As Pessoas Sao como Ondas

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Espero que você me entenda, nem em todo ouro existe riqueza. Que as marcas do nosso destino, são ilhas desertas no paraíso. Talvez você não saiba onde quer chegar, e eu não tenha tanta certeza, se em qualquer lugar deste planeta, caminhando eu sei que estou...

O Universo e o verme, tão diferentes e opostos, são reciprocamente importantes na obra divina. Portanto, não será a grandeza de um, que inibirá a humilde presença do outro... Ambos se precisam, ambos se completam...

Olhos são a janela da alma


No horizonte fascinante
Contemplo teus olhos
A conexão do amar
Do navegar em cada detalhe
Extensão da vista
Pulsar esquenta, olhares cativantes
Demasia das sensações.

Há batalhas que ninguém vê, mas são elas que forjam os fortes

O pensamento e a fala são inversamente proporcionais: quanto mais se pensa, menos se fala.

As coisas que a gente sabe são muitas, mas as que a gente não sabe também são inúmeras. Isto não significa que estas (coisas que a gente não sabe) não nos influenciem. Então, o resultado pode ser muito diferente do que se espera.

Desculpe-me a franqueza, cara Erika Leonard James, mas são estes os cinquenta tons de cinza que aprecio: os que são pintados no céu num amanhecer chuvoso.

Os julgamentos são cartas que enviamos a nós mesmos, só que em envelopes com o nome dos outros.

(Douglas Duarte de Almeida)

Caminhar lado a lado exige um gesto raro: deixar as ideias descansarem um pouco. As ideias são bonitas, mas traiçoeiras. Nelas, todos somos perfeitos. O filho ideal só existe no pensamento. A mãe ideal também. No mundo das ideias, ninguém falha, ninguém se desespera, ninguém diz a palavra errada na hora errada. É um lugar confortável demais para caber gente viva.

Viver de verdade com alguém é aceitar que o real é meio torto. Que há dias em que a voz falha, a alma murcha, o cansaço transborda. É ter coragem de amar o que existe, não o que imaginamos. E isso é mais difícil do que parece, porque a imaginação é uma costureira habilidosa: ajusta, corta, embeleza. O real, não. O real é áspero, às vezes. Mas é nele que moram os encontros que mudam a vida.

Cada um é o que é. Faz o que dá conta. Ama como aprendeu. E isso não é desculpa: é condição humana. Amar sem tentar caber no molde do outro é um ato de generosidade. Um jeito bonito de dizer: eu te vejo, não pelo que projetei, mas pelo que você realmente é — com suas frestas, suas travessias, suas partes desordenadas.

O amor verdadeiro não exige perfeição. Exige presença. Exige humildade para desfazer fantasias antigas e coragem para ficar, mesmo quando o castelo que imaginamos vira chão. Prosseguir amando, mesmo quando a realidade desmonta o sonho, é um gesto de maturidade que poucos sustentam.

São poucos os amores que suportam a pureza do real. A maioria prefere a maquete. Eu, não. Prefiro a casa habitada, mesmo com as rachaduras. O afeto que existe, mesmo com as falhas. O caminho compartilhado onde dois humanos, imperfeitos e inteiros, aprendem a caminhar juntos — não pela ideia do que deveriam ser, mas pela beleza do que são.

Há um alívio secreto em se jogar sabendo que existe chão. Não falo de certezas — certezas são para quem teme a vida. Falo do chão que nasce dos próprios pés, esse solo íntimo que a gente aprende a cultivar depois de tantas quedas que já nem sabemos mais qual doeu primeiro.

É libertador sentar no meio-fio sem medo de parecer deselegante. Elegância, no fim, nunca esteve na pose, mas na coerência interna. Prefiro o cimento quente da rua me lembrando que continuo vivo do que qualquer palco que exija um personagem. Às vezes é no meio-fio que o coração finalmente se endireita.

Vestir-se de si exige propriedade afetiva. É colocar no corpo — e na vida — as camadas exatas do que se é, mesmo quando isso desagrada expectativas alheias. Sustentar as próprias escolhas é um tipo de musculatura moral: dói no começo, treme no meio, mas mantém a coluna da alma ereta.

E nas crises, é preciso gentileza. Respeitar-se como quem protege algo precioso. Gritar pra dentro, chorar pra fora, respirar onde der. Permitir-se ser humano sem desmerecer a força que existe no próprio caos.

Nas dores, ser colo. Nas alegrias, ser testemunha. Em ambas, gostar de si como quem aprende, depois de tantas tentativas, que o amor-próprio não é um estouro, mas um sussurro persistente que nos chama pelo nome quando o mundo tenta nos esquecer.

A verdade é simples e devastadora: a vida não fica mais leve, é a gente que fica mais inteiro. E quando finalmente sabemos que há sempre um chão — mesmo que seja o das escolhas que sustentamos com o peito aberto — o salto deixa de ser risco e vira rito.

Rito de fé.
Rito de coragem.
Rito de ser exatamente quem se é.

⁠Os termos técnicos são indispensáveis até quando se aprende a teoria.
Após isso, a prática quem domina e a cria é você.

