Arrancar do meu Peito
O que meu nome é pra mim?
Meu nome é mais do que um simples conjunto de letras. Ele carrega minha identidade, minha história e tudo o que sou. Sempre que o escuto, sinto que há força nele, como se representasse não apenas quem eu sou hoje, mas também tudo o que já construí e tudo o que ainda vou me tornar.
Eu amo o meu nome porque ele é único para mim. Ele não é apenas um rótulo que me diferencia dos outros, mas uma marca que carrego com orgulho. Cada vez que alguém o pronuncia, é como se reconhecesse minha existência, minha trajetória e meus valores. Meu nome me acompanha em todas as fases da vida—nos momentos de luta, de crescimento e de conquistas.
Mais do que um som ou uma palavra, meu nome é minha essência. Ele é o primeiro passo para que as pessoas me conheçam, mas é também o que fica quando me lembro de quem realmente sou. E por isso, eu o guardo com respeito e carinho, pois ele não apenas me nomeia—ele me define.
Tento fazer muito para o meu próximo e as pequenas porções que suprem as minhas necessidades são os lenitivos que minha alma recebe em forma de reconhecimento por estar vendo, respirando, caminhando e com mais um dia de vida!
Não vivo de passado e, muito menos, de futuro. Tenho o meu agora para ir e vir... quem sabe, ele possa ser lembrado como um bom passado e, melhor, como uma visão moderna de futuro quando lá chegar.
Abordei com muito jeito o meu coração para falar sobre o amor.
Não foi possível manter o diálogo.
Ele estava cheio das falas vazias que lhe foram oferecidas como dedicação e,
por isso, não crê, agora, em nada além do que vê.
Não vou dizer sobre o que sinto.
Faço a ilógica tentativa de usar o silêncio para silenciar o meu grito.
Não consigo calar os meus gestos.
Vou contando os pingos.
Pontos sem tanto nexo, mas resumindo o meu desconexo enredo.
Ácido ferindo a face.
Momento de opacidade absoluta.
Nó que emudece o suspiro.
Não posso anunciar o que não é relatável... mas, relampejando os meus sussurros, exponho a migalha de hora que atormenta outros pingos que descem ferindo a face.
Let me count the drops.
Points without much connection, but to summarize my rambling plot.
Face injuring acid.
Moment of absolute opacity.
Node that mutes the sigh.
I can not announce what is not reportable ... but flashing my whispers, expose the bit of time that plagues other drops that fall injuring the face.
Espreito um sinal que anuncia um sorriso.
Olho pela porta e você não surge anunciando o meu abraço.
Abraço-me com a sua saudade, mas te confesso que queria o seu corpo suspirando em desejos.
Olho.
Fito um outro espaço.
Tudo revela e retrata os seus olhos sorrindo para mim.
Vou requerer meu coração novamente.
Não o sangre mais.
As punhaladas assumiram a forma da mudez dos seus gestos e
os olhos combalidos desabafam com a lágrima que grita.
Vou rabiscando um sinal.
A luz está mirando o meu idílio.
Componho-me em letras simples nesta revelação confidente.
Amo como posso sem ter a pretensão de amar mais do que consigo me entregar.
Sou inteiro.
As minhas partes foram reunidas e dedicadas à você.
Tenho as minhas penas que tanto sobrepesam o meu voar.
Abro as asas e, muitas vezes, não consigo movimentar.
Existe o peso dos sonhos enterrados,
tem o apego àquilo que não pôde ser realizado,
persiste o medo dos espaços desconhecidos,
o ninho desfeito e o vendaval que não cessa!...
e um amor escorrido entre os dedos fluindo da minha alma.
Na me assusta a solidão da minha noite e, tampouco, o vazio do meu copo....talvez possam doer a solidão de mim e a completude da saudade cheia da sua ausência.
O meu amor não é cego, não é mudo e, tampouco, surdo... então, apareça, ouça e fale qualquer coisa... pois o silêncio pode ser a sua imagem, a sua voz e irá escutar o meu sussurro.
Abraço sem elo.
Elos sem forma.
Forma abraçada para desunir o escopo do meu gosto.
Paciência é longanimidade, mas se cansa no desamor.
A gora você acordou o meu
M undo de um profundo sono.
O lho e sinto a sua
R ara essência perfumando o meu sonho.
