Arrancar do meu Peito

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Janeiro floresce nos cachos
do Pequiá em flor do jeito
que sedutoramente te levo,
No teu peito coração tenho
lugar certo como o seu amor.


O mútuo fascínio indomável
tem sido crescente e diário,
Não há mais ser engolido,
sou o teu adorável instinto.


A cada dia um novo passo
na minha direção o seu caminho
romântico sendo definido,
Nasci para ser o sentido
sublime e infinito de ter nascido.

"A verdadeira prosperidade não é ter um trilhão na conta e o vazio no peito, é transbordar valor na vida de quem cruza o seu caminho."

"O valor de uma pessoa não está no que ela carrega na bolsa, mas no que ela carrega no peito: a empatia e o amor ao próximo."

Eu tava no cabaré enchendo a cara,
Afogando o peito no fundo do copo,
Ouvindo aquele brega antigo implorar:
“Amor, não vá, eu te amo…”


De repente um amigo senta do lado,
Com papo manso querendo avisar:
“Ela tá arrependida, tá sofrendo,
Falando que quer voltar.”


Amigo, pede outra garrafa,
Hoje a noite é por minha conta.
Mas não me traz esse nome
Que já virou página morta.


Ela foi garimpar outro brilho,
Procurou um ouro melhor que eu.
Quebrou a cara na própria escolha,
E agora diz que se arrependeu não dá.


Mas eu não sou curva de rio
Pra recolher resto da enchente.
Não sou porto pra barco perdido
Que só lembra de mim quando sente falta.


Não sou abrigo de ingratidão,
Nem refúgio de decepção.
Quem joga fora o que tem
Não encontra no mesmo chão.


Aqui não tem recaída,
Nem porta aberta pra ilusão.
Quem saiu buscando o mundo
Que aprenda com a própria decisão.


Hoje eu bebo, mas é por mim,
Não é saudade, é libertação.
Meu coração criou vergonha
E fechou a porta pra invasão.


Adeus quer dizer

Eu tenho uma mania
de guardar sentimentos só pra mim,
de esconder no peito as tempestades como se o silêncio fosse prisão e não abrigo.


Guardo culpas que às vezes não são minhas, carrego pesos que ninguém me deu.
Culpa… e mesmo sabendo que não devo, ainda assim me culpo, como quem precisa pagar para existir.


Saio por aí tentando salvar o mundo,
costurando feridas que não abri,
apagando incêndios em casas alheias enquanto a minha queima por dentro.


E no fim do dia, exausto de ser forte,
percebo que talvez o mundo não precise de um salvador —
talvez eu só precise aprender
a me salvar primeiro.

Eu só quero
o teu amor amar
em teu peito
minha alma
repousar!

O Rosto e o Rastro
O olho avista o traço, a curva, a cor,
E apressado o peito chama de amor.
Mas o que brilha na luz do meio-dia
É apenas o eco de uma fantasia.
Pois o rosto é o porto, a fachada, o cais,
O amor, porém, habita em águas mais profundas e reais.
Não se ama o brilho que a retina consome,
Mas o peso do silêncio e o jeito que ela diz seu nome.
É preciso o cansaço, o riso sem jeito,
Conhecer o defeito que mora no peito.
Só quando a máscara o tempo desfaz,
É que o "gostar" descobre do que o "amar" é capaz.
A beleza atrai, convida e seduz,
Mas só o que é alma sustenta a luz.
Se o rosto é o livro que a gente folheia,
O amor é a história que o sangue semeia.

Felicidade é ter no peito o amor e ser reconhecido por ele!

Emoção


A emoção que grita
no peito,
em forma de canção.


Sem saber o porquê,
mesmo sem entender…
Eu só sei
que preciso de você.

A MÚSICA


Os pensamentos viraram ação, com ou sem razão.


Que do peito se transformou em vermelho que no rosto resplandeceu o desejo.


O olhar, ah sim, a alma falou, não calou, e na melodia foi então que tudo vibrou.


A bateria, a guitarra, a atração não transmitida, porém sentida na batida, na corda da guitarra não foi só uma melodia.


Ali estava algo sussurrando calado, contido, o dito e não dito, mas e se eu não tivesse escondido?


Talvez aquilo não teria sido permitido, ou será que teria ou não teria acontecido?

Não é uma despedida, é só uma hipótese — dessas que a gente pensa baixinho quando o peito lembra que é finito.

Se um dia eu fo, aliás, quando eu for, quero ir sem inventar desculpas. Já pedi perdão demais por ser intenso, por sentir demais, por não caber nos silêncios que esperavam de mim. Cansei de negociar minha essência pra parecer leve.

Não quero ser lembrado por “ter sido bom”, quero ser lembrado por ter sido real. Por ter misturado ternura com acidez, fé com ceticismo, coragem com medo, e mesmo assim, ter seguido. Quero que alguém, em algum momento, perceba que viveu com um pouco mais de coragem depois de cruzar comigo. Isso já me basta. Não deixo herança: deixo faísca. Se ela acender em alguém, sigo vivo.

