As Pessoas Sao como Ondas
Tem gente que ainda acredita que o sofrimento tem CEP e conta bancária. Como se a dor fosse uma funcionária pública que só atende bairro pobre, senha limitada, horário comercial. Mas a vida não respeita esse tipo de organização. A vida entra em qualquer casa, seja ela de tijolo cru ou com portão eletrônico que abre sozinha, e senta no sofá como visita inconveniente que não vai embora nunca.
Eu já pensei que dinheiro fosse uma espécie de vacina emocional. Tipo assim, tomou a dose, pronto, imunizada contra angústia, insegurança, insônia e aqueles pensamentos que aparecem às três da manhã sem pedir licença. Só que não. O dinheiro compra silêncio, mas não compra paz. Compra espaço, mas não compra leveza. E, às vezes, compra até mais barulho, porque quanto mais você tem, mais gente opina, mais gente quer, mais gente observa. É uma vitrine que nunca apaga a luz.
Tem gente sofrendo dentro de casa grande, com quarto sobrando e abraço faltando. Família que parece propaganda de comercial, mas por dentro é um campo minado de mágoas antigas, palavras engolidas, expectativas que viraram cobrança. E aí não adianta o tamanho da mesa se ninguém se olha de verdade enquanto janta. Não adianta o carro importado se o coração vive andando a pé, cansado, sem destino.
E tem também o peso de ser visto demais. A pessoa vira alvo, vira assunto, vira comparação. É como se cada passo fosse monitorado por uma plateia invisível, pronta pra aplaudir ou apedrejar dependendo do humor do dia. A falta de segurança não é só física, é emocional. É não saber em quem confiar, é duvidar até do elogio, é se perguntar se gostam de mim ou do que eu tenho. Isso cansa num nível que nenhum spa resolve.
No fim, a dor não pede extrato bancário. Ela chega do mesmo jeito, senta do mesmo jeito, aperta do mesmo jeito. Só muda o cenário, mas o roteiro é parecido. Porque sofrimento não é sobre o que falta fora, é sobre o que transborda dentro. E tem coisa que dinheiro nenhum consegue organizar.
Eu olho pra tudo isso e penso que talvez a maior riqueza seja conseguir deitar a cabeça no travesseiro e não travar uma guerra interna antes de dormir. Conseguir confiar, rir sem desconfiança, existir sem sentir que está sempre devendo algo pra alguém. Isso sim é luxo. O resto é acessório.
Eu confesso que às vezes eu olho pra esse tal “sistema” como quem olha pra um vizinho fofoqueiro que sabe demais da vida alheia, mas nunca lava a própria louça. Ele sempre aparece quando dá errado, sempre tem uma narrativa pronta, sempre tem um culpado conveniente. E, curiosamente, esse culpado quase nunca é humano. É sempre algo maior, inalcançável, impossível de confrontar. Deus vira o bode expiatório perfeito, porque não responde no WhatsApp, não dá entrevista e não abre processo por difamação.
E eu fico pensando, com a minha xícara de café meio frio na mão, que existe uma certa preguiça intelectual nisso tudo. Porque culpar o divino é confortável. Me tira da responsabilidade. Me absolve antes mesmo de eu admitir culpa. Se o mundo “resetou”, se civilizações caíram, se tudo foi destruído e recomeçado, talvez seja menos sobre um botão secreto sendo apertado lá de cima ou por um sistema invisível… e mais sobre o fato de que a gente, como humanidade, tem um talento quase artístico pra repetir erro com convicção.
Eu, sendo bem honesta comigo mesma, vejo esse discurso como um espelho meio distorcido do nosso medo. Medo de perder o controle, medo de evoluir e não saber lidar com o que vem depois, medo de olhar no espelho coletivo e perceber que, muitas vezes, somos nós mesmos os agentes do caos que tanto tememos. Porque é mais fácil acreditar que existe uma força manipulando tudo do que admitir que talvez a gente ainda não aprendeu a conviver com o próprio poder.
