As Pessoas Sao como Ondas

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⁠"Em um mundo de oportunidades, é triste ver como algumas pessoas desprezam os empreendedores, ignorando a coragem e dedicação que eles investem em seus projetos. É hora de reconhecer e respeitar o próximo, abrindo os olhos para as possibilidades que surgem diante de nós. Não sejamos aqueles que menosprezam, mas sim aqueles que encorajam e apoiam, pois o verdadeiro crescimento coletivo depende da valorização dos empreendimentos alheios."

⁠Pessoas solitárias costumam ser mais solidárias, pois sabem como ninguém o quão péssimo é saber que não podem contar com ninguém além de si mesmo

As pessoas dizem que te amam, mas o que querem dizer é que amam como se sentem por te amar. Ou amam o que podem tirar de você.

⁠Eu gosto de pessoas que me ofertem coisas caras, como tempo, lealdade, honestidade.

Edelzia Oliveira

⁠No momento atual, é notável como as pessoas têm se deixado envolver por mundos paralelos, como o da internet, festas, vantagens pessoais, negligenciando as coisas importantes da vida. Nessa busca incessante por prazeres efêmeros e satisfação imediata, a frieza e a falta de comprometimento com a sociedade se tornam cada vez mais evidentes.
Nesse contexto, é preocupante observar como muitos indivíduos valorizam apenas suas próprias escolhas, subjugando o próximo ao insucesso e relegando a importância do coletivo. A falta de empatia e solidariedade se tornam características marcantes, enquanto a busca pelo sucesso individual se sobrepõe à construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
É fundamental refletir sobre os valores que estamos cultivando e as prioridades que estamos estabelecendo em nossas vidas. Será que estamos realmente buscando o que é essencial e significativo? Será que estamos construindo relações verdadeiras e duradouras, ou nos perdemos em superficialidades e aparências?
É necessário resgatar a importância da conexão humana, do cuidado com o próximo e da responsabilidade social. Devemos lembrar que nossas escolhas e ações têm impacto não apenas em nossa própria vida, mas também na vida daqueles ao nosso redor e na sociedade como um todo.
Portanto, é preciso questionar: estamos construindo um futuro de vazios, onde as relações são superficiais e o individualismo prevalece, ou estamos buscando um futuro de significados, onde a solidariedade, o comprometimento e a valorização do coletivo são prioridades?
A resposta a essa reflexão está em nossas mãos. Cabe a cada um de nós escolher o caminho que queremos trilhar e o legado que queremos deixar para as gerações futuras.

⁠como vou amar a mim mesmo sendo que a minha vida toda, eu me moldei ao gosto de outras pessoas?...

⁠⁠Pessoas que hesitam constantemente não chegam a lugar nenhum, como se andassem em círculos. Uma decisão uma vez tomada deve ser assumida com firmeza tal como uma hipótese científica que deve ser verificada. Se ela for demonstrada falsa, pelo menos saberemos com certeza que esse caminho não deverá ser novamente trilhado. Ganho sempre haverá, no caso, o reconhecimento do erro.

René Descartes
Discurso do método. Porto Alegre: L&PM Editores, 2005.

⁠Começamos a envelhecer nos olhos das pessoas, e então, lentamente, passamos a pensar como elas.

Malcolm Cowley
VIORST, Judith. Perdas necessárias. São Paulo: Editora Melhoramentos, 2005.

⁠Hoje eu vejo como o mundo está cheio de pessoas que se dizem “normais” e que estão julgando outras por suas atitudes diferentes, sem perceberem que, para ter equilíbrio, é preciso um pouco de insanidade.

⁠"Procure entender as pessoas.
Somos únicos e cada um tem
uma visão de como a vida é
e suas diferenças "

Livro: Aceite ou Mude...

⁠As pessoas chamam umas as outras de velha, como se envelhecer fosse feio, fosse crime. Meu bem, envelhecer é privilégio e estar vivo é uma dádiva que nem todos têm a bênção de ter.

⁠A vida é como uma estação, todos os dias pessoas chegam e pessoas vão. Desempenha sempre o seu papel com maestria, a trazer e levar...
É vida que segue.

⁠As pessoas vêm e vão. Elas entram e saem da sua vida, quase como personagens em um livro. Quando você finalmente o fecha, os personagens contaram suas histórias e você recomeça outro livro, cheio de novos personagens e aventuras. Então se vê concentrando-se nos novos, não nos do passado.

