Arrancar do meu Peito

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Conexões da alma

Existem vínculos de sangue e existem conexões da alma.

Não escolhemos nossos parentes de sangue, pelo menos não nos recordamos de tê-los escolhido, embora eu particularmente acredite que sempre optamos pelo fechamento do ciclo na hora da prestação de contas, seja ele bom ou ruim.

Para mim a família espiritual é resultado de nossas ações, modo de vida e escolhas, e é ela que nos acompanha pela eternidade. É ela, que nos fortalece para cumprirmos as missões que deixamos para traz, funciona como uma catapulta nos jogando pra cima cada vez que vacilamos ou titubeamos no cumprimento de nosso ajuste de contas.

Nossos carmas, decorrentes da lei de causa e efeito e das condições de equilíbrio e harmonia do espírito só resultarão em experiências construtivas e do bem, se tivermos o amparo de pessoas que nos acompanham com o objetivo de nos fortalecer, pessoas em quem confiamos e que escolhem partilhar conosco uma parte de nossa remissão.

Ajudam-nos, já sabendo a dificuldade que teremos em reviver emoções tão intensas, aflitivas e dolorosas, a família espiritual se propõe no intervalo da caminhada dela, a nos auxiliar na nossa.

O que elas não sabem é que quando se propõe a isso, ganham também um descanso na sua missão, no seu compromisso porque em todo relacionamento as energias são trocadas sejam elas boas ou ruins, e ao compartilhar afeto, são diretamente beneficiadas pelo retorno.

Às vezes temos muita certeza que estamos ajudando alguém, mas o mais comum é que estejamos sendo ajudados sem que percebamos, aquela pessoa nos torna mais humilde, nos faz mais solidário, mais humano, ponderado, reaviva nossos valores morais, nossa integridade, compaixão pelo próximo e às vezes até nos direciona ao desapego pela matéria.

Acabamos aprendendo em vez de ensinar, e só nos damos conta disso muito tempo depois.
E todos têm algo para ensinar, não existe relação sem troca, todos têm luz e trevas, todos têm dois lobos... E, nem sempre conseguimos alimentar somente o lobo certo...

É preciso primeiro aprender, aquilo que estamos ensinando. Deve ser para isso que dispomos dos parentes biológicos e dos espirituais.

No mundo onde o errado é o certo quem anda certo passa ser visto como errado

Não há muralhas que ficarão de pé
Diante de mim
Estou firmado em Cristo pra sempre
Tenho a luz em mim
Pela fé...

Não o faça esperar, criança! Ora, o tempo dele vale mil libras o minuto!

Vou lhe dizer se vier um pouco adiante comigo. Aqui não consigo me lembrar!

Viver às avessas! Nunca ouvi falar tal coisa!

Por exemplo agora, há o Mensageiro do Rei. Está na prisão agora, sendo punido, e o julgamento não vai nem começar até quarta-feira que vem, e é claro, o crime vem por último.

Tenho tanta certeza quanto se ele tivesse o nome escrito na cara.

‘Por que fica sentado aqui sozinho?’ Disse Alice.
‘Ora, porque não há ninguém aqui comigo!’ Exclamou Humpty Dumpty. ‘Pensou que não teria resposta para isso? Pergunte outra.’

Bem, os ‘touvos’ são um tanto parecidos com os texugos... têm um pouco de lagartos... e lembram muito um saca-rolha.

‘Vertigiro’ é o giro vertiginosamente rápido de uma verruma. ‘Persondar’ é perfurar perscrutando.

Bem, ‘porverdidos’ são porcos verdes que perderam o caminho de casa.

O vício de escrever é uma droga que causou dependência aos meus cinco sentidos e ainda teve a audácia de criar o sexto.

O que é sinceridade para os insetos é veneno para os homens

Outras Frequências

Seria mais fácil fazer como todo mundo faz.
O caminho mais curto, produto que rende mais.
Seria mais fácil fazer como todo mundo faz.
Um tiro certeiro, modelo que vende mais.

Mas nós dançamos no silêncio,
choramos no carnaval.
Não vemos graça nas gracinhas da TV,
morremos de rir no horário eleitoral.