E sobre Deus… eu penso nele não como um destruidor impaciente, mas como algo que observa, talvez até silenciosamente cansado, essa nossa mania de terceirizar responsabilidade. Porque, se existe criação, também existe continuidade. E destruir tudo repetidamente seria mais uma falha de projeto do que um plano divino. E, sinceramente, eu não consigo acreditar em um criador que erra tanto quanto a gente erra tentando explicar Ele.
No fim, essa ideia de “reset” me parece menos um evento externo e mais um padrão interno. A gente constrói, complica, corrompe, colapsa… e recomeça. Não porque alguém apertou um botão escondido, mas porque ainda estamos aprendendo, tropeçando, insistindo em não aprender, e chamando isso de destino.
Talvez o verdadeiro sistema não seja uma entidade secreta, mas um ciclo de comportamento humano que se repete com nomes diferentes ao longo do tempo. E talvez a maior rebeldia não seja lutar contra esse sistema invisível, mas simplesmente evoluir de verdade, quebrar o padrão, sair do roteiro.
Mas isso dá trabalho, né? Muito mais do que culpar Deus.
Eu descobri uma coisa simples que parece pequena, mas muda o rumo do meu dia inteiro, como quem muda a direção de um barco só girando levemente o leme. Eu acordo, ainda meio sonolenta, com aquele pensamento automático de já pegar o celular, ver o mundo, ver a vida dos outros, ver o que nem é meu… mas aí eu me lembro de mim. E paro. Só paro.
Fecho os olhos. E pronto, o espetáculo começa sem precisar de tela.
Tem o passarinho que canta como se estivesse anunciando alguma novidade urgente, que na verdade nunca chega, mas ele insiste. Tem o vento que bate nas folhas como se estivesse fofocando segredos antigos da terra. Tem um cachorro lá longe que resolve participar da orquestra sem ser convidado. Tem até o silêncio, que não é ausência de som, é um som mais profundo, mais honesto, quase tímido.
E eu fico ali, quieta, como se estivesse assistindo a vida sem interferir nela. Sem pressa, sem cobrança, sem aquela lista mental que vive me perseguindo. Só ouvindo. Só existindo. Só sendo.
É engraçado como a gente passa tanto tempo procurando paz em coisas grandes, caras, distantes… quando ela mora ali, encostada na manhã, esperando só que alguém feche os olhos e escute. Não é sobre ter tempo, é sobre escolher parar. Nem que seja um pouquinho. Nem que seja um minuto roubado da correria.
E quando eu abro os olhos de novo, o mundo continua o mesmo. Mas eu não. Eu volto mais leve, mais inteira, como se tivesse lembrado quem eu sou antes de virar obrigação.
Se eu pudesse dar um conselho, daqueles simples e teimosos, eu diria: faz isso também. Fecha os olhos de manhã e escuta. A vida fala baixo, mas fala o tempo todo. E quem aprende a ouvir… nunca mais se sente tão perdido.
Eu lembro de mim como quem lembra de uma versão antiga de um aplicativo que travava toda hora, mas eu insistia em usar porque tinha apego à interface bonita. Eu ali, regando lembrança morta como se fosse samambaia de vó, achando que bastava um pouquinho mais de atenção, um pouquinho mais de pensamento antes de dormir, que aquilo ia brotar de novo. E olha que interessante, eu sabia. Lá no fundo, naquele cantinho que a gente evita acender a luz, eu sabia que já não tinha vida. Mas mesmo assim, eu insistia. Porque aceitar o fim exige uma coragem que, às vezes, a gente só descobre depois de se cansar muito.
E eu me cansava. Me cansava de revisitar os mesmos diálogos como quem reassiste um filme esperando um final alternativo que nunca vem. Cada palavra dita virava material de estudo, quase uma tese emocional. Eu ampliava segundos como se fossem capítulos, transformava encontros curtos em histórias épicas, dignas de um diário que, coitado, carregava mais ficção do que realidade. E sim, as conversas existiram, os momentos aconteceram. Mas o que eu fiz com eles… ah, isso já era outra coisa. Eu peguei migalhas e montei um banquete imaginário.
