Aprendizado
Aprendi que não adianta reclamar! Se algo de ruim acontece é pq preciso de uma nova experiência um novo aprendizado! Então enfrento com o sorriso sempre exalando!
E hoje já não doí tanto como doía a algum tempo atrás, sei lá… talvez o tempo realmente possa curar, e das cicatrizes? Faço delas um aprendizado para não cometer mais os mesmos erros, afinal de todas as situações por piores que sejam ainda podemos tirar algo de bom.
Há pessoas que convertem as experiências difíceis em sofrimento, mas há outras que as transformam em aprendizado.
Alguns castelos, eu construí na areia, bem na beira do mar, sem base nem alicerce, mas por puro prazer de ver a onda levar.
Até o brasileiro mais desacreditado que dizia: eu sabia que o Brasil não chegaria nem na final, no fundo torcia pela vitória. Porque nós somos esperançosos, nós acreditamos mesmo quando tudo está desfavorável! Não foi dessa vez, mas vamos desistir? Nunca, somos persistentes, vamos à luta e no final, somos honrados pelo aprendizado ou pela vitória!
As relações, muitas vezes, são como viagens. Retorne delas com o mesmo sorriso e gratidão que tinha na hora do embarque.
É importante entender que a evolução da indústria é constante, pois todos os dias são descobertas novas aplicações para as tecnologias existentes, assim como surgem outras tecnologias devemos ficar antenados a essas mudanças.
#Aprendizado Contínuo.
Outros mares...
A vida segue seu curso Ievada em frágiI nau
Atravessa caImarias e, não raro, em águas agitadas
Os destinos nem sempre são os mais desejados
A nau se Iança, segue sem temores, viaja confiante
O timoneiro tem seus mapas e estreIas como guia
Vezes, desatento, erra de rumo e vai dar em perigos
Encontra turbuIências e essas traduzem medos
Quantos se perdem do desejado fadário
Aportam em caís jamais sonhado ou conhecido
Experimentam, sem cerimonia, o medo dos navegantes
Não ter o domínio de assegurar o encontro ideado
E se adaptam ao que encontram... terras ignotas
O tempo viageiro, veIoz e incontido, desafia
A nau estagnada no porto improvisado
Guarda Iembranças, retratos, saudades
E a vida, em sorte ao Ieo, jamais seria como antes
Eu pisquei ...e lá se foi mais um ano
Ouço e digo muito o quanto o tempo voou... parece acelerar cada ano que passa.
O que posso dizer que aprendi?
- Aprendi que tudo pode mudar de um dia para o outro, nada é certo, nada é imutável.
- Aprendi que mesmo que você tente fazer tudo certo, nunca vai agradar todo mundo, o certo é relativo.
- Desencanei..não preciso ter opinião sobre tudo..tem coisas sobre as quais não quero opinar, e isso não me faz ignorante.
- Fico muitas vezes triste sem motivo (ah!!! os hormônios) demorei pra entender isso.
- Aprendi que expectativa gera decepção
- Aprendi que aquietar a mente traz serenidade e lucidez (mas é quase impossível conseguir...ainda estou treinando)
- Aprendi que as pessoas podem ser cruéis...muito cruéis, mas algumas tem muita bondade para espalhar
- Aprendi que por mais que lute contra, as pessoas te julgam sem conhecer tua história (e a maioria não faz questão de conhecer)
- A maioria das pessoas não pensa no bem comum, o próprio umbigo sempre chama mais atenção
- A morte deve ser encarada com naturalidade....morrer é normal...sofrer que não é.
- O passado deve ficar no passado, assim como o futuro deve ficar no futuro. Viver o momento, cada momento, cada abraço, cada conversa... no presente.
- Trabalhar no que gosta é essencial
- Estar com pessoas que gosta é essencial
- Aprendi que o momento que me deixa mais feliz, é ver meus filhos felizes
- Eu preciso viajar mais , conhecer mais lugares
- Esse ano me mostrou que eu gosto realmente de estudar, mas que teoria está longe da prática...
ahhhh e EU ADORO FOTOS...ETERNIZAR MOMENTOS
Aprendi ainda: - Que desejos podem mudar
- Que eu ainda não decidi no que acreditar ou em quem acreditar
- Me ensinou a observar...observar muito, saber em quem confiar.
