As Pessoas Sao como Ondas

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ALMA QUE ESCREVE

Ser como eu...
precisar da emoção
para escrever ou o texto
sai estéril e vazio.

Se jogar nas palavras,
como se precisasse de ar.

Sentir e deixar...
a dor te atravessar.

O conhecimento das letras
usados apenas pela necessidade
de esboçar sua emoção,
sentimentos, intensidade e dor.
Tons de desespero
descritos em frases.

Todos somos solitários,
só não percebemos o quanto
isto nos afeta
e transformam loucos
em poetas.

Andréa

Eu Te Declaro 1


No meu caminho, você surgiu,
Como um sol que de repente se abriu.
Cada momento, um novo tom,
E o meu mundo encontrou seu som.
(
Eu te declaro o meu amor,
Meu porto seguro, meu bem-querer.
Eu te declaro com todo o fervor,
A razão do meu amanhecer.


Nos teus olhos, vejo a paz,
O encaixe perfeito que me refaz.
Cada sorriso, cada gesto seu,
É o presente que a vida me deu.


Construímos juntos um novo lugar,
Onde os nossos sonhos podem morar.
E lado a lado, vamos seguir,
Nessa história bonita pra gente viver.

Saber como se faz é uma coisa, saber fazer é outra totalmente diferente.

Sabe eu ainda tô tentando entender como você chegou na minha vida tão de repente e me transformou no que sou hoje e desapareceu sem deixar rastro e o pior é que já te procurei em todos os lugares e não te encontrei talvez você seja um anjo enviado por Deus para mim, reconstruir.

Às vezes penso em você e mim, pergunto como seria se você tivesse dito sim?

A vida é como um relógio quando para morre.

⁠ame os seus professores como se fosse parte da sua família porque os seus professores faz de tudo para ver você la encimar.

A vida é uma gangorra; não se desequilibre depositando tudo em alguém que muda de opinião como quem troca de roupa⁠.👚🤹

"Nada machuca mais do que ser tratado como um estranho por alguém que conhece todos os meus segredos."

"É exaustivo tentar ser o mundo de alguém que me trata como se eu fosse nada."

Eu sinto a sua falta!
Sinto falta de suas risadas contidas, do modo como mal se expressava.
Sinto falta do seu cheiro, do seu beijo, do seu abraço quente e desastrado.
Sinto falta de me sentir protegida nos teus braços, de me sentir sufocada entre suas pernas quando você pega no sono.
Sinto falta de discutir contigo por pequenos motivos e mesmo estando certa, te pedir desculpas só para não te ver se distanciar.
Sinto falta de ler suas mensagens de bom dia, boa noite ou até mesmo aquele "eu te amo mais que tudo!".
Sinto falta de olhar nos seus olhos claros e profundos e fazer confissões, desfrutar de imaginações, me perder em dúvidas e me encontrar nas suas direções.
Sinto falta de tudo em você, os defeitos, as qualidades, tudo. E a falta que eu sinto de você supera tudo o que aconteceu de ruim entre nós, o que significa que eu não pensaria duas vezes em te aceitar de volta...
Se ao menos você quisesse, se ao menos você ainda pensasse em mim! Mas, sinto que apenas eu choro antes de dormir.
Sinto que apenas eu tive que superar sua ausência, porque você já estava acostumado.
Sinto que não fui o bastante para preencher sua vida badalada! Sinto que fui apenas mais um capítulo do seu livro... Enquanto você, para mim, foi todo ele.
Mas eu não posso deixar que você saiba sobre o que sinto, não! Pois no fundo tenho toda a certeza do mundo de que você vive melhor sem mim, e se você estiver feliz assim, eu estarei feliz por ti.
Adeus, meu caro amor. Viverei uma longa vida sem pudor, em busca de um outro amor que me ame assim como eu amo você! Em busca de um amor que me faça feliz e realize todos os nossos planos, aqueles que você foi incapaz de cumprir.
Adeus, meu ex amor.

"Personagem vazio, aparência que cansa, a mentira como terapia , um jeito dolorido de controlar o caos e a dor que a alma carrega."

SOU BELA, RECATADA E DO LAR!

