As Pessoas Sao como Ondas

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“São lindos os momentos de risos, olhares, carinhos, paixões e amor, mas também foram feias as brigas, as birras, e os ciumes. Mas nosso amor é tão grande, mais tão grande que conseguimos se feliz com as qualidades e os defeitos dessa nossa história, mesmo com indiferenças, com a distancia, não damos desculpas para nos separarmos, pelo contrario, damos motivos para continuarmos juntos. Quer uma prova desse amor? Poder amar já é uma prova.”

Amigos verdadeiros sempre são raros, mas amigos por interesses sempre são aos montes.

"Não fique remexendo feridas passadas...
Elas são traiçoeiras.
Quanto mais insistirmos em tocá-las,
mas elas se farão presentes, latejando em nós
em dias nublados."

Os olhos são os espelhos da alma
A alma traz as marcas denunciando o que não viveu. Na denuncia entre loucuras, procuro relembrar o passado sem dor. Vou buscar na plenitude do acaso perdido os sonhos que não foram vividos Entre lágrimas e solidão procuro nas sombras das lembranças com olhos marejados de lágrimas entre promessa e recomeço. Os olhos perdidos na imensidão do tempo Vejo meu caminhar entre pegadas na estrada da vida Coloco o coração entre a palma e o sonhos E equilibro o recomeço, venho buscar mostrando sem medo do destino…

Eles são poeira estelar e estrelas voltam a ser quando brilham em vida ou se apagam em morte.

Um pouco de poesia nessa tarde de chuva boa. Faz sol lá fora, alguém diria. É porque o céu não são os meus olhos.

Sei que os tempos são modernos, mas você pode entender?

Eu acreditei em amor à primeira vista no instante em que olhei nos seus olhos. Depois no amor à segunda vista, quando me deu bom dia e eu pude ouvir sua voz. À terceira vista, quando abriu aquele seu sorriso único, esse teu gargalhar que me fascina e teus olhos que se fecham como se fossem orientais. Depois disto foi só amor. Me apaixonei à décima vista quando teus amigos nos apresentaram. À quinquagésima terceira vista quando percebi que você era mais que apenas uma garota extremamente linda. À septuagésima oitava vista quando conversamos até realmente precisarmos ir embora, já era tarde. Eu acreditei em amor à centésima vista quando eu disse pela primeira vez que gostava de você. Ah, meu amor, e na centésima octogésima quinta vista - e agora solto risos - quando então me declarei e descobri que era recíproco. Você se lembra da ducentésima terceira vez que eu te beijei? Talvez não, eu me lembro. Me lembro de todas as vezes que me apaixonei por você. Está naqueles cadernos velhos que digo serem do tempo de escola. Nossos anos de namoro, o noivado e o casamento. Tem anotado todos os dias em que você carregou nossos filhos. Está escrito nossos risos, nosso choros, alegrias e tristezas. As viagens, as bobagens, os tédios e outras besteiras. Meu bem maior, tantos anos escrito e termino por resumir nesta única folha. Não há nada que defina tantos capítulos de nossa história que dizer que todas as manhãs eu ainda me apaixono como se fosse a primeira vez. E agora, vendo os netos correrem pela casa e temendo minha visão se tornar ainda mais fraca, pretendo pela última vez escrever. Bem agora, que minhas mãos trêmulas garrancham as letras, que minha memória ousa me trair ao querer lembrar da oito milésima nonagésima sétima vez que me apaixonei por você. Nossa juventude à muito foi embora, mas saiba que em hora, não há nada mais lindo que em um dia de domingo lembrar que eu tenho você. Ah filha, busque um disco do Fressato, traga algo do Chico Buarque para que eu possa escutar mais uma vez. Há uns cadernos embaixo da penteadeira, traga-os também. Agora, neste quarto de hospital preciso que você leia. Não tenho sua bisa aqui comigo, mas me lembro do seu rosto e o mentalizo o tempo inteiro. Me apaixono tanto quanto da primeira vez. Sei que os tempos são modernos, mas você pode entender?

Alguns açoites em minha alma, não são suficientes para arrancar sangue do meu coração, ele é revestido de algo puro e resistente...amor!
Sergio Fornasari

Muitos, fazem de tudo para se fazer notar e chamar a atenção, outros porém, são notáveis e impressionantes pelo simples fato de existir.

O pior mercado de todos são as redes sociais. É tanta propaganda enganosa, é tanto cliente insatisfeito…

Nem toda a dor é destinada a nós para que soframos, algumas são apenas um despertador.

Não queira aprisionar os corpos.
Os corpos são as moradas dos espíritos,
e os espíritos são livres.
E só onde existe verdadeira liberdade
pode existir verdadeiro amor.