Aqueles que realmente te amam são capazes de dizer o que você não deseja ouvir. Por outro lado, aqueles que desejam sua ruína, concordarão com você apenas para te ver cair.

Se tem uma coisa que eu, com meus gloriosos 19 anos, tenho de sobra são problemas pessoais e medos completamente desnecessários. Alguns até fazem sentido, outros claramente nasceram às três da manhã, quando a mente decide trabalhar contra você.


Eu tenho medo do futuro, por exemplo. Não do futuro distante, tipo velhinho alimentando pombos. Tenho medo do futuro próximo mesmo, daquele “e agora?”. Medo de não dar certo, de escolher errado, de olhar pra trás e pensar “era pra eu ter feito diferente”. Ao mesmo tempo, morro de medo de ficar parado. Ou seja, tenho medo de ir e medo de não ir. Coerência passou longe.


Também tenho o incrível talento de transformar pequenos problemas em grandes dramas internos. Uma mensagem sem resposta vira um filme de suspense. Um “a gente conversa depois” vira uma série de 12 temporadas na minha cabeça. E o pior é que, na maioria das vezes, não acontece absolutamente nada. Mas tenta explicar isso pro meu cérebro.


Tenho medo de não ser suficiente. Suficiente pra mim, pros outros, pra quem eu gosto. Medo de decepcionar, de falhar, de parecer perdido demais. O detalhe engraçado é que eu já estou perdido, então talvez esse medo seja só medo de confirmar o óbvio.


Financeiramente, finjo que sou tranquilo, mas qualquer conversa sobre dinheiro me dá vontade de rir de nervoso. Faço piada, brinco, digo “uma hora dá certo”, enquanto mentalmente calculo quantos anos vou levar pra ser minimamente estável. Spoiler: muitos.


Também tenho problemas com o famoso “pensar demais”. Penso tanto que canso. Penso no que falei, no que não falei, no que poderia ter falado melhor. Às vezes penso tanto que esqueço de viver. Outras vezes penso tanto que acabo rindo da situação, porque se não rir, dá vontade de deitar no chão e fingir que virei um tapete.


Mas nem tudo é drama. Eu rio dos meus próprios medos. Faço piada com minhas inseguranças. Brinco com o caos interno como se fosse um amigo inconveniente que aparece sem avisar. Afinal, se eu não rir de mim, quem vai?


No fim, meus problemas e medos andam comigo, mas não mandam em mim o tempo todo. Sou um jovem de 19 anos tentando entender a vida, errando bastante, acertando às vezes, e rindo sempre que dá. Porque se tem algo que eu aprendi cedo é que crescer é assustador, confuso… e absurdamente engraçado, se você olhar do jeito certo.


— Cyrox

Falar em principio, valores éticos e morais, vai muito além que palavras, oque demonstra são as atitudes.

Oque mais se vê hoje em dia são lobos vestido em pele de cordeiro.

Que semeiam o conservacionismo, mas que através de suas atitudes mostram que na verdade isso é apenas manipulação e argumentos mentirosos pra julgar o próximo e obter vantagem ilícitas para si mesmo e seu ego.

São os últimos dias de 2025 e, acima de tudo, eu vibro gratidão. Não foi um ano perfeito, mas foi um ano vivo, intenso, verdadeiro. Foram muitos os motivos para agradecer a Deus. Eu sinto gratidão, alívio, expectativa e fé. Aprendi muito. Aprendi a acreditar mais em mim, a respeitar meus limites, a lidar melhor com aquilo que não depende das minhas mãos. Aprendi a não absorver o que não agrega e a me afastar, com serenidade, do que me diminuía. Enfrentei medos e angústias, olhei para dores antigas e, mesmo machucada, segui em frente. Rompi padrões negativos, encerrei ciclos que já não me cabiam e iniciei outros, ainda em construção, mas cheios de esperança. Chorei meus problemas e também sorri minhas vitórias. Cai e levantei. Perdi e ganhei. E, em tudo, Deus esteve comigo. Hoje, meu coração bate com força de fé e gratidão. Eu creio em um fechar de ano com chave de ouro. Creio em um novo ano como o ano da virada, da grande virada, na qual eu me escolho com mais coragem, me acolho com mais carinho e sigo com mais confiança no que Deus prepara para mim.
Que venha o novo. Eu estou aqui: inteira, grata e em paz com o que deixo e com o que começo.


Josy Maria 30/12/2025


Frases, textos e citações by Josy Maria

A dedicação e persistência são elementos intrínsecos a sua capacidade de mover o mundo com as suas próprias mãos.

A ciência e a tecnologia são uma loucura inovadora de um mundo perdido no universo.🕊

Monstros e fantasmas são reais. Eles são a manifestação dos sentimentos obscuros de nossas almas.

Os agricultores familiares são verdadeiros heróis da resistência. São heróis da nossa mesa. O projeto agricultor é, acima de tudo, o amor pela terra, o apego pela vida no campo, o viver do e no rural.

Há soberbos que acompanham o estereótipo social na realidade são sombras da ostentação.