SOU NATURALMENTE BELA... Amo-me como sou, mesmo não me achando perfeita. Nunca fui escrava da beleza, de frequentar academias, de ficar me analisando no espelho e fazendo selfies o dia inteiro. Não tenho cirurgias plásticas, tintura no cabelo, lente colorida; odeio maquiagem e exercícios localizados. A genética me favoreceu e - até o momento - me alimento de tudo sem muito engordar ou prejudicar minha saúde. Não me considero vaidosa, somente o suficiente para me sentir confortável, pois me cuido para me sentir bem e não para ser admirada. Odeio me preocupar com decotes em que preciso tapar com a mão para me curvar, saias curtas e justas em que eu tenho que ficar puxando enquanto eu ando ou cada vez que me sento, roupas transparentes demais ou agarradas demais que mostre ou marque cada detalhe do meu corpo. O fato de eu não ser vaidosa não significa que eu seja relaxada, do tipo que usa saia até o pé e camisas de mangas pra não ter que depilar as pernas e as axilas usando a desculpa de que a religião não permite. Amo perfume, mas não para substituir a higiene. Minhas roupas não são de marca, mas tem marca de patas e pelos de cachorros, é só lavar que sai... Acredito que a beleza está em não precisar ficar se enfeitando muito para ter que desmontar tudo na hora de dormir e acordar alguém irreconhecível.

SOU MODERADAMENTE RECATADA... Moderadamente porque não sou santinha e nem tenho a pretensão de ser, pois não levo jeito para ser hipócrita. Já fui sim meio porra-louca (ops, soltei um palavrão), na minha época de solteirice e juventude, fase em que nada nos intimida, amedronta e que não medimos muito as consequências dos nossos atos. Fazemos protestos por causas patéticas (e achamos bonito), nos revoltamos por idiotices, fazendo coisas que não resolvem os velhos problemas e ainda acrescentam novos. Já me importei demais com a aprovação e aceitação dos outros. Já fiz coisas para chamar a atenção e atrair admiração. Já experimentei coisas, por revolta ou mesmo curiosidade, buscando nelas um modo de ser quem eu nunca fui ou seria por causa de uma ilusória insatisfação de ser quem eu era. Eu já quis ser o que quisesse, quanto e até quando quisesse. Já quis ser o centro e o motivo das atenções. Já quis ser ouvida, falando o que vinha na cabeça e nos moldes do “doa a quem doer”. Enfim, poderia dizer que aproveitei bem tudo o que pude na juventude e solteirice, e que só me arrependo das coisas que não fiz. Já pensei assim, no entanto não penso mais. Hoje me dou ao “luxo” de ser mais recatada (no sentido de me resguardar, ser cautelosa, ponderada, criteriosa); e não só porque sou casada, mas principalmente porque ser porra-louca não me fez feliz. (Ops, falei palavrão de novo). O que ganhei sendo assim? O vício do cigarro, algumas decepções amorosas, relações oportunistas e rasas, olhares desejosos (outros invejosos e outros raivosos), noites sem dormir chorando ou “amando” quem não merecia, prazeres momentâneos de risos fáceis, fúteis e inúteis. Arrependo-me da maioria das coisas que já fiz e o que me conforta um pouco hoje é ter aprendido algumas lições, ainda que na dor, e ter tido a chance de corrigir algumas coisas sem me prejudicar ainda mais. O bom em conseguir se arrepender das coisas (e deixar de praticá-las) é ter a convicção de que não somos psicopatas, o que é um alívio! Na verdade, a ideia de prejudicar os outros sempre me incomodou e toda a minha porra-louquice prejudicou apenas a mim. (Cacete, falei palavrão mais uma vez)... Bom, eu disse que sou recatada e não santa, ok?).

