Aquietai-vos e Sabei que eu sou Deus

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⁠Todo mundo é crescido
e sabe que se beber não dirija,
Eu sou poetisa e não bebo,
porque se eu beber não escrevo.

A minha poesia é Catuaba,
Cachaça e Cajuína,
sempre quando se trata
de tirar os pés do chão.

A minha poesia é Tucupi,
Caju Amigo e Caipirosca
que o desejo enrosca
do jeito que você gosta.

A minha poesia é mais
forte do que Quentão
quando se trata
de aquecer o coração.

A minha poesia é tudo isso,
por isso eu não bebo,
e se você bebe eu respeito,
Se for beber não dirija,
se beber não dirija, e não insista.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Epitáfio


Como inimiga frontal

de toda a guerra,

Sou eu a Poetisa eterna

que sempre amará esta Terra,

Não se esqueçam disso:

estarei pela eternidade

enterrando sempre

que for preciso toda a guerra.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Do século passado
e deste século sou
eu a dama mística
desta terra brasileira
onde cada verso
sempre busca o teu
universo secreto,
e neste mistério
nos encontramos
sob o florescimento
dos Ipês Amarelos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Da América do Sul
eu sou o último
soldado da trincheira,
Poema de sete
assentamentos,
Letras de sete
indomáveis ventos
agitando o mar
para a memória
jamais se apagar.

A ironia orquestrada
a palavra descumprida,
não serão ultimatos,
porque o justo sempre
há de ser irrenunciável,
a história, a verdade
e os fatos jamais
serão apagados.

Neste oceânico
poemário altivo
como o vale
e de uma história
que envolve
uma questão
não honrada,
e uma injustiça
cometida no dia
primeiro que por
haverá sempre
de ser relembrada.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Com a minha calma
irei te trazer para mim,
Tu és marujo,
e eu sou feita de mar,
Só quero ver aonde
nós dois vamos parar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Mesmo que você não saiba quem eu sou,
e eu não saiba quem é você,
sei que o meu romantismo e a minha poesia para ti importam,
e que o restante se encaminhará quando o destino
nos colocar no evidente caminho.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Fortaleza e poesia
em exagero sou eu,
a aorta a inspiração
do teu doce coração
que deseja trocar
o teu peito pelo meu.

Sentida embora
para muitos ainda
considerada sem
algum significado,
segredo de amor
que foi ocultado.

Vista da Fortaleza
de Santo Antônio
de Ratones entre
as pedras da ilha
e dos amores mais
ingênuos o enigma.

Declamada quase
sempre por quem
diz não se importar,
no entanto é água
batendo na orla:

(fortaleza para falar
do que transborda).

Manual de reinvenção
e diária sobrevivência
desta solidão inquieta
neste mundo de gente
triste e complexa,
como Lua em rebeldia
na palma da tua mão:

(o amor que chegou
sem dar explicação).

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Versos Intimistas nascidos
além do Rio de Janeiro
devotado ao Brasil inteiro,
Sou eu Árvore-do-Brasil feita
para espalhar amor por
este país que nasceu
edênico e ainda tem jeito.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Versos Intimistas que levam
tudo da Taipoca amorosa,
Você sabe que eu sou
a sonhada dama delicada
e cheia de paz afetuosa
que anseia pela sua
mão amável e carinhosa.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠És o meu amado Sol
e eu sou a tua Lua
entre avancês e anarriês
no arraiá da vida
com os nossos balancês
quem sabe gente se aproxima.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Com o ouro flóreo
do Ipê-pardo,
sou eu a poetisa
silenciosa das tuas
noites que põe
sempre estrelas
no céu quando
faltam para te mimar
e amar como você
merece para se confortar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A madrugada tem levado
o Ipê-ouro para brincar
de roda com a ventania,
Assim sou eu a inspiração,
o amor, a paixão e a poesia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Eu sou brasileira
o chá que bebo é
o chá dos povos,
o chá do pajé,
o chá do quilombola,
o chá da imigração,
o chá da rezadeira
benzido de coração.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Sinto neste madrugada
profunda que sou eu
aquela que te ocupa
absoluta no seu silêncio,
De mim já não há mais
nenhum regresso,
Sou como as Ibirapirangas
com sementes espalhadas
pelo caminho, o seu plano
ambicioso e desejo íntimo derramando e amoroso.⁠

Inserida por anna_flavia_schmitt

Quando as correntes
do oceano carregam
as intenções eu sou
como os afetos nas areias
dando vida novamente
para outros poemas.⁠

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Minhas mãos
no Bate-Baú,
Teu coração
sambando de amor,
És meu e eu sou
tua a hora que for.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Na tua embarcação
sou eu o Calandrim
para ter sorte na pesca,
Quando chegar o momento,
sem nenhuma pressa
vamos ao que interessa.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Como garoa mansa
a refrescar uma tarde
atípica sou eu devagar
penetrando no coração

Porque para o seu amor
tenho me feito santuário
para te receber como
o meu eterno namorado

Unidos no rito da floração
etérea dos Ipês-brancos
e na dança na Via Láctea

Fazendo o destino místico
ser cumprido como deve ser
com as auroras e o infinito.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Se apaixonar por mim é inevitável
Eu sou o Ipê-rosa florindo no peito
Trazendo a calma e o desejo
Essenciais para lidar com o tempo
Movendo está o firmamento
Beijo-te além do meu pensamento
Risonho e apaixonado celebrando
Orgulhoso diante do amor verdadeiro.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠No fundo, eu penso quem vai determinar se sou ou não poeta/poetisa é o leitor. Não me sinto com tal autoridade para dizer se sou ou não poeta/poetisa.

Inserida por anna_flavia_schmitt