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Aquelas Pessoas que me Odeia

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“A dor mais bonita é a das coisas simples — aquelas que acabam sem avisar, mas continuam dentro da gente.”

"Poucos observam ou param para pensar que as letras das músicas carregam justamente aquelas palavras que temos medo de dizer. As canções são como janelas da alma, artifício sonoro utilizado para exprimir sentimentos. "

-Aline Lopes

Tentativas vãs serão aquelas dirigidas aos atados em seus
antolhos.

⁠As línguas mais perversas não é aquelas que falam de amores,é aquelas que mostram sabores .

"Enquanto aquelas dizem:
- Eu não sei cozinhar...
Eu digo: - Eu sei!
Cozinho, lavo, passo e transo...
- A meu talante!
☆Haredita Angel

A luta mais difícil são aquelas pela qual vale a pena lutar.

Que seu Natal seja tão iluminado quanto aquelas luzinhas piscando que ninguém consegue desligar… e tão doce quanto o último pedaço de panetone que todo mundo finge não querer!” 🎄✨

Eu confesso que achei que o destino tinha uma criatividade meio limitada. Tipo aquelas novelas que só trocam o cenário, mas o roteiro continua o mesmo drama reciclado. Porque veja só, eu ali, carregando um primeiro amor como quem carrega um troféu meio quebrado, meio sagrado, meio inútil… e de repente, sem aviso prévio, virei o primeiro amor de alguém. Assim, do nada. Como quem tropeça numa pedra e descobre que era ouro.


E olha… tem um ego ali que dá uma esticadinha gostosa. Não vou fingir humildade espiritual, não. Existe um certo charme em ser o marco zero emocional de alguém. É tipo inaugurar um coração, cortar a fita vermelha de um território desconhecido, com direito a banda tocando e tudo, ainda que a banda seja só a ansiedade tocando desafinada dentro do peito.


Mas junto com esse charme vem aquele medo inconveniente, aquele que não pede licença, só chega, senta no sofá e começa a opinar. Medo de dar errado, medo de ser só mais um capítulo repetido com personagens diferentes, medo de investir sentimentos como quem aplica dinheiro num banco que já faliu antes. Porque a gente aprende, né. Pode até demorar, pode até doer, mas aprende. Nem que seja na base do “nunca mais eu faço isso”… pra depois fazer de novo, só que com mais cautela e um pouco menos de ingenuidade.


Só que dessa vez eu fui diferente. Não fui aquela versão minha que mergulha sem saber se tem água. Eu fui com calma, quase desconfiada, quase científica, analisando cada gesto, cada silêncio, cada palavra não dita. Parecia que eu estava montando um quebra-cabeça sem saber qual imagem deveria aparecer no final. E, curiosamente, foi exatamente isso que tornou tudo mais verdadeiro. Porque não tinha fantasia suficiente pra me enganar.


E aí, quando eu menos percebi, fez sentido. Não aquele sentido cinematográfico, cheio de música alta e beijo na chuva, mas aquele sentido quieto, que se instala devagar, que não precisa provar nada pra ninguém. O amor deixou de ser incêndio e virou casa. E casa não precisa pegar fogo pra ser quente.


Hoje, olhando pra tudo isso, eu entendo que amar não é mais sobre intensidade descontrolada. Não é sobre se perder. É sobre permanecer. É sobre escolher, todos os dias, ficar. Mesmo quando é mais fácil sair, mesmo quando dá preguiça emocional, mesmo quando o outro não tá na sua melhor versão. É uma teimosia bonita, quase um pacto silencioso entre dois seres imperfeitos que decidiram não desistir tão fácil.


Não é perfeito. E ainda bem que não é. Porque perfeição não sustenta ninguém. O que sustenta é o real. E o real, minha querida, tem rachaduras, tem dias ruins, tem dúvidas… mas também tem presença. E no fim das contas, talvez seja isso que mais importa. Não ser o primeiro amor de alguém, nem o mais intenso, nem o mais inesquecível. Mas ser aquele que ficou quando tudo já não era mais novidade.

Tem dias em que eu olho pra minha vida por fora e penso, pronto, desandou. Parece aquelas casas antigas que a gente vê passando de carro, com a pintura descascando, a janela torta, o portão fazendo um barulho suspeito de abandono emocional. Tudo meio fora do lugar, meio cansado, meio capenga. E aí, no meio desse cenário que facilmente renderia um drama mexicano, eu faço uma coisa quase subversiva: eu me olho no espelho.

E não é aquele olhar automático de quem só confere se o cabelo cooperou ou se a olheira já virou patrimônio histórico. É um olhar mais demorado, mais honesto, quase um inventário interno. E aí vem o susto: por dentro… está tudo bem.

