampo tempo que se perdeu de vista e não consegue achar um caminho de volta e prefere poupar crises do que enfrenta-las.
Eu poderia ditar um desfecho, dizer tenha fé em algo superior e esperanças na vida, mas você já sabe de tudo isso, de tanto que diz estas coisas as pessoas, de tanto que as encoraja a prosseguir e não deixar de tentar. Então só cabe lhe dizer: Pegue suas teorias, todas elas, que alias não duvido que sejam eficazes, pois você nasceu com a sabedoria em si, se coloque como parte do mundo, se integre a ele, e veja que você é uma dessas pessoas que tanto quer ajudar a achar um caminho. Você é como elas porém com um diferencial, tem a sabedoria para se ajudar, tem a receita, os métodos, todas as ferramentas necessárias mas se continuar abandonando si mesmo, uma hora realmente não se encontrará.
Às vezes nos escondemos nas sombras, e secretamente planejamos como reagiremos a luz, nesse tempo nos arrependemos, olhamos com outra ótica o que sentimos e valorizamos quem realmente está conosco, livre de toda a culpa você só espera o momento de sair e enfrentar as coisas de cabeça erguida.
Já parou pra pensar algum instante em quantas vezes perdeu a chance de agradecer ao seu pai, sua mãe, sua família, seus amigos? Já passou pela sua cabeça a ideia de agradecer ao acaso? Pois é, Deus constroi o seu acaso para que as pessoas certas entrem na sua vida no momento certo, talvez da maneira errada, mas para cumprir uma missão. Já cumpriu sua missão hoje? Já parou pra perceber que as pessoas entram na sua vida e encontram razões para ficar? Se as razões forem as certas, não precisam de explicação. A razão mais certa para suportar qualquer dor, obstáculo, distância ou sofrimento é o simples fato de amar. Se alguém luta ao seu lado, se alguém luta por você, lembre-se assim que abrir os olhos de que é amado e de que nunca vai estar sozinho. E, então, agradeça.
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