Aquietai-vos e Sabei que eu sou Deus
Era exatamente isso que eu queria para mim. Queria que as pessoas confiassem em mim, apesar de qualquer coisa que tivessem ouvido. E, mais do que isso, queria que me conhecessem. Não aquilo que pensavam saber a meu respeito. Mas eu de verdade.
Eu fiz tudo isso sozinho
Na real, nunca pedi ajuda a ninguém
É por isso que eu não atendo
Meu celular quando ele toca
Eu acredito nos encontros!
As borboletas sempre voltam...
Eu acredito em conspiração!
Os ventos sempre sopram...
Eu acredito em Deus!
O céu sempre me sorriu...
Eu acredito em meu pai!
A casa sempre tão infantil...
Eu acredito na pureza!
O olhar sempre limpo!
Eu acredito na verdade!
A palavra sempre reta!
Eu acredito na força interior!
A dor é sempre suportada!
Eu acredito em renascimento!
A alma é sempre renovada!
Eu acredito nas pessoas...
O sorriso sempre insistirá!
Eu acredito no amor...
O sublime sempre reinará!
Eu acredito em mim!
Minha luz sempre brilhará!
Às vezes me pergunto se existe algo de errado comigo. Talvez eu gaste tempo demais na companhia de meus heróis românticos literários, e conseqüentemente meus ideais e expectativas são extremamente altos.
Gosto de ficar sozinho. Ou me convenço de que eu fico melhor assim. Estamos melhores sozinhos. Sofremos sozinhos, morremos sozinhos. Não importa se é o marido ideal ou o pai do ano. O futuro será o mesmo para todos.
Em alguns momentos, eu a decepcionarei, em outros você me frustrará, mas, se tivermos coragem para reconhecer nossos erros, habilidade para sonharmos juntos e capacidade para chorarmos e recomeçarmos tudo de novo tantas vezes quantas forem necessárias, então nosso amor será imortal.
Agora eu entendo. Desligar tudo que sente é trapaça. Ao fazer um muro e bloquear tudo que te faz ser o que é, você acha que nada mais te afeta, nada importa. Mas na verdade, importam sim. Certas coisas não podem ser desfeitas.
A lição que eu aprendi é que as pessoas não hesitam em te usar, principalmente quando há sentimentos e um coração envolvidos no meio.
O diálogo de um monólogo
Eu:
Um profundo suspiro...
_Tentar entender é mais difícil do que pensei.
Lamúrias das alma,o olhar onde cada lágrima é uma palavra.
Reflexo no Espelho:
_Não vejo razão,não vejo razão.
Eu:
_Isso seria mais fácil se fosse com uma qualquer.
Reflexo no Espelho:
_Seria mesmo?
Eu:
_Poxa... já disse,mas parece não surtir efeito nenhum.
Reflexo no Espelho:
_Deixe de ser criança,você precisa entender que cada um tem um ritmo.
Se há ferida,precisa existir cura,se há indiferença,precisa haver compreensão e consideração,se não tem Amor,não tem nada.
Não adianta entregar seu coração para alguém que não sabe nem o que fazer com o seu próprio coração.
Eu:
_É eu sei...mas só queria compartilhar um pouco do sentimento que Deus me deu.
Reflexo no Espelho:
_Não se preocupe,há tempo pra todas as coisas,e quando esse tempo chegar
Deus lhe abrirá os olhos,então as coisas acontecerão naturalmente.
Eu:
_Você tem razão,é hora de trocar essas lágrimas por um belo sorriso.
Reflexo no Espelho:
_É isso aí cara...gostei de ver.Deus não está indiferente a sua causa. Na verdade
Ele é o maior interessado nisso,então fique com a palavra que lhe foi liberada.
Eu:
_Valeu hein...precisava mesmo dessa conversa.
Reflexo no Espelho:
_Não precisa agradecer...sempre que quiser estarei aqui.
Porque eu estou ainda muito inseguro de mim mesmo, e não acreditando absolutamente que alguém possa me curtir bem assim como eu sou. Eu não tenho quase experiência dessas transações, me enrolo todo, faço tudo errado — acabo me sentindo confuso. Tudo isso é tão íntimo, e eu já estou tão desacostumado de me contar inteiramente a alguém, tão desacreditando na capacidade de compreensão do outro, sei lá, não é nada disso, sabe? Conviver é difícil — as pessoas são difíceis — viver é difícil.
Mesmo assim eu não esquecia dele. Em parte porque seria impossível esquecê-lo, em parte também, principalmente, porque não desejava isso. É verdade, eu o amava.