Entra e não repara as roupas fora do cesto, são coisas de um cara que nunca esteve sozinho, senta e não de atenção aos livros espalhados sobre a mesa, eles são uma tentativa de fuga para um mundo que eu não lembre de ti! Fala das tuas coisas e discretamente, cala aquelas que poderão me ferir e deixe que eu me engane! Se quiser ficar, instale-se, mude a cor das paredes, a cortina da sala, a marca dos sabonetes e do creme dental, dispense as carnes da geladeira e substitua pelos vegetais de tua preferência, eu aprendo a dança da chuva quando o calor se fizer insuportável, e se tu quiser, desenho um sol na areia e ainda quebro um ovo num prato branco e peço a Santa Clara para que a chuva pare! Mas por favor, não repare o meu riso sem graça querendo passar a segurança de um homem que sabe o que quer...na verdade aqui está um menino sem brinquedos e sem pais, desesperado e clamando pela tua volta...
odair flores

A vida nada mais é que, um grande livro de onde nos são apresentadas lições diárias. Agradeça por tê-las.

Corações são criaturas selvagens, e é por isso que nossas costelas são gaiolas

As leis frouxas, corrupção e a impunidade são causas geradoras de criminalidade.

Boa todas são, seja excelente.

Ressentimentos, frustrações e ansiedades são fenômenos psíquicos que perturbam a paz interior fazendo a alma fibrilar, todavia, uma consciência que livra a mente das expectativas é o antídoto contra os frêmitos anímicos.

São 7:15 da manhã. Estou sentada na cozinha com uma caneta e papel na mão. Estou olhando para fora da janela e vejo que é incrível como em alguns dias parece que tudo simplesmente quer falar com você. Você ignora, mas não o consegue por muito tempo. O céu de um azul claro com algumas nuvens te chama. Ele sussurra. Ele grita. Ele quer sua atenção. E quando a tem, está pronto para mostrar o sol. Está pronto prá te espantar com as maravilhas que existem. Observo tudo por alguns segundos e após um longo suspiro consigo sentir. Eu consigo sentir. A questão não é o que eu sinto em si, mas o simples e magnífico fato de sentir. Com leveza. Com serenidade.

Ainda não me olhei no espelho. Provavelmente estou com olheiras horríveis devido ao fato de que passei a madrugada acordada vendo filmes e conversando com amigos. Estou terrivelmente cansada, mas algo dentro de mim parece tão vivo, tão novo, tão revigorado. E a cada olhada que dou para fora da janela, para o dia, para a vida, sinto algo despertar dentro de mim. Mais uma vez. Cada vez mais. Posso chamar de amor, talvez. Posso chamar de paz. Mas eu não quero me prender a tentar explicar tal sentimento. Quero me prender a suavidade que me traz senti-lo. Me prender à vida. Ao sentir-me viva.

Meu irmão está brincando ao meu lado e minha gatinha está bagunçando toda a casa. Eu me levanto e começo a preparar um café. Enquanto a água está esquentando, eu já estou agarrada à reminiscências antigas. Então vejo uma garota. Uma garota que passou grande parte de sua vida com um sentimento sem conseguir o colocar para fora. Ela está angustiada. Sente que quer gritar, mas ao mesmo tempo, se vê estrangulando a si para não falar nada. Eu sei como ela se sente. Sei como é quando ela tenta contemplar a vida ao máximo e, ainda sim, parece que não está admirando tudo. Eu sei tudo isso, porque ela sou eu. E eu não me culpo por ainda pensar constantemente nas piores fases que já tive. Eu quero dizer adeus, mas sei que, no fundo, são essas memórias que fazem eu me sentir viva. Meu coração ainda bate porque já esteve prestes a parar. Eu não espero que você entenda o que estou tentando explicar, mas é que eu passo tanto tempo navegando nas profundezas de mim buscando por respostas e em dias como esse, me sinto tão bem por serem realmente apenas memórias. Me sinto tão bem por já ter mudado tanto minha visão sobre as coisas. Me sinto bem por lembrar que minha vida também é tecida de sentimentos bons com longas camadas de sonhos.

Estou com uma xícara de café quentinha aqui do meu lado. Está saindo aquela fumacinha que causa alegria em ver. E enquanto isso, eu fico pensando em como a vida pode ser doce quando você decide olhar para o céu e apreciá-lo. Pensando no quanto ela sorri para mim. Todos os dias. E quantas vezes eu realmente consigo retribuir esse sorriso?

Dizem que os olhos são o espelho da alma, mas a verdade é que dentro de mim não existe mais nada a ser transmitido em um olhar. Talvez minha alma tenha deixado de existir ou talvez tenha se contido de tamanha forma dentro de mim, que já é quase impossível encontra-la.
Não perdemos a vida quando morremos. Em verdade, perdemos a vida quando não sentimos mais prazer em viver. Eu perdi minha vida. Mas como pode ser, perder a vida e continuar vivendo? Existe um abismo de diferença entre viver e sobreviver. Minha mente se tornou um campo de guerra, onde frequentemente brigo com meu subconsciente para que ele pare de me dar idéias de como tirar minha própria vida. Diariamente tento encontrar algo que me faça sentir viva, uma faíscas de emoção que seja, mas nada acontece. Talvez eu esteja predestinada a ser o zero a esquerda, aquele que não modifica ou altera nada.