Arrancar do meu Peito

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Peso e Pluma


O peso no peito é o lembrete mais honesto de que a alma ainda está viva. Ele aparece quando o corpo tenta segurar o que já devia ter ido, uma dor antiga, uma palavra engolida, um medo que a gente chama de prudência.
Mas tudo que pesa quer se mover. Quando você olha o bastante pra esse peso, ele começa a mudar de forma. A consciência é o calor que dissolve o chumbo. A pluma não é leve porque o mundo ficou mais gentil; ela é leve porque você parou de lutar contra o que sente.


Às vezes, o alívio não vem de soltar. Vem de aceitar que o peso também é parte do voo.

Hoje andei por aí,
sem direção,
passos soltos, peito em contramão.
O dia passou sem me notar,
e eu fingindo que sabia onde chegar.
Vi risos fáceis, certezas demais,
gente inteira, histórias normais.
Eu, meio torta, quase ao avesso,
carregando o mundo em pouco endereço.
Andei pra cansar o que não dormia,
pra calar lembrança que insistia.
Não achei resposta, nem final feliz,
mas voltei inteira do jeito que fiz.

O olhar


Carrego no peito
o olhar da mulher
que nunca quis me conhecer.
Não foi amor.
Foi ausência.
E mesmo assim, ficou.
Tatuei não o rosto,
mas o olhar.
Porque era ele que me atravessava
sem nunca me tocar.
Ela não ficou.
Não chamou.
Não voltou o gesto.
O que ficou fui eu,
com a pergunta aberta
batendo no osso.
Esse olhar no meu peito
não é dela mais.
É a prova
de que sobrevivi
ao não-ser-vista.
Hoje entendo:
não marquei submissão,
marquei memória.
E memória não manda.
Só lembra
de onde eu vim
e por que não volto.

Caminho com o medo grudado no peito,
mas sigo.
Ele ameaça,
eu piso.
O medo me puxa pela manga,
o futuro me chama pelo nome.
Eu vou.
Tremem as pernas,
não a decisão.
Não é força.
É insistência.
Se paro, afundo.
Se ando, sangro menos.
Aprendi a andar
sem prometer vitória,
só continuidade

"O eco da negação"


Negou o que o peito guardava,
Fugiu do que a alma sabia,
Mas a verdade não se calava,
E ela mesma se perdia.
Tentou apagar o que brilhou,
Fez do silêncio sua prisão,
Mas o que é negado, ecoou,
Roubando o chão da própria mão.
Quem nega o que viveu e sentiu,
Descobre tarde que se enganou,
O mundo que tentou fugir,
É o mesmo que sempre a alcançou.

Coração Acelerado
Basta um olhar teu passar e o peito começa a gritar sem toque sem aviso você já é meu paraíso

Prece

...Que a noite e a madrugada me acalme o peito.
Que eu adormeça tão logo a saudade castigar.
Se ao amanhecer o sol não se abrir
Que você esteja em meus braços
E que os meus abraços te abrigue
E que o calor que emito te aqueça
E que o calor que você emite
Me baste.

Quando te olhava, era com admiração.
Ignorava o chão, só via paixão.
Com amor no peito, sem hesitação.
Mas não via a dor, nem a podridão.

⁠A angústia se instala no peito,
Um peso que sufoca, que aperta,
Uma névoa densa que cobre o horizonte
E a alma se perde na solidão.

A depressão, vil companheira,
Sombria e implacável em sua dança,
Cinzas que se acumulam no coração
E diluem as cores da realidade.

Mas em meio à escuridão que domina,
Há uma chama tímida, uma centelha,
A esperança que persiste, que insiste,
Guiando para a luz no fim do túnel.

Anoite bate saudade no peito, fico sem reação me deito, me pego pensando nos meus desejos , em seu colo me relembro , saudade da gente .

⁠Ser à prova de balas não é vestir ferro, é carregar no peito um coração que sangra e ainda pulsa. É chorar em silêncio e, mesmo assim, amanhecer. É ser ferido pelo mundo, mas não se deixar despedaçar.
A solidão pode ser um deserto, mas até no deserto há estrelas que brilham. E cada lágrima que cai é um rio secreto, que escava dentro de nós a coragem de continuar.
À prova de balas é ser humano em sua forma mais pura: errar, perder, sentir, e ainda assim resistir. Não para salvar o mundo inteiro, mas para salvar o próprio fogo que insiste em arder.
Porque vencer o mundo não é derrotá-lo, é aprender a dançar com suas tempestades, e transformar cada cicatriz em poesia.


Tatianne Ernesto S. Passaes

Um homem que grita como se fosse dono do mundo,
mas é só eco vazio em peito profundo.
Grande no corpo, pequeno na alma,
carrega a força, mas não carrega calma.
Veste palavras de Deus como armadura,
mas nunca deixou que elas curassem sua própria fissura.
Usa o sagrado como palco e disfarce,
mas no silêncio é o ódio que ele abraça e reparte.
A verdade dele não é verdade...
é crença inflada pela própria vaidade.
Ele acredita, então impõe.
Ele impõe, então destrói.
Bruto no gesto,
agressivo no tom,
ignorante no modo de existir ...