- Me ensinou que humildade muitas vezes é visto como fraqueza, mas eu não me importo com isso.
- Me mostrou que ainda tenho muito o que evoluir como ser humano, e que assim seja!
esse ano passou.... mas olhando essa lista vejo que não foi tão rápido assim, porque ele me ensinou muita coisa, e o próximo vai me ensinar muito mais!!!!!!!
Seus olhos que nunca me flecharam...
Fui seu, te quis mas sempre me deixou de lado. Eu me refiz, a vida é um aprendizado.
Se triste ou feliz, garanto estou mudado.
Silenciar
Eu tenho ficado muito quieta. Calada, em silêncio. Silêncio na boca e no corpo. Meu maxilar, acostumado com o tanto dizer, dói por tanto ficar imóvel.
Tenho aprendido muito na quietação:
- É preciso colocar um pano no chão quando for passar roupa, a água do ferro de passar fica pingando.
- É preciso varrer o chão após limpar a caixa de areia porque os farelos da areia se espalham por todo lado.
- É preciso secar a bancada depois da tampa da panela ser colocada lá, o vapor molha.
- É preciso ouvir mais os outros, e somente ouvir. (Muitas vezes as pessoas não precisam de respostas, somente de ouvidos atentos)
Quando silencia-se a boca, a mente começa a trabalhar mais e mais depressa. O coração sente mais e bombeia melhor o sangue. O corpo aprende a ouvir o próprio corpo e a consciência desata os nós das suas asas.
Os poemas passam a fazer sentido.
A música toca o sistema nervoso.
Com muita calma, antes de dizer bobagens, a boca - que antes era órgão auto-suficiente - agora concilia seus desejos faláticos com a língua, com os dentes, gengiva e cérebro.
Minha boca, de fato, nunca foi boca de dizeres bons. Aproveitava-se da carência, e lá deixava seu sermão, sem ao menos ser convidada para tal.
Meu músculo mais forte sempre foi a língua que em um complô envenenava cabeças, olhos e aortas.
A mão tentava escrever, mas a boca falava, não deixava calar a voz, nunca! E os textos, todos pequenos, com cara de mal acabados ou mal pensados, eram só uma pequena amostra do que a mão podia fazer.
A boca não se abre. O maxilar ainda dói severamente, mas a alma agora respira, agora permite a manifestação da existência, silenciosamente.
A boca agora só diz o pontual, somente diz o que o coração e a mente aprovam ser dito.
Há muita clareza nos sentimentos e no mundo exterior. Há compressão no mundo dos outros. Muda, a boca sabe se expressar melhor quando diz.
O que há boca? Tem medo do mudo? Tem medo da compreensão, restauração, modificação, rotação, translação e emudamento completo? Tem medo que os lábios se colem e nunca mais se abram por falta de exercícios?
Você não vai morrer ou atrofiar, você apenas está aprendendo a lidar com uma faceta sua que você mesma escondia; continue fechada, calada.
Você ainda pode cantar, mas somente boas canções, caso contrário, vai se manter fechada!
Você boca, é mais um pedaço meu que preciso controlar, assim como controlo meus sentimentos.
Controlo minha mente pra poder controlar você. Controlo minha carência, minhas vontades e receios.
Controlo todos os meus recheios para que você não seja leviana, abusada, indiscreta, indecente e folgada.
Você quer parecer que sofre com a mudisse obrigatória, mas a mudança tem libertado você. Os ossos da face andam menos desgastados.
Eu, realmente, tenho adorado a experiência do silenciar.
Muda eu mudo.
Sou a soma de todas as estações.
Sou um misto da luz do sol com a força do vento, a intensidade da chuva e a leveza da primavera.