Nicholas Sparks
O resgate. São Paulo: Arqueiro, 2014.

⁠Observe essas pessoas.
Elas estão acordadas ou dormindo?
- Acordadas!
_ Será?
- Claro, como poderiam estar dormindo?
_ Você faz escolhas quando está dormindo?
- Não.
_ Então talvez estejam dormindo, pois acreditam que não tem escolha.
- Como assim acreditam que não tem escolha?
_ Sabe o que é uma cultura?
- Sei.
_ O que é?
- Hum... Bem... Não sei explicar...
_ Vou ter dar uns exemplos: uma cultura de bactérias, é quando você planta bactérias em uma placa de Petri com algum alimento como ágar e uma cultura de melancias é quando prepara um solo para plantar melancias. Da mesma forma acontece com as pessoas, quando dizemos que em cada região existe uma cultura, ou seja um plantio, mas no caso das pessoas são plantadas crenças que são como sementes que se tornam árvores, elas dão frutos, que são as atitudes, por isso aquele ditado, "você colhe o que planta" é para o presente, colhemos os frutos, as atitudes que são escolhas baseadas nas crenças que estão plantadas em nós, pois baseamos as nossas escolhas nessas crenças inconscientemente na maioria das vezes.
- Uoooou faz sentido!
_ Então quando digo que acreditam que não tem escolha, é porque foi plantado essa crença nelas.
- Não sei se entendi direito.
_ Você já assistiu algum filme?
- Claro que já!
_ Os atores fazem o que querem ou eles tem que seguir um roteiro?
- Claro que eles tem que seguir o roteiro.
_ Do francês ROUTE, "caminho". Os atores são recompensados para seguir o caminho escrito pelo roteirista.
- E o que isso tem a ver com a crença das pessoas em não terem escolha?
_ As pessoas são como atores, atuam na vida, no dia a dia, como personagens de um filme, foram condicionadas, tiveram seus comportamentos reforçados com a recompensa ou a punição para seguirem o roteiro imposto pela cultura social em que cresceram, se tornaram reféns da mente condicionada.
O que pode e o que não pode.
O que deve e o que não deve.
O que é certo e o que é errado.
O simples e o complicado.
O fácil e o difícil.
O bem e o mal.
O superior e o inferior.
A qualidade e o defeito.
O rico e o pobre.
O poderoso e o impotente.
O forte e o fraco.
O capaz e o incapaz.
O bonito e o feio.
O normal e o anormal.
O comum e o incomum.
O vencedor e o perdedor.
O morto e o vivo.
E nisso baseiam as escolhas, acreditando que não podem sair do roteiro e os que saem são chamados de loucos na maioria das vezes.
- Quer dizer então que eu vivo um personagem criado pela sociedade?
_ Sim... Por que não solta um grito agora?
- Está louco? As pessoas vão pensar que eu pirei!
_ Está aí um exemplo da força em que esse roteiro e essa cultura tem sobre nossas escolhas, nos fazendo acreditar que não temos opção.
- Mas como se libertar disso?
_ Quando entender que é responsável por todas as suas escolhas e estiver disposto a responder por elas.
- Como assim?
_ No filme do homem aranha, o tio Ben deixa uma última lição para o Peter Parker. “Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”. Ou seja, você pode escolher? Pode! Mas terá que responder por isso. Isso é responsabilidade, a habilidade de responder por seus atos, fugir deles é uma resposta também, na maioria das vezes inconsciente.
- É muita loucura para uma conversa só...

Às vezes as coisas não saem como planejamos, fazemos planos para o futuro em cima de outras pessoas que acabam por não fazer mais parte nem do nosso presente, acabamos com sentimentos desorientados, mas a vida é assim mesmo, faça planos só por você, pense só em você e nada vai sair fora do eixo.

"Não entendo como as pessoas conseguem amar quem não merece seu amor..."

Há pessoas que entram em nossas vidas sem paixão, nos apaixonamos loucamente e saem como amigos, e há pessoas que simplesmente entram como amigos, sem intenções e saem como verdadeiros amores.

Aprendi que as pessoas realmente mudam como da água para o vinho, e que devemos estar preparados para essas certas mudanças.

As pessoas falam do amor de uma tal maneira, como se o amor não sustentasse as suas próprias vidas. Falamos assim porque temos medo de amar de novo e, veja bem, meu bem! Sem o amor você não é nada.

O que me assusta é a frieza das pessoas, e mentir agindo como se fosse verdade.