SOU OPCIONALMENTE DO LAR... Fui criada pra casar, mas não tive casamento planejado e nem fui dada através de dote num casamento de conveniência. Ainda bem que algumas coisas melhoram com o tempo e o casamento por amor foi finalmente admitido (mesmo nas famílias nobres, ainda que alguns se utilizem de chantagem ameaçando deserdar filhos desprendidos de status). Fui educada pro casamento - por amor - com um homem de bem, direito, responsável, respeitoso... Enfim, atributos automáticos de quem ama... Na verdade o que minha mãe me aconselhava era casar por amor e de preferência com alguém que me quisesse como esposa pelo mesmo motivo, pois ela queria me ver uma mulher realizada. Mas paralelamente, ela me incentivava a estudar, trabalhar e buscar minha independência e realização pessoal. Muito sábia minha mãe! No entanto, nasci numa geração em que a sociedade jovem já pedia por mudanças... As meninas já não aceitavam mais serem as “Amélias”; e os meninos, quando não “saiam do armário”, exigiam dividir a conta e não abriam mais a porta do carro, afinal, as mulheres estavam ficando cada vez mais “independentes” e cada vez menos “românticas” (quando não eram interesseiras e preferiam joias em vez de flores ou caixa de bombons). E eu cresci nessa geração meio doida, sempre ficava dividida entre conservar tradições ou me livrar delas aceitando novos valores. Como ser alguém normal? Sobrevivi, tive uma boa educação em casa, me formei, trabalhei bastante (ainda trabalho) e me tornei uma mulher com muita bagagem e maturidade precoce, apesar de não parecer pra quem vê esse meu rostinho "de 15" e não conhece minha história. No entanto, meu maior sonho sempre foi o de constituir uma família. E após diversas tentativas frustradas, pude finalmente conhecer o amor. Sim hoje eu sei o que é o amor e tenho certeza de que não foi nada daquilo que vivi antes (pena ter demorado tanto para conhecê-lo). Casei-me, da forma moderninha que já está batida (juntando as escovas de dente), com um homem que não é rico e não me dá joias, porém me proporciona o que de mais precioso pode haver numa relação. Entendi o significado de ser esposa, que não é o de andar atrás (à sombra do marido), nem tampouco à frente, e sim ao lado. Tive a sorte de ter como esposo um amigo, um parceiro, um cavalheiro que faz questão e se sente honrado em ser o provedor do lar e um homem de família. Não me proíbe de trabalhar, mas tenta me proteger de ter que enfrentar estresses e aborrecimentos, seja de condução lotada, trânsito, ou de passar mais de oito horas na rua aguentando pressões externas e principalmente sem valer o esforço; tendo inclusive de lidar com o fato de que neste país talento e capacidade é o que menos importa e não enriquece ninguém. Ele me deixa a vontade para escolher, pensar, agir e fazemos isso sempre juntos... Mas tenho ciência de que a cada escolha há uma renúncia e definitivamente não quero correr o risco de sacrificar meu casamento, pois sei como é difícil chegar bem em casa depois de um dia cansativo na rua e não ter a mãe pra fazer a janta e colocar comida no seu prato. Então, sou do lar sim! Um lar de amor, paz, companheirismo, respeito, onde um não faz nada sem a aprovação do outro, onde um conhece muito bem o outro, onde um coopera com o outro e ambos trabalham juntos em prol do bom funcionamento desse lar. Um lar acima de tudo cristão no qual o Senhor habita, tendo como projeto perfeito de Deus a união da uma só carne em que um é dependente (e suficiente) ao outro e ambos de Deus.

Casamento não é negócio. Não é sociedade em que o contrato permanece enquanto se tem dinheiro ou estoque. Não foi feito pra ser “eterno enquanto dure”. Não se sustenta dos “ismos” do machismo e feminismo, ou qualquer outro fanatismo em que a motivação seja o “EU” e não o “NÓS”. Se não for um pelo outro e ambos pelo lar, melhor não casar.

Ass: uma esposa, com orgulho!

Assim como o amor a Deus começa com o ouvir da Sua Palavra, o início do amor pelos irmãos é aprender a ouvi-los. ⁠

⁠A maior graça da pregação é encontrar Cristo, conhecê-lo, adorá-lo e desfrutá-lo como nosso maior tesouro.

Quando apontamos os defeitos alheios, muitas vezes estamos usando o outro como um espelho para não encarar nossas próprias sombras,defesas e feridas.
Assumir essa vulnerabilidade exige coragem e maturidade.

„A vida é como uma história em branco, e você é o seu próprio autor, mas você não sabe como sua obra terminará”
Johan Victor.

⁠A vida é como uma prova, e as adversidades nosso tutor, então temos de tratar cada decepção, uma falha como um conhecimento novo, para prosseguirmos em frente e alcançarmos um novo objetivo.

”⁠Se conheça, o que te deixa feliz? Como você age quando está triste ou irritado? O autoconhecimento não é uma palavra mágica, mas te ajuda a tomar melhores decisões na sua vida.
Reflita.”

O homem, perdido sobre sua origem, muitas vezes se comporta como se fosse o próprio criador.