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As Pessoas Sao como Ondas

Cerca de 281980 frases e pensamentos: As Pessoas Sao como Ondas

⁠Uma simples coisa, olha como faz um dia se alegrar.

Inserida por danmelga

⁠Temos que confiar em Deus assim como confiamos num roteirista de uma série.

Inserida por danmelga

A depressão não é preguiça; é uma batalha silenciosa que ninguém vê, mas que cansa como se fosse o peso do mundo

⁠06. O amor que não se perdeu no meio do caminho é como uma estrada sólida e estável, que nos leva a um futuro repleto de felicidade e realização.

Inserida por rbitencourts87

07. Quando o amor é construído sobre alicerces sólidos como o respeito, a confiança e a cumplicidade, ele não se perde no meio do caminho.⁠

Inserida por rbitencourts87

⁠Pensamentos.

Às vezes me pego pensando, como seria ter você nos meus braços, sentindo seu cheiro e o gosto do seu beijo, mas sei que isso não passará de pensamentos.

Inserida por CarineNovaes

⁠A vingança não me torna diferente de quem me feriu, assim como igual, ela me torna pior.

Inserida por Fernadomatavel

A parte mais divertida da vida é aquela em que todos duvidam de ti, mas no final perguntam como você fez? A opinião dos outros não pode ser o motivo da sua queda. ⁠

Inserida por Fernadomatavel

⁠Como pode alguém odiar um ser humano de outra raça sabendo que Deus vive e respira em todas? Somos americanos, indianos, etc., por pouco tempo; mas somos filhos de Deus para sempre. A alma não pode ficar confinada em limites traçados pelo homem: sua nacionalidade é o espírito e seu país é a Onipresença.

Paramhansa Yogananda
The Art of Gaining Friends Including: Why Love Your Enemies?. Inner Culture, mar., 1936.
Inserida por alexandremrd

Como pode alguém odiar um ser humano de outra raça sabendo que Deus vive e respira em todas? Somos americanos, indianos, etc., por pouco tempo; mas somos filhos de Deus para sempre.

Paramhansa Yogananda
The Art of Gaining Friends Including: Why Love Your Enemies?. Inner Culture, mar., 1936.
Inserida por alexandremrd

⁠O nariz empinado não te coloca como superioridade diante dos outros, ele além de te deixar com dor na nuca afasta pessoas maravilhosas que você se quer tentou conhecer. Vai lá e dá um bom dia com um belo sorriso.

Inserida por thiago_farias

⁠Pobres aqueles que assumem a mediocridade comum como um prestígio.

Inserida por AcacioPeres

⁠O genuíno deve assumir a loucura alheia como uma miragem insolente.

Inserida por AcacioPeres

⁠Progrição
Define-se como um conceito abrangente que aglutina e correlaciona o progresso, a aprendizagem contínua, a inovação, e o processo contínuo de gestão, potenciando a resiliência e o papel dos seres humanos, sempre com a apreciação da História.

Inserida por AcacioPeres

Não é que eu não tenha como me defender,ou não tenha argumentos pra isso,só que,pra que tirar a alegria tão breve de alguém que esta se divertindo?

Inserida por DeboraCPiovesan

A vida é como um quebra cabeça e o tempo é quem encaixa as peças.

Inserida por DeboraCPiovesan

Sinto o gosto da morte na boca palavras como o chumbo na saliva
Cacos na garganta me rasga alma sedimentada minha pele afofa meu sangue corre em um barulho escoando em velocidade mortal
Meus olhos captura a cinzas dos sentidos perturbados pode se hoje
O silencio engana a muitos mas o frio é retalhador noite-solidão aturo o tempo e as asas que não desloca você
Amargo seno entre as veias nervos saltados para a escuridão
Meus dias espinhosos escala no coração ferido
sinto um descanso a me chamar a nirvana aureola branca entre o véu da madrugada atrás de lá o descanso que me tragar
O sino badala e me chama posso ir agora? você vai me perdoará ?

