As Pessoas Sao como Ondas

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"Esta geração produziu cristãos que têm uma relação com Deus como se a tivessem com o Papai Noel: buscam o Senhor fervorosamente para que Ele coloque todos os presentes que desejam debaixo da árvore de Natal"

A vida é como o Jigsaw dos Jogos Mortais: É cruel, mas te ensina.

Eu... livros! E inteligência! Há coisas mais importantes,como amizade e bravura.

Tal como poeira fina atirada contra o vento, o mal vai para cima do tolo que ofende um homem inofensivo, puro e inocente.

O amor é como whisky…pouco não vale a pena, muito faz um mal danado

“Quem ama nunca está longe! Como posso estar longe de quem está dentro de mim?”

Cara, ela nem quer ser bonita, mas ela é, sabe? E fica sorrindo daquele jeito absurdo, como se não soubesse o que tá fazendo com a gente.

Se às vezes sou reconhecido como um homem frio, calculista, antipático e grosso a ponto de não agradar ninguém, peço desculpas por isso, é porque a vida não me deu escolhas, não foi legal comigo e também não me deu o manual de como ser perfeito, mas me ensinou que o maior Homem de todos, mesmo sendo perfeito, não agradou a todos.

⁠Tentei gritar
Mas minha cabeça estava embaixo d’água
Eles me chamaram de fraca
Como se eu não fosse filha de alguém
Poderia ter sido um pesadelo
Mas parecia que eles estavam ali

Deem ânimo ao coração de vocês e o fortaleçam para fazerem sempre o bem, tanto em atos como em palavras.

Jesus Cristo
Tessalonicenses

Como antes, passei a ser fria e miseravelmente calculista. Nada mais me faz chorar ou cair, Aprendi a lidar com as perdas, os altos e os baixos. E ironicamente, estou bem. Não nescessáriamente bem, mas pronta para seguir em frente.

Ser gay é como glitter, ele nunca vai embora.

Nacionalistas por excelência defendem o solo pátrio, a nossa língua como patrimônio fundamental de um povo, poupando-nos de toda e qualquer influência alienígena que pretende assenhorear-se do que é nosso, das nossas riquezas, esquecendo-se totalmente da maior de todas as riquezas de um país: o seu povo.

Assim como o homem tem por natureza o poder de aterrorizar uma mulher com um simples olhar de fúria, a mulher tem, com um mero olhar de desprezo ou de indiferença, o poder de jogar um homem no mais fundo da depressão, destruir todo o seu respeito por si mesmo e induzi-lo até ao suicídio. A beleza feminina é inseparavelmente uma promessa e uma ameaça. É um símbolo condensado de todas as ambiguidades da existência.

E ela me conhece, completa, como um amigo de infância, um amor da adolescência...
É como se soubesse todos os meus medos, segredos e sonhos.
Ela lê minha alma, e eu vejo tanta doçura naquele olhar...
E que a paixão, seja amor.
Que o amor torne-se amizade...
E a vida... e Deus, se for da Sua vontade unir essas almas,
Torne amizade amor.

Antes achava que meu silêncio era consequência da minha covardia, mas nada como o amadurecimento para me mostrar que na verdade o meu silêncio muitas vezes é fruto da minha sabedoria.

Tudo o que não puder contar como fez; Não o faça! Se há razões para não contar; há para não o fazer.

Com você me sinto protegida, como se nada de ruim pudesse acontecer, como se a tristeza, o ódio e a dor, tivessem medo de você!

Eu desejo, como qualquer ser humano, sentir-me em casa onde quer que esteja.

[Até o século XIX,] o idiota era apenas o idiota e como tal se comportava. E o primeiro a saber-se idiota era o próprio idiota. Não tinha ilusões. Julgando-se um inepto nato e hereditário, jamais se atreveu a mover uma palha, ou tirar uma cadeira do lugar. Em 50, 100 ou 200 mil anos, nunca um idiota ousou questionar os valores da vida. Simplesmente, não pensava. Os ‘melhores’ pensavam por ele, sentiam por ele, decidiam por ele. Deve-se a Marx o formidável despertar dos idiotas. Estes descobriram que são em maior número e sentiram a embriaguez da onipotência numérica. E, então, aquele sujeito que, há 500 mil anos, limitava-se a babar na gravata, passou a existir socialmente, economicamente, politicamente, culturalmente etc. Houve, em toda parte, a explosão triunfal dos idiotas.

(Nelson Rodrigeus, O reacionário [1], pág. 456)