acha que mandar é construir.
Quem não o conhece pode até acreditar,
mas quem já viu de perto sabe:
por trás da soberba existe medo,
e por trás do medo, um homem pequeno demais para amar.
E no fim, o que se diz não é ameaça, é fato:
sozinho ele volta...
porque ninguém suporta por muito tempo
o peso de um coração fechado e exato.
Ele traz o amargo no nome,
como se já tivesse nascido marcado,
como se o destino tivesse sussurrado:
“serás peso, não abrigo”.
Há homens que aprendem a amar.
Ele aprendeu a dominar.
Confunde respeito com medo,
confunde fé com discurso,
confunde força com excesso.
Ele não conversa... Ele impõe.
Não escuta... Interrompe.
Não sente... Reage.
O amargo não está só no nome,
está na forma de olhar,
no jeito de tocar que não acolhe,
no silêncio que antecede o ataque.
Há algo nele que sempre ameaça voltar...
Não por amor,
não por saudade,
mas por necessidade de controle.
E o mais duro de admitir?
Ele acredita na própria versão.
Se convenceu de que é justo,
de que é certo,
de que o mundo é que o provoca.
Mas quem carrega ódio como combustível
não constrói... Consome.
E no fim…
o amargo que ele espalha
é o mesmo que o corrói por dentro.
Porque ninguém vive em guerra constante
sem se tornar o próprio campo de batalha.

Bom dia! Que hoje você acorde com coragem no peito, brilho nos olhos e fé no coração. Cada novo amanhecer é uma chance de recomeçar, aprender e vencer. Confie no seu potencial, dê o seu melhor e transforme pequenos passos em grandes conquistas!

O Recomeço de Roseli
O calendário vira, o ano se apresenta,
E no peito, o compasso da ansiedade aumenta.
Não há mais tempo para o adiar,
Pois o que foi construído não pode recuar.
Onde a idade supôs o descanso e a conquista,
A vida exige força, uma nova entrevista.
O sonho da paz, da velhice em bonança,
Esbarrou no silêncio de uma tela que cansa.
Na frieza do brilho que se apagou num segundo,
Vi findar o serviço que dei para o mundo.
Sem queixas, com zelo, cumpri o dever,
Mas não tive o adeus que esperava ter.
Houve quem se esquivasse, num gesto arredio,
Como se o meu rosto trouxesse o vazio.
Mas houve o abraço, o acalento, a palavra,
A mão que sustenta a alma que lavra.
Um grito desperta: "Acorda, é o fim!"
O ontem partiu, não volta para mim.
Do zero levanto, no rastro do agora,
Validando a essência que o tempo não chora.
Provar-me de novo, com brio e valor,
Pois a vida segue, apesar da dor.
(Assinado: Roseli Ribeiro)
Dedico aos meus amigos (as)

Silêncio em Versos
Escrevo em poesia o que a voz não alcança,
O que o peito guarda e a fala cansa.
Nesta data que marca o ciclo de quinze anos,
Recordo o peso de antigos desenganos.
Dez foram os anos em quartos trancados,
Em roupas e gestos por outro moldados.
Dizem: “Isso passa!”, mas quem sente, bem sabe,
A dor não se esvai, no tempo não cabe.
Questionam o silêncio, o porquê do adiar,
Sem ver as ameaças e o medo no olhar.
Pela minha família, por segurança e zelo,
Abri mão de mim, vivi sob o pesadelo.
Havia palavras e gestos cordiais,
Mas a ira no brilho de olhos fatais.
Sinais de alerta surgiram tardios,
Quando me vi presa em laços sombrios.
Sem tempo de fuga, sem força ao gritar,
Pensei que o tempo pudesse curar.
Mas a vida chamou, a rotina mudou,
E a coragem de ser, enfim, despertou.
Saí para a rua, venci a agonia,
Pois dentro de mim a vida vencia.
Curei-me sozinha, na fé e oração,
Deus afastou o mal da minha visão.
Juntei meus cacos, as cicatrizes do chão,
Um ano em silêncio e em meditação.
Ouvia julgarem meu jeito ausente,
Mas era minha alma curando-se, urgente.
Não era loucura, não era o fim,
Era a paz que eu buscava dentro de mim.
Ass Roseli Ribeiro

Fui chama em teu peito, paixão passageira,
Teu zelo era um manto bordado em romance.
Éramos beijos, almas em sintonia,
Um desejo que se jurava verdadeiro...
Mas era apenas o labirinto da minha ingenuidade.
Caminhei anos por uma estrada sem destino,
Buscando abrigo no teu cuidado,
Refletindo meu sorriso no teu riso raso.
Até que o desdém pelo meu saber virou arma,
E a distância, antes dor, tornou-se tua regra.
Teu "respeito" eram mentiras bem vestidas,
Capa de proteção para esconder o abismo.
Desde o tempo em que eu era apenas menina,
E o teu desejo, um incêndio que me consumia...
Hoje o fogo é cinza, o caminho é outro.
O ciclo se encerra.
A história descansa em paz...
Ass Roseli Ribeiro

Ansiedade não é drama.
É carregar o mundo no peito,
pensar em tudo ao mesmo tempo
e não conseguir silenciar, nem por um segundo.

coração bate no peito, mente desperta
Favela observa em silêncio
Escuta o recado - música Tudo Tem Seu Tempo do dj gato amarelo

Acordei batendo no peito, luz da favela acesa, mente limpa, coração firme, firmeza - música Você é mais forte do dj gato amarelo

"" Vou deixar você ir
apesar de senti-la tão perto
apesar desse aperto
no peito
talvez seja o melhor
já que não vem de você a aproximação
e é você quem determina a distância
já que não posso saber quem você é.
mas imagino
talvez seja mesmo melhor que vá
e leve toda a esperança que um dia meu coração criou
só assim deixarei de pensar
no amor que sempre sonhei
por fim
saiba que esperei um gesto seu
e o que veio foi apenas em forma de adeus..