É estranho, eu sei. A gente cresce achando que paz interior vem depois que tudo se resolve do lado de fora. Depois que o dinheiro entra, o amor se encaixa, os planos dão certo, o mundo aplaude. Mas a vida, essa debochada profissional, faz o contrário. Às vezes está tudo um caos do lado de fora, e ainda assim, lá dentro, existe um silêncio confortável, uma calma quase teimosa que insiste em ficar.

E aí vem o julgamento alheio, claro. Porque quando você não está desesperada o suficiente, o mundo acha que você desistiu. Quando você não está correndo igual uma louca atrás de tudo ao mesmo tempo, interpretam como falta de ambição. Como se paz fosse sinônimo de preguiça emocional. Como se estar bem consigo mesma fosse algum tipo de falha de caráter.

Mas eu descobri uma coisa meio libertadora, dessas que a gente não posta porque não dá tanto engajamento quanto um surto bem editado: nem toda calma é falta de vontade. Às vezes é maturidade. Às vezes é exaustão que virou sabedoria. Às vezes é só a consciência de que nem tudo precisa ser uma guerra.

Eu ainda quero coisas, claro. Ainda tenho sonhos, planos, vontades que cutucam. Mas já não é mais naquele ritmo desesperado de quem acha que precisa provar alguma coisa o tempo todo. Tem uma diferença enorme entre querer crescer e precisar correr o tempo inteiro. Eu continuo caminhando, mas sem me atropelar no processo.

E no meio desse mundo que vive gritando urgência, eu tenho aprendido o valor do que não faz barulho. Do que não aparece. Do que não precisa ser explicado. Porque no fim das contas, de que adianta ganhar o mundo e perder a própria paz? Parece frase de camiseta, mas quando a gente entende de verdade, muda tudo.

Então se por fora parecer que está tudo meio bagunçado, mas por dentro existir esse lugar tranquilo, não se assuste. Talvez você não esteja atrasada. Talvez você só esteja, finalmente, no lugar certo dentro de si mesma.

Eu uso Havaianas e posso ser feliz do mesmo jeito que aquelas que usam salto alto, quando vocês vão aprender que a vida não é disputa, não é comparação, sigo feliz e vendo o quanto a vida é bela. Tire a venda dos olhos, seja feliz!

As rosas são lindas, mas há aquelas com espinhos que sempre machucam.

"Bom gosto mesmo tem quem contrata aquelas moças que anunciam o tempo na TV. Que bom gosto!"
Frase Minha 0299, Criada no Ano 2008

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

" 'Previsões para o Ano Novo' são aquelas coisas que alguns falam que irão ocorrer, mas que não ocorrem e - mesmo assim - fazem com que a plateia volte no final de cada ano para ouvir tudo de novo!"
Frase Minha 0569, Criada no Ano 2012

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

1787
"Por falar em Amar... Sempre amei aquelas moças que anunciavam o tempo na TV!"

Emoções primárias são aquelas que surgem de forma automática, instintiva e universal diante de estímulos básicos da vida. Elas não precisam de linguagem para existir, nem de cultura para se manifestar. Um bebê chora quando sente medo ou desconforto, sorri quando sente prazer e grita quando se frustra mesmo sem ter aprendido nada disso.




Do livro: A anatomia das emoções de Nina Lee Magalhães de Sá

Sábias palavras não são escritas com palavras bonitas, mais sim com aquelas que sai do coração.

⁠Continuo
a acreditar
nas verdades
das borboletas,
principalmente
aquelas que voam freneticamente
no estômago.

Existem lágrimas que devem ser partilhadas e aquelas que devem ser choradas em segredo. Guarde algo da sua vida só para você.

Inserida por JTember

Há algumas decepções que você leva pra vida toda, são aquelas que um dia te ensinou.

Inserida por kenyaseko

Tô meio perdida, desnorteada, sem rumo pra seguir, sem aquelas regrinhas basicas da vida.
Só consigo olhar pro que passou e ver que deixei passar alguém que costumava me completar.
Deixei ir a outra metade do meu coração, o sorriso que eu queria sempre ver, a felicidade que eu tanto desejei ter.
Sei que todos aqueles meus sonhos idiotas só se tornariam realidade enquanto eu estivesse com você
E que as coisas talvez piorassem com essa falta de amor, sobra de tempo, sobra de lembrança, de saudade.
Isso tudo deve ser porque eu me neguei a dizer que era amor no primeiro instante, e só te contei depois de uma semana.
Vai fazer 1 ano já que esse pobre coração que eu ouço bater é teu, e o teu não é meu.
É das meninas da escola, das mulheres do trabalho, dos jogos de computador, das músicas de drogado.
É de todo mundo, menos meu.

Inserida por LuizaNeves