Antigamente eu tinha medo das balas, das pessoas, dos sonhos, da própria sombra, dos sentimentos e principalmente das palavras, mas porque as palavras? O que há de errado nelas? Pois bem, as palavras têm uma força tão grande e monstruosa, capaz de construir e destruir ao mesmo tempo e normalmente segue essa ordem, as palavras te constroem por inteiro, as vezes até com mais brilho, e te destroem na pior intensidade, destruindo qualquer luz existente, é como um buraco negro, suga toda a luz que há ao seu redor, tornando seu interior vazio e solitário.
Antigamente tudo era estranho, um simples cumprimento, um abraço, um beijo e principalmente uma despedida, dizer "adeus" era muito estranho pra mim, as despedidas tem significados indeterminado as vezes, você pode perceber que algumas são carregadas cheias de esperanças, outras cheios de memórias.
Antigamente eu não sentia dor, um simples ralado as vezes era necessário, cair no chão após brincar de pique-esconde e em seguida levantar-se e continuar a brincar, ou chutar o chão no asfalto quando estava jogando bola, mas era necessário, pois com esses ralados você aprende a controlar a dor física e que logo irá voltar como antes, intacto e curado, mas antigamente eu nunca senti a dor psicológica e emocional, a inocência era uma barreira contra dores, funcionava como um sedativo, você não sente nada e fica inconsciente por um longo tempo, mas tinha consciência que um dia aquele efeito iria passar.
Antigamente o amor era um sinônimo de todas as qualidades existentes, eu não o conhecia bem, minha inocência me mantia em estado de coma, mas era visível que aquele estado emocional funcionava como um combustível de um automóvel, fazendo com que o automóvel siga em frente, e claro, como todo automóvel havia revisões e consertos, do mesmo jeito do amor, as pessoas aprendiam com os próprios erros e procuravam a não errar novamente, porém as coisas mudaram, o amor se tornou um gás tóxico capaz de destruir almas, e poucas pessoas eram imunes a esse gás, quem sabia realmente o que era amor, não temia ao impacto e se mantiam em pé.
Hoje em dia eu entendo o mundo, e nem por isso eu sigo os entendimentos propostos, desde antigamente eu entendia o real significado de escolhas, quando eu brincava de polícia e ladrão eu sabia qual era o certo e o errado, e vi que a vida é movida de escolhas, você pode simplesmente usar as palavras para construir e continuar a moldar, e que o amor pode se tornar um sedativo capaz de repelir qualquer dor que venha sofrer, basta apenas escolher amar e viver as coisas boas, as escolhas fazem de você o que você é.
Viva Flor. . .
Brotei na barranca, morada minha
À beira das águas, contíguo à vereda
Guardo secretos segredos findas verdades
Sou feita de brandura, atenta e avivada
Me falta a voz, mas não sou mouca
Assim, nada digo aos passantes
Minha existência é breve em seu durar
Exalo olor mágico, para sequestrar atenções
Sou f lor frágil, aguerrida à beira rio
Admiro águas que passam peixes
Não conto horas corridas, nem as lentas
Amo garoas, brisas e ventos leves
Somo os minutos de minha eternidade
Conto estrelas, umas, mais que outras
Que flutuam acesas nas profundezas etéreas
Quanta paixão ainda há na leveza dessa ação?
Me arrepio ao beijo do beija-flor
Meu corpo treme, se arrepia. . . e nada entende
Sinto em cada curioso olhar, ser ternamente rara
Vivamente incontida, explodindo em amor de flor
O processo de mudança sempre será individual e interior...
Querer, dizer, falar e exprimir não surtirá efeito enquanto o "ser", tal qual, consciência, não desperte dentro de si.
É preciso levar em conta que o meio influência o agente, porém esta influência externa é extremamente inferior a força interna que devemos cultivar, absorver da realidade as mais valiosas lições demanda tempo e paciência, essa reflexão nos torna altivos e prudentes.
Um caminho sem pedras não nos ensinará nada, mas ao longo do caminho precisamos escolher até mesmo as pedras que queremos tropeçar.
Pois tropeçar é preciso, uma vida sem erro está fadada a miséria e a ignorância, pois é só através da dicotomia deste para com o acerto que conseguimos encontrar um modo de vida que nos traga aprendizado e que possibilite uma auto reflexão consciente.
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