E teve o dia do incêndio. Porque toda mulher intensa já teve um momento meio dramático de querer apagar a própria história como se fosse possível dar “delete” no que já foi sentido. Eu queimei aquele diário como quem faz um ritual de libertação, esperando que a fumaça levasse junto o que ainda pesava em mim. Não levou. Porque o problema nunca foi o papel, era o apego. Era a necessidade de continuar alimentando algo que já tinha acabado, mas que dentro de mim ainda encontrava espaço, palco, roteiro.
A dor, no fundo, era repetição. Não era nem sobre ele mais. Era sobre mim insistindo, revisitando, reabrindo uma porta que já estava fechada há muito tempo. Eu sofria não pela despedida em si, mas por não aceitar que ela já tinha acontecido. E é curioso como a mente é criativa quando o coração está resistente. Eu criava futuros inteiros com base em lembranças mínimas, como quem vê um trailer e já escreve o filme inteiro. Só que o filme nunca foi produzido.
Até que veio o ponto de ruptura. Não aquele bonito, cinematográfico, com trilha sonora e vento no cabelo. Foi um cansaço seco. Um basta silencioso. Eu escrevi. Mas dessa vez não foi para mim, não foi para o diário, não foi para alimentar a história. Foi para entregar. Para colocar um ponto final fora da minha cabeça. E quando eu fiz isso, algo mudou de lugar. Não foi imediato, não foi mágico, mas foi verdadeiro. Pela primeira vez, eu não estava mais segurando nada.
E aí veio a paz. Não aquela eufórica, não aquela de propaganda de margarina. Uma paz simples, quase tímida. De quem acorda e percebe que já não revisita mais o passado antes de escovar os dentes. De quem lembra sem doer. De quem entende que sentir não foi erro, mas permanecer presa naquilo teria sido.
Hoje eu olho para tudo isso com um respeito enorme por mim mesma. Porque não foi fácil sair desse ciclo quase poético e extremamente cruel. Mas eu saí. E sair não significou esquecer, significou parar de alimentar. Porque lembrança, quando não é regada, vira só memória. E memória não machuca, ela só existe.
E no fim, escrever foi a minha libertação. Não como fuga, mas como conclusão. Eu não escrevi para reviver, eu escrevi para encerrar. E quando eu finalmente parei de contar a mesma história, eu percebi que tinha espaço para viver outras.
Se você ainda está aí, regando o que já não cresce, talvez não seja falta de amor. Talvez seja só falta de coragem de aceitar o fim. Mas quando essa coragem chega, mesmo que cansada, ela muda tudo.
Seguir em frente nunca foi sobre apagar pegadas na areia como se o mar tivesse vindo com a missão de me inocentar da minha própria história. Não. Seguir em frente, eu descobri, é olhar para cada marca que ficou e dizer com uma calma quase desconcertante: você existiu, mas não manda mais em mim. E isso… isso é um tipo de poder silencioso, daqueles que não fazem barulho, mas reorganizam tudo por dentro.
Eu escrevi demais. Meu Deus, como eu escrevi. Parecia que cada palavra era uma tentativa desesperada de dar forma ao que eu sentia, como se organizar frases fosse o mesmo que organizar o coração. E eu chorei… chorei como quem rega um jardim que já não tinha mais raiz viva. E sonhei então, nem se fala. Sonhei tanto que, se sonho pagasse aluguel, eu já teria uma mansão emocional mobiliada com expectativas irreais. Só que eu sonhava sozinha. E essa é a parte que a gente demora para admitir, porque dói menos romantizar do que reconhecer a solidão dentro de algo que a gente chamou de amor.
E no meio desse excesso de tudo, eu fui me perdendo de mim. Porque quando a gente ama demais sem retorno, existe um risco silencioso e perigoso de se diminuir para caber. De negociar limites, de aceitar migalhas com cara de banquete, de se tornar… menor. E eu sei, com uma clareza que só vem depois, que eu não caberia ali. Não porque eu não fosse suficiente, mas porque aquele espaço nunca foi feito para me receber inteira. E quando a gente tenta se encaixar onde não cabe, a gente se dobra. E se dobra de novo. Até quase desaparecer.