E se perguntarem o que aprendi, direi: aprendi a me atravessar sem mapa. A perder com dignidade. A me refazer sem plateia. E a amar sem manual — porque o amor, no fim, é o último idioma antes do silêncio.

(Douglas Duarte de Almeida)

Há um ruído antigo em mim — não sei se nasce do peito ou das paredes internas. Um som que pergunta, sem mover a boca, se minha presença é respiro ou incômodo. Não pergunto aos outros; pergunto ao silêncio. E ele sempre responde: depende.

Depende de quê?
Talvez da sombra que ainda carrego — essa que aprendeu a duvidar do que é oferecido com ternura, como se o afeto tivesse validade curta.

E não é por falta de amor; não faltou.
É que, em algum ponto sensível da minha história, aprendi que tudo pode virar silêncio sem aviso. Cresci assim: não desconfiado das pessoas, mas das marés. Meio alerta, meio cético, inteiro faminto do que é seguro.

Há em mim um eco que hesita diante do amor mais evidente — não por falta de provas, mas por excesso de memória. Uma parte minha vigia a porta mesmo quando não há perigo.

E o curioso é que eu sei que sou querido.
Mas há uma porção antiga — leal às dores que sobreviveram — que pergunta: “e se for só gentileza?”

Às vezes imagino que essa dúvida é um animal. Mora em mim. Cheira o amor antes de deixá-lo entrar. Rosna quando alguém chega perto demais — não por recusa, mas por medo de desmanchar.

E a cura?
Talvez seja deixar esse animal cansar.
Permitir que o amor chegue devagar, até o corpo entender que não é ameaça: é colo.
Ou aceitar que essa dúvida é profundidade — alguns de nós amam em camadas, e o afeto precisa atravessar labirintos para chegar ao centro.

E no meu centro existe um lugar que sempre soube que sou amado.
Mas às vezes ele cochila — e o mundo fica estrangeiro.

Basta um olhar verdadeiro para tudo despertar.

E eu lembro, mesmo que por instantes:
não estou sendo tolerado, há morada nos amores que me abraçam.

(“O lugar onde o amor cochila”)

“Nem todo guerreiro sangra por fora. Alguns travam guerras dentro do peito.”

“As coisas pequenas não prometem nada — e é por isso que, quando somem, deixam um buraco no peito que o tempo não tem coragem de preencher.”

"Quando um homem carrega amor no peito, ele aguenta o mundo nas costas — e ninguém vê o peso."

“A vaidade é a bala que o orgulho dispara no próprio peito.”

Tem muita gente roubando,
O tempo,
A confiança,
A paz,
E batendo no peito,
Dizem serem honestas.

MULHER UM SER DIVINO E LIVRE.

A mulher carrega no peito a liberdade de Ser!
Toda mulher quer voar além das asas,
Com sonhos e expectativas, sem peso.
Encontrar o próprio caminho, seguir o coração,
Sem receios, sem medos, sem prisão.

Ser livre é ter a voz que fala,
E ser ouvida, sem medo de calar.
É ter o direito de escolher,
E seguir o que o coração quer encontrar.

Ser livre não é ter tudo,
Mas é ter o que se quer, de verdade.
É ter a liberdade de sonhar,
E a coragem de realizar, sua saudade.

Ser mãe, se quiser,
É ter o direito de escolher.
Viver a vida, sem máscaras,
E ser feliz, com o que se é, de verdade.

Toda mulher quer ter Liberdade no Amor!
A mulher deseja ser livre no seu relacionamento,
E seguir em frente juntos, com equilíbrio e união.
Respeito e confiança, são as chaves,
Para uma vida em comum, com liberdade.

Dois seres distintos, dois caminhos, um destino,
Cada um com sua essência, seu próprio brilho.
Apoiar e respeitar, é o segredo,
Para um amor que cresce, sem limites, respeito mútuo.

Comunicação aberta, é a base,
Para uma relação saudável, sem máscaras.
Independência e união, lado a lado,
Um amor que é forte, é um amor libertado.

Ela quer ser livre no Amar!
Liberdade no amor, é encontrar o equilíbrio,
Entre a união e a individualidade.
Respeito e confiança, são as chaves,
Para uma vida em comum, com liberdade.

Dois seres, dois caminhos, um destino,
Cada um com sua essência, seu próprio brilho.
Apoiar e respeitar, é o segredo,
Para um amor que cresce, sem limites.

Comunicação aberta, é a base,
Para uma relação saudável, sem máscaras.
Independência e união, lado a lado,
Um amor que é forte, é um amor libertado.

REFLEXÕES DO DIA:
"À toda mulher — que carrega o mundo no peito e o céu nos olhos, que faz da liberdade a sua maior beleza."

" Ser livre não é viver na solidão, mas ter suas asas libertas.
A liberdade saudável nunca descarta o respeito e o amor mútuo."

E bate no peito
E deixa sem jeito
E te faz lembrar uma bela canção

Inserida por Onze20

Se o que as coisas que você faz é considerada atitudes de um monstro, então bata no peito com honra e respeito, e fale: eu não sou um monstro, sou o próprio demônio.

Inserida por kamissama1