Arrancar do meu Peito
Mude o mundo começando por você.Crie coisas novas nas coisas velhas,viva a nova criação e transmita para o mundo suas emoções
Alguns amores são maldições disfarçadas de bênçãos... tão intensos que machucam, mas tão belos que valem cada dor. É sobre o desejo de compreender o passado, mesmo sabendo que isso pode reabrir feridas; sobre a covardia e a coragem de amar, sobre o trágico e o poético de sentir demais.
Ela está viva… mas, para mim, é como se tivesse morrido. Caminha pelo mundo, respira o mesmo ar, talvez sorria para outros rostos... e ainda assim, dentro de mim, vive apenas o eco do que fomos. Eu a perdi não para a morte, mas para a distância, para o tempo, para o destino que decidiu que o meu amor seria eterno e silencioso. Vivo em luto por alguém que ainda existe.
A saudade me habita como uma doença que não mata, mas também não permite curar. Penso nela todos os dias, como quem toca uma ferida só para ter certeza de que ainda sente. É uma presença que não me abandona, entranhada (literalmente) na pele, nas lembranças, nos espaços entre um pensamento e outro. Ela é ausência e companhia ao mesmo tempo... o fantasma mais vivo que já existiu.
Não há rituais para esse tipo de morte. Ninguém me consola, porque ninguém entende que ela ainda está viva. Mas dentro de mim, algo se fechou... um túmulo de memórias onde repousa o amor que nunca deixou de respirar. A cada batida do meu coração, ouço o murmúrio de tudo o que poderia ter sido, e não foi.
O tempo tenta me convencer a seguir, mas o amor não obedece ao tempo. Ele é teimoso, indisciplinado, cruel. Cresce nas ruínas, floresce no impossível. E eu sigo, condenado a amar uma lembrança viva, a beijar um nome no silêncio, a conversar com uma ausência que me responde dentro da alma.
Há quem morra e deixe saudade; ela, não. Ela ficou viva, e isso é o que mais dói. Porque o mundo pode tê-la, mas eu a carrego no coração como se fosse minha morta particular... uma morta que respira em outro lugar, que sonha outro sonho, mas que nunca deixou de me habitar.
E assim vivo: metade homem, metade lembrança. Um viúvo de alguém que ainda está vivo. Um sobrevivente de um amor que o tempo tentou sepultar, mas que, teimosamente, insiste em renascer em cada amanhecer.
O racismo no Brasil se caracteriza pela covardia. Ele não se assume e, por isso, não tem culpa nem autocrítica. Costumam descrevê-lo como sutil, mas isto é um equívoco. Ele não é nada sutil, pelo contrário, para quem não quer se iludir ele fica escancarado ao olhar mais casual e superficial.
O homem sai nu do ventre de sua mãe, e como vem, assim vai. De todo o trabalho em que se esforçou nada levará consigo.
Eclesiastes 5,15
Um rato é um animal que quando aparece causa pânico, asco. Não trás nenhum benefício ao lar onde frequenta. Pelo contrário rouba seu alimento agindo na surdina, no apagar das luzes. Sem falar que pode transmitir doenças e por fim causar sua morte. Não é como um cachorro ou um gato que atraí a simpatia dos moradores e o desejo de cuidar e de se ter por perto. Não encontramos no petshop itens especializados para criação de rato. É uma coisa natural, o rato aparece e você o mata e junto com ele se vão todos os problemas. Quer resolver a situação com um rato? Não deixe um rato viver em sua casa. Não se constrói uma cela para o rato viver esperando que um dia ele tenha um bom comportamento. No dia que ele sair ou fugir vai fazer o que mais gosta. Será um rato.
Já realizou seus sonhos? Nossas vidas são feitas de sonhos e como não paramos de sonhar então sempre temos algo a buscar e conquistar. Mas, que conquistas são essas? Os bens são conquistas materiais menos importantes que as conquistas espirituais. Logo esta é referente ao que você leva enquanto aquela é sobre o que você deixa. Aquilo que fazemos de bom nos volta. Aos relacionamentos não me dou o direito de exigir que aconteçam como eu quero. Ninguém vai ficar se não o quiser. Mas se eu escolher ficar é porque valeu a pena deixar o primeiro dia acontecer.
“A única lei que conheço e respeito é a lei simples da natureza. Se colhe apenas o que se planta, todavia se formos considerar a lei humana da retórica, alguns plantam outros colhem na seara alheia.”
Não entro em luta armada com estúpido, minha luta é no campo das idéias, mas neste século não há luta de idéias, os homens já foram todos derrotados pela vaidade do falso conhecimento.
O que é um "ideal moderno? Na cultura brasileira, temos necessidade urgente de nos reinventar, precisamos de uma "Semana de Arte", com mais disposição para o novo, um evento que supere o de 1922, resta nos perguntar? Temos, por ventura, um Manoel Bandeira, ou um Osvaldo de Andrade, Mário de Andrade, um Villa-Lobos, e outros tantos que se aventuraram contra o velho parnasiano?
"Pessoas comuns se casam e envelhecem juntas, não raro se tornam inimigas. Pessoas especiais e evoluídas emocionalmente se tornam irmãos. Contudo, as pessoas inteligentes se separam antes que aconteçam as duas coisas."
Nenhum homem é uma ilha," pobre John Donne.
"Todo homem é um oceano de imensidão e profundidade insondáveis. O homem só se revela quando ama e para quem ama.
Só conhecemos nós mesmo o próximo, quando estamos ligados pela força imensurável dos afetos verdadeiros, sejam estes de amor e de sublime amizade."
"Sou cético com relação a muitas coisas, este ceticismo me ajuda a ter clareza quanto ao que de fato acredito..."
SOMOS TODOS ZÉS-NINGUÉM
Por que deixamos de beber uma taça de vinho a mais, em público, pensando nas consequências? Por que nos importamos com o que outros dizem ou pensam sobre nós?
Somos todos Zés-ninguém, e quanto ao destino: iguais, com o mesmo fim caótico, irrefutável...
Meu pai, que era um nobre, porém indouto, dizia:
"Não devemos guardar para amanhá o prato feito para o dia de hoje ".
Que a vida é efêmera e sem garantias de final feliz, todos sabem, mas o que mais agrada aos seres humanos, isto de forma generalizada, é ser juiz da vida dos outros, embora pratiquem publicamente ou secretamente aquilo que condena nos outros.
MINHA MUSA
Ela era linda,
encantadora
em todos os sentido.
A ponto de me deixar mundo,
calado diante do abismo
que era sua alma
inteligente,meiga, doce
apaixonante, inesquecível
inebriante.
Era minha musa ,
vinho e fantasia
mulher proibida,
dela fiz um poema de morte,
e uma prosa de vida...
"O Poeta é um fingidor", Fernando Pessoa sabia bem o que quer dizer isso, pois levou a vida a inventar outras mil pessoas, com o fim de esconder quem de fato era: Um gênio incompreendido, um débil fingidor da sua real essência mortal e decadente... é dessa matéria que se forjam os poetas geniais.
VIDA DE CRIANÇA
Vida de criança
É pular brincar sorrir
Ir pra escola todo dia
Pro futuro garantir
Criança inteligente
Sabe as coisas dividir
Pois tem hora de estudar
E hora de se divertir
O papai e mamãe
Só precisam ajudar
A fazer dever de casa
Pra depois se esbaldar
Na piscina ou pula-pula,
Bicicleta ou futebol.
Depois do dever de casa
Você escolhe o melhor.
Pra Benício e Giovanna.