Seria mais fácil fazer como todo mundo faz,
sem sair do sofá, deixar a Ferrari pra trás.
Seria mais fácil, como todo mundo faz.
O milésimo gol sentado na mesa de um bar.

Mas nós vibramos em outra frequência,
sabemos que não é bem assim.
Se fosse fácil achar o caminho das pedras,
tantas pedras no caminho não seria ruim

Sou um ser de personalidade metamórfica, gosto de ser fiel num relacionamento sério, fixo, mas completamente fiel às minhas vontades quando solteiro. Posso até pagar a conta do restaurante e o motel, mas pra dizer "eu te amo" eu cobro... e cobro caro!

Às vezes tento compreender aquilo que não sei
explicar, de que materia estúpida e torpe são feitas
as mentiras tão necessárias imprudentes, todos nós
precisamos mentir por amor, amizade, respeito e
consideração mas especialmente pelo prazer e pelo
medo, prazer de enganar e medo de dizer a verdade,
quem diz a verdade se expõe e fica a mercê do
julgamento e da tirania dos hipócritas que dizem: não
fale, não ouça, não veja, não sinta, apenas finja,
finja que acredita que os sentimentos são lâminas
cegas esterelizadas que cortam sua pele
superficialmente sem jamais atingir sua alma, mais e
aí ?
Todos os dias sorrimos afirmando que somos felizes, e
a vida regrada pelas paixões mal resolvidas, pelos
desejos confinados e principalmente pelo prazer
momentâneo, efêmero e insano de pequenos fragmentos do
que chamamos de felicidade, analise e reflita, jamais
houve na humanidade em que predominou tanta vaidade.

Mas nós vibramos em outra frequência,
sabemos que não é bem assim.

Eu morro e renasço todos os dias. Eu acredito que estou bem e então eu fico.

• O Paradoxo Elementar


Não está no óbvio a verdade. O aparente sempre se mostra concreto, mas padece de constância, padece de bases que fundamentem sua própria aparência. Logo, aquele que se apega ao aparente, ao sólido, ao permanente, ao palpável, ao literal, ao racional, ao complexo, ao marcado, ao soberbo, ao justificado, ao confiável; este caminha cego rumo ao precipício de sua própria ilusão.
A solidez fascina o ego, e aquele que alimenta o fascínio do pequeno eu, se preenche do ilusionismo do mundo, da sociedade e do moral coletivo. As respostas para as perguntas mais profundas não existem nas formas que se lhe atribuem. As respostas não são respostas, são sensações que se fundem ao caráter do Ser.
Logo, não há respostas, há experiências, uma vez que não havendo separação entre a pergunta e a resposta, não pode haver de fato nenhuma das duas. A resposta está na pergunta e a pergunta é a resposta.
Quem disso se dá conta, começa a entender a natureza do universo, mesmo que ainda por detrás da barreira físico-mental. Vê ele então que o Um inevitavelmente comporta os vários; e que os vários é que transformam o Um. O corpo é um, mas as células são várias. A humanidade é uma, mas os homens são vários. A galáxia é uma, mas as estrelas e os planetas são vários.
O paradoxo elementar é a natureza da Criação. Nada que é grande realmente o é. Nada que é pequeno realmente o é. Nada que é quente realmente o é. O finito se encontra no infinito; e o infinito transpassa o finito.
Deste modo, quem busca sua emancipação compreende que o ego é um produto do Eu Profundo, sendo um canal do que transcende através do limitado. Não há então de se negá-lo devido a suas tolices e confusões, todavia viver sob seu poder é diminuir-se.
Aquele que vive pelo ego, não viverá para sempre, não transcenderá a morte, não sublimará a matéria. Far-se-á refém das ilusões de um mundo adoentado.
Quem se engrandece por meio do ego na verdade está se encolhendo rumo ao seu próprio desaparecimento no limitado. O caminho para a liberdade é estar no próprio centro, silencioso, amoroso, desprendido e liberto da necessidade de segurança.
Logo, quem permanece discreto em sua verdade está, de fato, se engrandecendo rumo ao ilimitado. Este sublimará ao infinito, e o egoico se destruirá no finito.