A lua se embriaga com o azul do céu como pequenas partículas de pontos laminados antes do escuro do ar se transformar
Pausa exagero na medicação coração doí...doses cavalares de DR 101
O tempo soluça a canção escuta o estalar da minha alma
O vento e sua carruagem passa com a foice do meu lado
Tempo sombrio estar sempre a espreita e você não ver
poemas vão embora em pequenos e estreitas linhas
chama rubra cor na turquesa do acento branco do barqueiro de velas e mortandades

Sinto o gosto da morte na boca palavras como o chumbo na saliva
Cacos na garganta me rasga alma sedimentada minha pele afofa meu sangue corre em um barulho escoando em velocidade mortal
Meus olhos captura a cinzas dos sentidos perturbados pode se hoje
O silencio engana a muitos mas o frio é retalhador noite-solidão aturo o tempo e as asas que não desloca você
Amargo seno entre as veias nervos saltados para a escuridão
Meus dias espinhosos escala no coração ferido
sinto um descanso a me chamar a nirvana aureola branca entre o véu da madrugada atrás de lá o descanso que me tragar
O sino badala e me chama posso ir agora? você vai me perdoará ?

A lua se embriaga com o azul do céu como pequenas partículas de pontos laminados antes do escuro do ar se transformar
Pausa exagero na medicação coração doí...doses cavalares de DR 101
O tempo soluça a canção escuta o estalar da minha alma
O vento e sua carruagem passa com a foice do meu lado
Tempo sombrio estar sempre a espreita e você não ver
poemas vão embora em pequenos e estreitas linhas
chama rubra cor na turquesa do acento branco do barqueiro de velas e mortandades

por Charlanes Oliveira Santos

As vozes me despertam as sombras como o câncer caminha entre as paredes
Minha felicidade e a paz no amor dela distantes me deixa mais aflito
perco minha referencia minha gravidade sei que ela me conteria a não escrever sobre elas e eles sombras e vultos destorcidos a noite e tão reais de dia.
O tempo cresce dentro do silencio onde os gritos só eu escuto
Devora-me minha própria mente tão astuta que acredito nas minhas próprias ilusões
O veneno do meu mal caminha no silencio de muitos
Meu controle meus gatilhos defensores são desarmados e as portas abertas sem minha permissão
Crio novas regras como se ensinar a crianças desobedientes os seus limites
Meus próprios pesadelos de olhos abertos são criados por mim
A nevoa escura os barulhos me consomem luto em guerra uma batalha contra mim mesmo
O delírios que expressa a vida de um poeta lunático

Por Charlanes Oliveira Santos

O tempo dobra no efeito do amor como um canção de pétalas ou toques de neve no gramado o som em um melodia silenciosa
mesmo ao som de tão pouca intensidade
O vento chocando-se com uma janela os galhos agitados
As decisões platônicas os efeitos que ligam as coisas da rotina só são quebradas pelos agentes do tempo

A paixão nos surpreende o desejo e sua força avassaladoras se aquieta no amor brando protetor apaziguar

Abro as cortinhas e descubro o que o tempo escondeu...
A areia da ampulheta encobre os gritos de guerra o fio da espada desembainhada e embainhada em corpos quetes me desvio disso...
Tento traça novas linhas mais as assas do tempo destrói-as...
O vento sopra forte uma areia fina congela no ar fixa uma barreira impenetrável
Não vou poder ficar muito tempo conserto algo e volto antes que tudo fica impossível de se mover
As cortinas se enrugam a passagem se fecha

As estações sopradas uma a uma arrastadas como folhas secas
Laminas fere minha mente...dor que meus amigos mais íntimos duvidou
Dividia meu prazer doava meu tempo na frenesia descorolada delírios compelidos para esperar o seu momento mesmo assim você se foi hó lua clara agora tão rara
Queria saber por que sua amor e tão caro, por que o meu é seu não precisa trazer nada para ajuntar vamos começa contruí nos dois um só amor?
A noite embalsamada ferida sobre os reflexos das sombras da lua basa
Madrugada golpeá minha mente feridas-solidão
Não existe palavras que possa trazer de volta?por que não podemos apenas fica aqui juntos?sem planos
No leito estranho deixo minhas forças vejo você mas a luz me mostra a ilusão que criei devorando-me