E aí veio a escolha mais difícil e mais libertadora: escrever tudo e enviar. Não guardar, não suavizar, não transformar em poesia bonita para consumo próprio. Entregar. Colocar para fora, como quem finalmente solta uma mala pesada depois de uma viagem longa demais. E a resposta… ah, a resposta. Ela não foi mágica, não foi romântica, não foi aquilo que uma versão antiga de mim esperaria. Mas foi exatamente o que eu precisava no agora.
Porque ela encerrou.
E às vezes, o maior ato de amor que alguém pode nos dar é justamente mostrar que importamos e que nos considera especial. Porque apesar de nada mais existir entre ambos, existe o respeito pelo que foi vivido.
Foi ali que a serenidade começou a nascer. Não aquela alegria explosiva, mas uma paz mais quieta, mais madura. Uma dor diferente. Uma dor que não fere, mas ensina. Que não prende, mas organiza. Eu consegui olhar para tudo que vivi e reconhecer: foi pouco, foi breve, foi quase nada… mas dentro de mim virou tanto. E isso não me faz fraca. Me faz humana.
Eu inventei versões, criei histórias, ampliei gestos. Transformei fragmentos em universos inteiros. E tudo bem. Aquela era a minha forma de sentir, de tentar dar sentido. Mas hoje eu não preciso mais sustentar essas narrativas. Eu posso guardar tudo isso como se guarda uma relíquia antiga: com respeito, com cuidado… mas sem uso.
Essa ideia de almas que talvez não tenham se encontrado no tempo certo é bonita, eu admito. Tem um charme quase poético pensar que em outra vida poderia ter sido diferente. Mas a maturidade chega e sussurra uma verdade simples: é nesta vida que importa. É no agora. E o agora não tem espaço para fantasmas bem alimentados.
Então eu guardo. Coloco tudo naquele baú empoeirado, lá no fundo, naquele porão interno onde ficam as coisas que já foram importantes, mas não são mais necessárias. Não jogo fora, porque fez parte de mim. Mas também não deixo na sala, ocupando espaço, interrompendo o presente.
Porque o presente… ele exige presença. E eu tenho alguém ao meu lado agora. Uma história real, construída, imperfeita e viva. E talvez o maior aprendizado de todos seja esse: amar de novo, não como quem repete, mas como quem evolui. Amar com mais consciência, com mais limites, com mais verdade.
No fim, se libertar nunca foi sobre o outro. Nunca foi sobre fazer alguém entender, mudar, voltar ou sentir. Foi sobre eu parar de me prender. Foi sobre escolher não continuar sentindo algo que já não tinha para onde crescer.
E essa escolha… ela muda tudo.
Se você ainda está aí, segurando algo que já acabou, eu te entendo. Mas chega um momento em que continuar sentindo vira uma forma de não viver. E viver, minha querida, exige coragem.
Eu escolhi viver.
O passado já foi e serviu como aprendizado.
O amanhã a Deus pertence.
O agora, é o único instante real.
Que possamos ser a melhor versão de nós mesmos, sempre.
Em cada amanhecer, em cada instante em que Deus ainda emana sua energia de vida, dentro de nós.
Que possamos ser gratos por cada respirar, e por sermos herdeiros da terra, porque Deus nos deu o planeta para vivermos plenamente nele!!
Para ele nos servir, e depois a gente gente servir ele.
É uma grande troca, assim como tudo o que há no universo.
Somos todos parte do outro!!
Deus vive em nós, nós vivemos nele.
Assim, somos oniscientes e onipresentes.
Por isso, os sonhos sempre nos mostram coisas além do que os nossos olhos podem ver, porque é uma dimensão espiritual, onde somente o nosso espírito tem acesso. Através da nossa consciência!!
Somos todos partes de um só!!
O tempo não existe. Ele é somente uma metáfora para se referir a nossa mera existência.
A Construção do Presente como Território de Paz
Alinny de Mello
Agradeço imensamente a cada um de vocês por acompanharem esta jornada de exposição e libertação. Antes de darmos os passos finais nesta reflexão, convido todos a visitarem a minha página no Pinterest. Lá, eu organizo os meus e-books e centralizo os temas que debatemos, criando um espaço de troca e clareza. Não se esqueçam de acompanhar os lançamentos semanalmente, pois cada obra é pensada para estimular a nossa autonomia diante das amarras da vida.
