As Palavras Ditas em um Momento de Raiva

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O alívio que sinto não é uma fuga covarde da realidade, é um reencontro necessário e vital com a fonte que me sustenta.

O amor é um ato de fé: a certeza de que a entrega trará uma recompensa que o dinheiro não compra.

A justiça é um ato de serviço, dobrar-se para ver o mundo através dos olhos do aflito e do fraco.

A renúncia é o ato de coragem que transforma o desespero de um pleito em uma lição de humanidade.

Olhe para a vida como um campo de oportunidades para praticar a sabedoria: escolha a vida em vez do direito.

A vida é um presente que exige ser vivido com a responsabilidade de quem sabe o seu valor inestimável.

O rei se levanta não para a guerra, mas para a restauração da ordem através de um ato de profundo afeto.

A sua vida é um testemunho: o amor que você pratica é a única evidência que será considerada no final.

A vida é um presente, e a gratidão por ela deve se manifestar na forma como tratamos o próximo.

O amor não é o fogo, mas a madeira nobre que o suporta, é a lenha que, mesmo queimando, exala um perfume de cedro e jamais vira cinza.

A cura é um ofício demorado, a alma não se regenera, ela é pacientemente remendada, ponto a ponto, com o fio da perseverança.

A fundação do novo eu é um ato inerentemente solitário, pois ninguém, além de nós, detém o mapa dos escombros para reconstruir o alicerce.

O clamor da alma é um decibel que atravessa e anula toda a sinfonia caótica do exterior.

A força visceral só emerge quando a existência, em um ato de desnudamento brutal, nos priva de todo e qualquer pilar externo.

Erga o trabalho como um estandarte: só a labuta sem medo garante o amanhã.

A Eudaimonia não é um destino, mas a cadência incessante de atos nobres.

O homem que se isola por medo do erro renuncia à sua natureza e torna-se um eco em seu próprio deserto.

Minha reconstrução diária é um mosaico sagrado feito com a cuidadosa reutilização dos destroços que o tempo insiste em chamar de passado.

O descanso em Deus é o ato subversivo mais potente que um espírito à beira do colapso pode declarar contra a tirania da ansiedade.

Das quedas, fiz minha escola. Dos pedregais, desenhei um novo caminho e das vezes em que precisei me erguer, aprendi que a vida é um paradoxo tênue, entre a dor que fere e o recomeço que cura.