Aquietai-vos e Sabei que eu sou Deus
hoje acordei bem cedo
Antes do galo cantar
Agradecia nosso Deus
A permissão de acordar
Joguei uma água no rosto
Tomei café despertar
Terminando meu café
Fui direto pro trabalho
Pois de lá que vem o sustento
Graças a Deus eu não falho
Não sou de pegar atalho
Eu sigo o caminho certo
Pois Jesus e o meu guia
Na passagem pelo deserto
Nunca me achei esperto
Me considero esforçado
Com 1 tijolo por vez
Eu construo meu reinado
Por onde quer que eu passar
vou deixando meu legado
Tenho fé no criador
Muito tem me sustentado
Na selva chamada vida
Ele que tem me guardado
Tô no mundo de confusos
Cheio de corrupção
Onde políticos sujos
destroem a população
Crianças crescem rebeldes
Aprendendo a roubar
Levam armas pro colégio
Na intenção de matar
Muitos pais não dão ensino
Deixando o mundo ensinar
Meninas se prostituem
Pra poder ter vaidade
Não querem ter o esforço
De encarar a sociedade
E mostrar pro mundo todo
o que e dignidade
E a nossa molecada
Tão no século avançado
Onde o crime e as drogas
A eles tem dominado
Vou parando por aqui
Mais antes vou perguntar
Se não abraçarmos o próximo, onde nós vamos parar????
Eu queria ser um anjo...
E não passo apenas do que sou...
Te daria um par de estrelas mais o que tenho é o meu AMOR...
Onde estão seus olhos, quando não estão em mim...
Onde estão seus passos...
Sabes, o que aprendi, com a tua ausência? Que ninguém morre, por sofrer, por amor. Pelo menos, não, no sentido literal, da palavra.
Li, algures, que “as pessoas preferem apegar-se às memórias porque, por muito que as pessoas mudem, as memórias não mudam”. Acredito, que seja verdade. As memórias, são algo a que nos apegamos. Simplesmente, porque, quando, são boas e importantes para nós, não nos queremos desapegar delas. É normal. Contamos com elas, porque, sabemos bem como são.
Mas, é necessário, muito tempo, para limpar feridas. Para elas sararem, e apenas, serem cicatrizes que passam despercebidas.
''Eu te amo'' são apenas palavras,você só vai acreditar nessas palavras,se elas forem seguidas de ações que as comprovem,tipo um ciúme bobo
Desapegar, mostra que conseguimos ser bem mais fortes, do que antes. E conseguimos, efetivamente. Ninguém morre por se desapegar. Ninguém sofre uma vida inteira por desapego. Sofre-se, por se querer continuar, no meio dos medos. É, por isso, que se sofre. Pela incerteza do que acontece depois. Pelo medo do vazio. Porque o desapego, é simplesmente, uma mudança em nós.
Há sempre uma música. Aquela, que define um casal. Aquela, com que cada casal, se identifica. Aquela, que cada casal, tem orgulho de dizer que é a sua música.
Nós nunca tivemos a dita música… não porque, não quiséssemos ou que não encontrássemos… Simplesmente, não tivemos, porque eu nunca me consegui decidir nem encontrar apenas a dita música para nós.
Sempre considerei que éramos, e que somos ainda (mesmo que afastados), um conjunto de várias músicas, de diferentes estilos, diferentes cantores, ou seja, uma miscelânea.
Nem todos os casais têm A TAL música… Nós, temos uma banda sonora inteira, só nossa…
Era, impossível, conseguir escolher, apenas, uma.
Bolas, raio de fotografia, tão perfeita. Bolas, o nosso olhar ser mesmo nosso, e não para a máquina.
Sim... é possível amar de novo, conhecer alguém, deixá-lo entrar, deixá-lo pertencer e deixar-me pertencer.
Um dia gostava de ir falar com a tua ausência. Bater à porta, e dizer, minha amiga, temos muito que conversar.
Podias, ter partido, de uma forma mais simples, sabias? Partido, sem nunca, ter entrado na minha vida.
Não vou morrer por te amar. Pelo menos, não, no real sentido da palavra. Mas, vou-me arrastando e sentido a dor, que o nosso não reconhecimento me causa. Repito, não vou morrer por amor. Mas, vou sentido o desgosto, e esse tipo de morte é mais ingrata.
Durante muito tempo, quis ter-te de volta. Quis, que voltássemos a ser apaixonados, um pelo outro. Confesso que me enganei!
Hoje agradeço-te. A ti, à tua dureza, à tua frieza, à tua incompreensão e indiferença.
Hoje, não sei, francamente, o que sinto. É uma mistura de sentimentos.
Mas, sei que, não te quereria de volta. Desejo-te, o melhor, mas só isso. Longe.
É necessário, entender que amar, é muito mais, do que ficar a sofrer, por alguém. Ninguém merece amar assim. Ninguém devia amar e sofrer. Amar é um verbo que nos desperta as mais bonitas sensações, mas pode ser também, aquele que causa as maiores dores. As maiores desilusões. Quando isso acontece, fechamo-nos numa concha, presa em nós mesmos e incapazes de ver que isso não é amor.
Devia ser proibido, existirem pessoas que fazem feridas, quase incuráveis nos outros. Deviam trazer um aviso prévio, que nos impedisse de apaixonar.