Existe um momento em que a sobrevivência deixa de ser o objetivo principal e dá lugar, finalmente, ao direito de existir. Depois de atravessar décadas sob o peso de um ambiente Hostil, eu e meus irmãos compreendemos que a maior resposta que podemos dar ao passado não é o rancor, mas a nossa insistência em sermos felizes no agora. Tudo o que queremos e exigimos da vida a partir deste momento é o presente cheio de paz, o silêncio de uma noite tranquila e o sossego de saber que as portas estão trancadas contra o absurdo.
A nossa emancipação definitiva se traduz na oportunidade de experimentar, tardiamente, a leveza que nos foi roubada na infância e na adolescência. Estamos em um processo de resgate. Viver o que não tivemos oportunidade de viver significa rir sem o medo da punição imediata, conversar sem a obrigação de vigiar o tom de voz e andar pela casa sem o pavor de arrastar os chinelos no chão. Significa usar o perfume que quisermos, vestir a roupa que nos agrada e usufruir da liberdade de escolher quem entra e quem sai dos nossos dias. Cada pequena escolha cotidiana, que para as pessoas comuns parece irrelevante, para nós é uma celebração de independência.
Não se trata de tentar apagar o tempo perdido, porque o relógio não retrocede, mas de ressignificar o tempo que nos resta. A nossa maturidade foi construída na marra, mas a nossa leveza está sendo conquistada por escolha consciente. Olhamos para o futuro não com a ansiedade de quem espera um novo golpe, mas com a curiosidade de quem finalmente é o único autor da própria história. Nós nos tornamos os pais que nunca tivemos, protegendo a nossa criança interna e garantindo que ela possa, finalmente, brincar em paz.
A paz que desfrutamos hoje não é um presente do destino, é um território conquistado com muita coragem e cortes profundos na carne da conivência. Se o mundo lá fora continua orbitando em torno de aparências e julgamentos rasos, nós escolhemos a profundidade do nosso próprio bem-estar. O sossego é o nosso maior luxo e a nossa melhor vingança contra a destruição que tentaram nos impor. Conseguimos. Estamos aqui, inteiros, respirando o ar limpo de uma vida que pertence exclusivamente a nós.
Como podemos medir a grandeza de reconquistar a própria infância na vida adulta? Será que a verdadeira paz só é plenamente compreendida por aqueles que conheceram de perto o peso do inferno?
Na vida, assim como a própria vida tudo é passageiro.
Nem sempre você será um vitorioso.
Nem sempre você será um derrotado.
Portanto, não queira demais e não queira tão pouco.
Tente manter o equilíbrio na medida do possível.
Um amigo deve tratar o outro amigo como um Rei. Pois você será visto como o amigo de um Rei.
Isso não serve só para com amigos.
Nada é tão bom que não possa melhorar. Assim como nada é tão ruim que não possa piorar.
Esteja sempre com sua saúde mental em boas condições.
Assim saberá equlibrar as fases de sua vida.
Tudo muda a todo momento, mas você não precisa mudar só porquê não saiu como planejou.
Exceto se for para a sua evolução.
Pois só não muda de ideia é aquele quê não têm uma outra grande idéia.
Aprenda a viver cada dia como se fosse o último de sua vida.
Dê seu melhor e faça com que verem sua plenitude divina que há em você.
Viva um dia de cada vez, mas faça do presente um exemplo para o futuro.
Olá!
Quando tiver de amar, ame como se fosse a última vez.
Quando tiver de gostar, goste como se fosse a última vez.
Quando tiver de fazer..., faça como se fosse a última vez.
Porquê de fato, um dia será a última vez e você não saberá.
Te amo! 🥰
A nossa vida é como um rascunho, e todo rascunho virou uma história. Mas, toda história terá que ser corrigida para ganhar sua nota.
Já pensou como Deus já retirou da vida de muitos.
Os que Deus enviou para curar, ajudar e amar...
E esses foram apenas rejeitados, humilhados e maltratados, ao Bel prazer de quem (precisava).
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